Assim que estacionei o meu carro, entrei em casa e a Rapunzel estava deitada usando apenas uma camisa minha e minha cueca que parece cair muito bem nela. Confesso que essa mulher é linda para c*****o, nunca vir alguém tão bonito em toda a minha vida.
Fico analisando sua beleza quando ela desperta, tento perder o foco da beleza dela e de todo seu feitiço. Ela vem atenciosa e percebo que ela está iludida achando que sou um príncipe, corto-a e peço que se mantenha distante de mim.
Sigo para o meu quarto e assim que entro me surpreendo com toda arrumação, eu tenho certeza de que ela passou por aqui e fez tudo isso, até minhas roupas a mina organizou. Balanço a cabeça e vou até o banheiro tomar um banho. Visto uma bermuda e escuto o som de batidas na porta. Abro e olho para baixo vendo que ela fez um prato de comida para mim, que colocou um bilhete e eu não pude negar o sorriso, pois essa garota é louca, inocente e eu não sei como lhe dar com uma menina como ela, que não tem noção da p***a que está fazendo. Sou um homem m*l e ela é linda, um anjo.
Pego a bandeja e entro no meu quarto. Confesso que estou com fome e aproveitei para me alimentar. Confesso que a comida dela é muito gostosa. Pego a bandeja, e os utensílios sujos e levo para a pia, em seguida sigo para o quarto dela.
Observo-a olhando o morro pela janela do quarto, faço barulho com a garganta e ela olha para mim.
— Algum problema? — Pergunta.
— O que eu faço com você? — Indago.
— O que você quer fazer comigo? — Questiona.
— Quero te jogar nessa cama, quero comer você, mas sei que não vai aceitar isso. Peço novamente que se afaste de mim, não sou santo e você é uma delícia. Meus desejos são carnais, não tem anda haver com sentimentos. — Digo e ela abaixa a cabeça.
— Tudo bem, eu prometo que vou me manter distante de você. Me desculpa, pelo bilhete. — Diz e eu percebo o quanto ela ficou envergonhada.
— Você ficará bem, assim que o Malvadão morrer, eu prometo que te dou a sua liberdade. Você vai e vivi sua vida. — Digo.
— Para quer você vai me dar a minha liberdade? Como vou viver a minha vida, se ele arrancou os meus pais de mim e eu nem sei o que eu devo fazer, estou completamente perdida. — Abaixa a cabeça.
— Você vai encontrar um motivo para viver, é muito bonita. — Diz.
— Quando eu for, vou sentir saudades. — Diz e eu acabo sorrindo.
— Vai sentir saudades, nos temos 2 dias, não tem como você sentir saudades de mim. — Falo.
— Como eu vou esquecer a pessoa que me salvou? Você marcou a minha existência. — Fala e eu olho para ela.
— Entendido. Confesso que eu também vou me lembrar de você Rapunzel, dessa história maluca. — Abro um sorriso e meu telefone toca. — Fala, Rato!
— Chefe, a Danny está brigando feio com a Ingrid. Elas estão saindo na mão e o senhor precisa resolver de alguma forma. — Diz
— Marca 10 que estou indo. — Desligo e olho para a Fernanda. — Estou saindo. — Saiu do quarto dela e sigo para a praça. Assim que chego vejo a aglomeração de pessoas. Dou dois tiros para cima e rosno. — Que bagunça é essa no meu morro? — Rosno.
— Amor! — Danny diz com uma voz de p**a. — Essa garota está dizendo que sentou para você. — Ela faz bico.
— Você é a p***a de uma emocionada. Te como uma vez no mês e olhe lá. c*****o, para de criar caso que o morro todo senta para mim. Ela e todas as amigas tanto dela quanto as suas. — Digo frio.
— Amor, você é m... — Corto ela.
— Ou Ratão, me chamar para separar briguinha de p**a? Eu tenho mais o que fazer da minha vida. Coloca as duas na casinha e raspa a cabeça na máquina zero, não tenho paciência para p**a e você sabe disso. — Falo frio.
— Pelo amor de Deus, Playboy, não faça isso comigo! Sou sua mina, sou a única que senta todo mês, mesmo que uma vez, mas eu sento, as outras você pega uma vez e larga. Isso não significa alguma coisa? — Danni diz nervosa.
— Sim, significa que você não tem importância nenhuma para mim, p***a! Nenhuma de vocês tem importância para mim. Meto o p*u e largo lá. Qual foi o dia que eu demonstrei afeto, eu nem deixo vocês me tocaram. — Rosno.
— Ela é emocionada, não percebe que você não liga para ela, Playboy. — A Ingrid diz.
— Quero as duas carecas. — Rosno.
— Playboy, eu ... — Corto-a.
— Danny, você é uma v***a. Eu sempre te tratei e sempre vou te tratar assim. Se iludiu? Problema é seu. — Afirmo e o Ratão sai arrastando-as. — Onde já se viu, eu sair da p***a da minha casa para resolver putas que estão brigando. Vocês já sabem como são as leis aqui. Mete a máquina zero na cabeça e pronto, não tem essa. — Falo e saiu dali.
Sigo para minha casa e vou direto para meu quarto, pois estava muito cansado desse dia corrido. Meu Whatzapp apitou e eu vir a mensagem do Ratão.
Ratão: Fiz o que você mandou! Cortei o cabelo das duas.
Eu: Beleza! Assim elas aprendem.
Ratão: Irmão, eu sei que você pegou ar quando eu falei, mas c*****o, essa p***a é mais forte do que eu, ela é sereia, uma feiticeira, não sei se é possível! Me diz quem é a morena linda que estava na sua casa. Por favor, essa garota merece ser uma fiel, ela parece ser diferente das putas desse morro.
Eu: Esquece o que viu, ela não é para você. Vamos manter nossa amizade no lugar. Esqueça dela para seu bem, para nosso bem.
Desligo o telefone e me levanto. Sento-me na cama e o cheiro de melancia vem as minhas narinas. Eu confesso que a Fernanda é uma princesa, seu jeito doce, seu sorriso. As suas palavras despertam algo em mim, eu quero manter ela bem longe para ser forte.
“Todo monstro tem um coração, só as pessoas puras conseguem ver ele. As menininhas indefesas são puras, elas acreditam na humanidade das pessoas. Eu acredito que você tem um coração.”
— Rapunzel, você é linda para c*****o, sei que está me colocando em um pedestal e eu não posso me aproveitar da sua inocência. Quero me manter longe de ti. Os Gaviões colocaram os olhos em você e ficaram loucos. Eu confesso que estou me controlando, mas prometo que você vai ficar bem. — Digo e deito-me na cama pegando no sono.