Mary acordou. O perfume que sentira desde que chegou ali estava mais forte. Levantou-se e pé por pé, temendo que alguém a visse, se trocou, desceu as escadas e foi até a porta da frente. Indiferente ao perigo que havia lá fora, forçou a porta e saiu. A paisagem que se descortinava a sua frente arrancou-lhe lágrimas. O ar era cinzento, como fumaça que sobe do chão. E entre a fumaça. muitas formas de parecidas com pessoas mortas em várias posições. Ela acreditava que eram os criados que se arriscaram a sair da p******o do palácio e que os singates os arrastara até ali para causar pânico nas pessoas do palácio. Porém, ela não tinha medo deles e nem de seus truques. Ela saiu e foi caminhando sem rumo, pois não conseguia ver direito. Quando deu por si, estava no que um dia fora um jardim, cheio

