Helena sentiu o peso do silêncio entre eles, uma tensão palpável que não se dissipava com as palavras ditas. Ela sabia que aquele pequeno acordo poderia ser mais do que simples liberdade. Era uma a******a para algo que ela ainda não conseguia enxergar direito, mas que já sentia a presença, como uma sombra pairando por trás de cada passo que dava. Chacal observava-a com olhos intensos, como se esperasse que ela dissesse algo mais, talvez algo que explicasse o que se passava em sua mente. Ela não sabia o que ele queria ouvir, ou se ele já havia lido todas as entrelinhas do que ela não tinha dito. — Chacal... — Ela começou, hesitante, tentando encontrar as palavras certas. — Eu não sou daqui, e sei que às vezes parece que eu não pertenço a este lugar, mas... — Ela parou, tentando dar peso a

