o sol da manhã entrava tímido pelas cortinas, espalhando uma luz suave pelo quarto. Davina ainda estava deitada, o corpo aconchegado ao de Marcos, sentindo a respiração dele tranquila ao seu lado. Hugo e Liliana dormiam profundamente no quarto ao lado. Por alguns minutos, o silêncio foi absoluto — apenas o bater dos corações, o conforto da presença um do outro. Ela abriu os olhos devagar, ainda sentindo o calor do corpo dele. Marcos percebeu e virou o rosto, com um sorriso cansado, mas terno. — Bom dia, meu amor — disse ele, a voz rouca de sono, mas cheia de carinho. — Bom dia… — respondeu Davina, encostando a cabeça no peito dele. — Como você dormiu? — Melhor do que eu esperava — respondeu Marcos, acariciando o cabelo dela. — Depois da noite que tivemos, precisava disso. Preciso de vo

