Clara não conseguia parar de olhar para a tela de seu celular, os dedos tremendo ligeiramente enquanto o número desconhecido continuava a brilhar em sua tela. A mensagem parecia simples, mas o tom ameaçador a fazia sentir como se estivesse sendo observada a cada passo que dava. Ela olhou ao redor da sala, sentindo um calafrio subir pela espinha. Era como se alguém estivesse ali, em cada canto, esperando para dar o próximo movimento. Ela se afastou da janela, puxando as cortinas com pressa, como se isso fosse impedir qualquer observador invisível. Ela estava começando a se perder na paranoia. Não havia ninguém ali, não havia sinais óbvios de que alguém estivesse realmente vigiando-a. Mas algo dentro dela dizia que não era uma sensação normal. Algo estava errado. Algo muito maior esta

