Estamos fortemente armados e tínhamos um objetivo comum, nós queríamos destruir o Malvadão e toda a sua tirania. Entramos de vez no morro dele e os homens foram atirando. Eu seguir meu caminho até os vapores da praça e gritei.
— Perdeu, c*****o! — Todos levantaram a mão e se renderam.
— Chefe, nos estamos colados com o Cv! — Afirma um dos vapores.
— Cadê o p*u no cu do seu chefe! Nos estamos aqui para achar aquele cuzão. — Ironizo.
— Está no caminho das casinhas. — Afirma.
— Vamos, nos precisamos ir atrás daquele cuzão. — Rosno e seguimos. Vamos avançando enquanto trocamos tiros e por uma consciência. Acho o subdono do morro, ele tenta trocar tiro, mas lhe acerto na perna e na mão o fazendo cai. — Perdeu, c*****o! — Afirmo.
— Qual é, Payboy? — Pergunta.
— Qual é? Filho da p**a cadê o cuzão do seu chefe? — Pergunto bravo.
— Eu não vou dizer, morro sendo fiel aos meus princípios. — Diz e eu dou uma gargalhada.
— Fiel aos seus princípios? Pega ele Ratão, vamos ver os brinquedinhos de torturas do morro da Coroa! — Ordeno e seguimos atirando. Vou avançando e atirando. O rádio toca, eu o pego. — Fala, LK?
— Chefe, achei os planos sórdidos do Malvadão. Achei a casinha. — Fala sorrindo.
— Onde fica localizado a casa? — Questiono.
— Sentido Leste. Vamos organizar a situação. — Desligo o radio e sigo caminhando pelo morro. Encontro o Malvadão na minha frente e ele diz.
— Playboy, tanto fez que conseguiu me derrubar. EU caio, mas você vem comigo. — Diz levantando a arma, mas sou veloz e atiro acertando o braço dele. Sua arma cai e nesse momento os homens dele tomam a frente e iniciam o tiroteio. Corro para trás de um poste e iniciamos a troca de tiro. Os homens do CV também invadiram e ficamos trocando tiro, eu vir na hora que ele correu e conseguiu fugir.
— c*****o, ele está fugindo! Avancem. — Ordeno.
— Estamos avançando. — Afirma um vapor e seguimos avançando. Vamos trocando tiro e procurando por aliados a ele. Após um tempo nós já tínhamos rendido a todos.
Segui sentido rua leste e assim que vir o LK, ele sinalizou e eu seguir para perto dele. Me aproximei e fiz toque.
— Qual é? Me mostra essa p***a! — Ordeno.
— Aqui, olha só. O nome da facção deles seria Ante-CV. Ele estava mesmo fazendo um complô para nos destruir, iria fazer uma rebelião contra a nossa facção. — Informa.
— Filho da p**a, ele conseguiu fugir, mas esses matérias será o suficiente para todos do CV odiarem ele. Vamos dar um jeito. — Falo bravo. — Manda o Ratão trazer o subdono. Vamos torturar um pouco. — Ironizo.
— Sim, senhor! — Ele sai dali e eu fico observando tudo o que estava espalhado por ali. Eles tinham feito um quadro de investigação, tinha a foto do Miguel e das suas fraquezas, meus sobrinhos e sua esposa, a foto do Gabriel e das suas fraquezas, a Geovana e a Mirela, tinha uma foto minha e interrogações, ou seja, eu não tinha fraquezas. Fico observando a teia quando o Ratão chega com o Subdono.
— Aqui está ele, playboy. — Diz.
— Você vai falar o que eu quero ouvir ou eu vou matar você? — Pergunto.
— Não sou trairá. — Diz e eu me aproximo.
— Uma vez meu irmão obrigou um dos seguranças de uma boate a estuprar o dono, você quer dar o cuzinho? — Pergunto irônico.
— Você não seria capaz de fazer isso. — Diz e eu dou uma gargalhada e logo em seguida dou um tiro no seu joelho. — AI! Meu Deus! — Chora.
— Repita a p***a que você falou? Eu não seria capaz? Você não tem noção do que eu sou capaz. — Dou uma gargalhada.
— Me mate de uma vez. — Diz e cospe no chão.
— Ou você, coloca o p*u para fora, que o p*u no cu aqui está louco para escovar os dentes. — Falo irônico e ele estremece.
— Se eu falar você me mata com um único tiro? — Pergunta.
— Sim, eu te mato com um único tiro. — Falo sério.
— O Malvadão quer matar você e seus irmãos, ele que exterminar o CV para poder implantar seus sistemas. Para que possa se alinhar com as facções de São Paulo e dominar o mundo. — Confirma ele.
— Pobrezinho, eu atrapalhei os planos dele. — Ironizo. — Ele é um homem só, sem morro. Vou matar ele qualquer dia desses, uma hora ele vai aparecer. — Dou uma gargalhada.
— Tenha cuidado com o Malvadão. — Ele me aconselha.
— Medo do p*u no cu do seu chefe? — Pergunto ironizo e escuto uma voz feminina vindo daquele local.
— Socorro, alguém me ajuda. — Ela pedia desesperadamente.
— Tem alguém aqui, quem é a pessoa que grita do outro lado? — Pergunto a ele.
— Ela é a garota dele, do Malvadão! — O sub me informa.
— Abandono a princesinha? — Pergunto irônico.
— Deixa ela em paz. — Diz e eu do um tiro na cabeça dele.
— Filma essa p***a! — Rosno e Ratão pega o celular. — Malvadão, eu já descobrir tudo, você queria destruir o Cv, olha só, eu destruir seus planos sórdidos. — Ironizo. — Você assinou sua sentença de morte, pois o CV todo está atras de você, seu amiguinho me contou tudo, vou acender uma vela para que ele faça a passagem em paz. Você ama deixar as pessoas para trás. Deixou a sua mulherzinha, obrigada! Vou cuidar dela enquanto espero o seu retorno ansiosamente. — Ironizo.
— O que eu faço com esse vídeo, chefe? — Pergunta o Ratão.
— Pega essa p***a e envia para esse filho da p**a. Meu negócio agora é com a mina dele. Se ele gostar dessa mulher, ele vai procurar por ela no inferno e eu estarei lá esperando por ele com ela. Vou usar a mulher para atrair ele para minha armadilha. — Digo e saiu dali. Vou no caminho da porta e a mulher continua gritando e batendo na porta.
— Socorro, me tira desse lugar, por favor! Alguém me ajuda. — Diz e sua voz doce me causa um arrepio. — Pelo amor de Deus, eu imploro. Meu Deus, o que eu fiz de tão r**m nessa vida para esta passando por isso. — Ela fala sozinha e eu abro um sorriso involuntário. — Alguém me ajuda por favor. — Pedi.
— Garota, saia da frente da porta. — Falo.
— Quem é você? — Pergunta desconfiada.
— Saia da frente para que eu possa arrombar e te libertar. — Falo.
— Você faria isso? Não está brincando? — Pergunta.
— Estou falando sério, saia da frente. — Ordeno.
— Sim, eu já sair da frente da porta. — Fala e eu dou um chute colocando a porta abaixo. Entro de vez e dou de cara com uma linda mulher, ela tinha os cabelos negros e longos, um corpo escultural, sua pele era banca e seus olhos tristes.
— p**a que pariu! — Digo ao perceber o seu corpo nu.