— Uma dança. Uma música. E nada mais. Ele sorriu, os dentes perfeitos e uma covinha no canto esquerdo. Kiera era imune àquilo. Não era a beleza exterior que lhe interessava. Mas sim a interior. A química que dois corpos poderiam produzir. O sabor do toque... Coisas das quais ela não imaginava ter com Nathan. Ele cordialmente, estendeu a mão para ela e fez uma reverência. Ela não deixou de sorrir. — Você é patético garoto. Ela segurou a mão dele e juntos foram até a pista de dança. — Olha, eu já estou na casa dos 30. — Sério, então é pra te chamar de coroa? — Se repetir isso ficarei inclinado a deixá-la aqui. — Duvido, Coroa. Ela continuava o olhar fixo a frente, mas ele a encarou, ainda sorrindo, ainda se perguntando como ela podia ser tão encantadora e respondona daquele jeito.

