Capítulo 4

1741 Words
​Ponto de Vista: Ariadne ​A porta trancada ecoou no meu peito como um ponto final para qualquer possibilidade de recuo. O quarto era uma extensão direta da personalidade de Thorne: paredes em tom cinza-chumbo, iluminação amarelada e indireta, e no centro uma cama monumental revestida com lençóis de seda n***a. Ao redor da cabeceira de madeira escura, cintas e algemas de couro trabalhado repousavam quietas, esperando por uso. ​Minhas mãos tremiam quando levei os dedos ao zíper nas minhas costas. Eu não estava hesitante por medo, mas sim pela intensidade sufocante do olhar cinzento do Professor Thorne Salazar sobre cada movimento meu. Ele permaneceu de pé junto à porta, os braços cruzados sobre o peito largo, observando o tecido do meu vestido deslizar pelos meus ombros e cair ruidosamente aos meus pés. ​Fiquei apenas de lingerie vermelha. O ar frio do quarto fez meus m*****s endurecerem instantaneamente sob a renda fina do sutiã. ​— A lingerie também, Ariadne — a voz dele veio baixa, carregada de uma ordem inegociável. — Eu quero ver você sem nada. Quero a pele nua, do jeito que veio ao mundo, pronta para ser moldada por mim. ​Engoli em seco e desencaixei o fecho do sutiã. Meus s***s fartos se libertaram, arfando com a minha respiração descontrolada. Em seguida, deslizei a calcinha pelas coxas, pisando fora do tecido e ficando completamente desnudada diante dele. O calor que emanava do meu sexo molhado era vergonhoso; eu conseguia sentir a umidade escorrendo pela parte interna das minhas coxas antes mesmo de qualquer toque físico. ​Thorne caminhou devagar na minha direção. Ele tirou o relógio do pulso, a camisa preta e o cinto de couro, deixando-os sobre a poltrona. Seu peitoral era largo, rígido e coberto por uma camada fina de pelos que descia até o cós da calça social. Ele me segurou pela cintura sem delicadeza, puxando meu corpo nu de encontro ao seu, fazendo-me sentir a protuberância colossal e ereta que pressionava contra o meu ventre sob o tecido da calça dele. ​— Você está tremendo, minha aluna — ele sussurrou, a boca raspando na minha orelha enquanto sua mão descia com força pela minha nádega, apertando a carne macia. — É medo ou é a ansiedade de ser f*dida por um homem de verdade? ​— É... é você, Thorne — gaguejei, soltando um gemido abafado quando ele cravou os dedos no meu quadril. — Eu quero que você me tome. Por favor. ​— "Por favor, senhor Thorne" — ele corrigiu, desferindo um tapa estalado na minha nádega esquerda. O som ecoou pelo quarto e uma dor ardente se espalhou pela minha pele, transformando-se imediatamente em um jorro de calor diretamente na minha v****a. ​— Ah! Por favor... Senhor Thorne! — gemiches de dor e prazer se misturaram na minha garganta. ​Ele sorriu de canto, satisfeito com a minha resposta rápida. Thorne me virou de costas, me empurrando sobre o colchão macio. Ele puxou minhas mãos para cima da cabeça, prendendo meus pulsos rapidamente nas algemas de couro fixadas na cabeceira. O metal frio contrastava com o calor escaldante da minha pele. Eu estava totalmente aberta, indefesa, com os braços presos e as pernas caídas sobre a seda preta, totalmente à mercê dele. ​Ponto de Vista: Thorne ​Ver Ariadne presa à minha cama, inteiramente nua, com os s***s erguidos arfando e as pernas abertas revelando a v***a rosada e brilhante de t***o, era a realização de um desejo calculado há meses. A arrogância da aluna brilhante que se destacava nas minhas aulas havia desaparecido completamente; em seu lugar, havia apenas uma mulher faminta por domínio e rendição. ​Abaixei-me entre as pernas dela. O cheiro do sexo dela era forte, doce e inebriante. Passei os dedos longos pelos lábios vaginais encharcados, espalhando a umidade natural dela por todo o c******s inchado. ​— Olhe para baixo, Ariadne — ordenei, mantendo o tom firme. — Olhe para o que você está fazendo no meu dedo. ​Ela ergueu a cabeça com dificuldade por causa das algemas, o olhar enevoado pela luxúria. Deslizei o indicador para dentro da v****a dela, encontrando uma resistência apertada e quente. O canal dela era estreito, intocado, e apertava meu dedo com espasmos involuntários. ​— Ahnnn! Thorne... Senhor! É muito profundo! — ela gemeu alto, jogando a cabeça para trás enquanto o quadril se erguia sozinho em busca de mais contato. ​— Você é tão apertada — rosnava enquanto enfiava um segundo dedo, alargando-a devagar, sentindo a membrana da virgindade pressionando contra a minha mão. — Seus garotos da faculdade não saberiam o que fazer com uma b****a tão gostosa e sedenta como a sua. Eles teriam gozado antes mesmo de entrar. Mas eu vou te abrir devagar, vou te preparar para receber cada centímetro do meu p*u. ​Tirei a calça e a cueca de uma só vez. Meu pênis pulsou livre, ereto, espesso e totalmente coberto por veias saltadas, a cabeça úmida de pré-ejaculado. Encostei a glande diretamente na entrada encharcada dela, esfregando da base do c******s até o anel vaginal. Ariadne soltou um