Aquele nome, não era apenas a revelação de uma simples identidade, não se tratava apenas da mulher que seu irmão foi completamente apaixonado, mas não a ponto de enfrentar seu pai quando lhe exigiu que viajasse e ficasse lá o tempo que ele quisesse. Não... Era o nome da mulher que ele tirara tudo. Não com as próprias mãos, mas com as palavras. Com o jeito mais simples de destruir vidas. Nathan Bishop, estava apaixonado pela mulher cujo mandou assassinar o próprio pai. Havia destino melhor reservado para ele? Havia castigo pior? Do que amar uma pessoa que ele destruiu? Nathan precisou de um tempo até consegui mexer as pernas, e andar. Andar sem rumo, andar na chuva forte e na chuva fraca, andar até chegar ao porto de Albert Docks e sentar-se na beira da água, onde conseguia olhar para

