Mary sem saber como, chegou a estufa sozinha. O caminho lhe pareceu bem familiar. Havia alguns criados ali, cuidando das plantações e limpando as folhas no pomar. Todos lhe faziam reverência quando ela passava por eles e até lhes sorriam. Mary se sentiu bem ali. Não pela reverência, que ela preferia que não fizessem, mas por sentir que ali ela estava fazendo parte de alguma coisa. Aquelas pessoas deviam a conhecer não só como a filha do rei, mas como amiga também. Ela conversou com alguns e foram bem educados com ela. E Mary sabia que não era porque ela era um tipo de autoridade, mas por a considerarem uma amiga. Ela conversou com todos e até riram de algumas coisas de quando ela era mais jovem. Contavam-lhe com prazer das suas travessuras. Eles não tinham expectativas sobre uma união dela