grito agudo de puro desejo, contorcendo-se nas amarras. ​— Por favor! Me fode, me fode agora! Eu não aguento mais! — ela implorava sem qualquer pudor, esfregando a v***a contra a minha cabeça. ​— Prometa que você vai ser minha v***a submissa a partir desta noite — exigi, segurando as coxas dela e abrindo-as ainda mais, expondo sua i********e ao limite. ​— Eu prometo! Eu sou sua! Toda sua, Senhor Thorne! — ela gritou, os olhos marejados de t***o. ​Ponto de Vista: Ariadne ​A cabeça enorme do pênis dele pressionou a entrada da minha b****a. A sensação de preenchimento era assustadora e deliciosa ao mesmo tempo. Thorne não teve pressa; ele empurrou o quadril para a frente milímetro a milímetro, esticando a minha pele ao limite. Sentia minha v****a se alargando dolorosamente para dar passagem àquele m****o grosso. ​— Thorne... tá rasgando... ahn! — gemi entre dentes, os dedos agarrando os fivelas de couro que prendiam meus pulsos. ​— Aguenta, Ariadne. Essa dor é a sua inocência indo embora — ele disse, a voz baixa e c***l perto da minha boca. ​Com um impulso firme e decidido do quadril, ele empurrou tudo para dentro. Um estalo seco de dor cortou meu baixo ventre quando ele rompeu meu hímen de uma só vez, cravando o pênis até o fundo da minha v****a. Um grito alto e agudo escapou da minha garganta, caindo em um choro arfado enquanto o corpo dele se selava contra o meu. ​Thorne permaneceu imóvel dentro de mim por alguns segundos, deixando meu corpo se acostumar com a invasão maciça. O sangue da minha virgindade se misturou ao fluxo de lubrificação, escorrendo pelas minhas nádegas e sujando a seda preta do lençol. ​— Você é minha — ele rosnou, cravando a boca no meu pescoço, sugando e mordendo a pele até deixar uma marca roxa. — Sinta o meu p*u dentro de você, Ariadne. Sinta quem é o seu dono. ​A dor inicial começou a ser engolida por uma onda de calor devastadora. A sensação de ter aquele homem enorme preenchendo cada espaço oco da minha b****a era viciante. ​— Me mexe... por favor... me fode, Senhor! — pedi, movimentando o quadril para cima, implorando por atrito. ​Ele não esperou por um segundo convite. Thorne puxou o quadril quase inteiramente para fora, deixando apenas a cabeça presa na entrada, e socou de volta com violência até a base bater com força contra meus lábios vulvares. ​Tapa! Tapa! Tapa! ​O som das nossas peles se chocando ecoava alto no quarto, misturado com os meus gemidos descontrolados e o som úmido do meu sexo sendo estocada sem piedade. ​— v***a gostosa! — Thorne rosnava a cada estocada profunda. — Olha como você engole meu p*u inteiro! Você nasceu para ser fodida por mim! ​— Ahn! Ahn! Sim! Fode a minha b****a, Thorne! Fode duro! — eu não reconhecia a minha própria voz. Era um som cru, animalesco, despido de qualquer pudor. ​Ele aumentou o ritmo, transformando as estocadas em um m******e de prazer. Ele me fodia com uma força brutal, fazendo a cama de madeira ranger contra o chão. A cada investida, a glande dele atingia o meu colo do útero, enviando choques elétricos de luxúria diretamente para o meu cérebro. ​Ponto de Vista: Thorne ​O aperto da b****a de Ariadne era surreal. O canal vaginal dela ordenhava o meu pênis com uma força incrível a cada estocada, e o sangue da virgindade agia como o lubrificante perfeito para a nossa perdição. Ver os s***s dela balançando ritmicamente, os lábios entreabertos soltando gemidos altos e os olhos desesperados buscando os meus me levou ao limite da sanidade. ​Soltei as mãos dela das algemas da cabeceira. Ela imediatamente usou os braços para me puxar para baixo, cravando as unhas nas minhas costas nuas enquanto eu continuava cravando o pênis no fundo do sexo dela. ​— Eu vou gozar dentro de você, Ariadne — avisei, acelerando as estocadas ao máximo, enfiando e tirando o pênis em um ritmo frenético e impiedoso. — Vou encher a sua b****a virgem com o meu leite quente. ​— Vai! Goza dentro de mim! Me enche toda, Senhor Thorne! Me faz sua! — ela gritou, travando as pernas ao redor da minha cintura e puxando meu quadril contra o dela. ​As paredes vaginais dela começaram a sofrer espasmos violentos. O orgasmo de Ariadne a atingiu com a força de um tsunami; ela se contorceu inteira, gemente, arranhando meu peito enquanto a b****a dela apertava meu m****o como um vício. A sensação do orgasmo dela me fez perder o resto do controle. ​Segurei firme na cintura dela, enterrando o pênis até a raiz, e descarreguei jorros espessos e quentes de esperma diretamente no fundo do útero dela. Cada pulsação do meu ejaculado fazia Ariadne tremer e gemer mais alto, entregue totalmente à sensação de estar sendo preenchida pelo meu sêmen. ​Fiquei imóvel sobre ela por longos minutos, sentindo nosso sangue e nossos líquidos escorrerem juntos pela curva das coxas dela. A aluna brilhante agora repousava sob o meu corpo, marcada, g****a e definitivamente tomada. As regras do desejo haviam cobrado o seu primeiro tributo.
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