Ponto de Vista: Ariadne O mármore do saguão da Faculdade de Direito parecia mais frio do que o normal naquela manhã de segunda-feira. O barulho de conversas cruzadas, passos apressados e papéis sendo folheados preenchia o ar, mas para mim tudo soava como um ruído distante e sem importância. Eu vestia um blazer ajustado, uma saia lápis preta de corte impecável e saltos altos. Por fora, eu era a imagem perfeita da estudante dedicada de Direito. Por baixo da saia, no entanto, a realidade era brutal. Lembrei-me da ordem de Thorne no refúgio: sem calcinha. A cada passo que eu dava pelo corredor, o tecido da saia roçava diretamente no meu sexo sensível, que ainda guardava marcas e hematomas das invasões do final de semana. Uma leve lubrificação escorria pela parte interna da minha coxa a c

