Ainda inconformada com o fim do seu namoro com Damon, Maria Paula decidiu agir de outra forma.
Devidamente decidida a não sair de mãos a abanar, foi procurar Sónia e pedir a ajuda dela mais uma vez.
Quando chegou, Ermelinda levou - a ao jardim onde Sónia gostava de ler.
Linda saiu e Maria Paula começou a agir. Com lágrimas nos olhos aproximou - se de Sónia.
- Sónia! Sónia eu preciso da tua ajuda.
Sónia levantou - se e foi ter com ela.
- Maria Paula!? O que aconteceu?
Porque estás a chorar?
- O Damon terminou comigo.
Foi horrível. Ele nem me deixou falar. Estou muito m*l Sónia.
Eu o amo tanto.
- Não chores querida.
É claro que vou te ajudar. Além disso, nenhuma mulher tem mais capacidade para ser minha nora do que você.
- Obrigada Sónia. Mas o que vamos fazer? O Damon disse que não me ama e ele pode se apaixonar por uma mulher qualquer.
- Não. Eu Jamais aceitaria qualquer uma como minha nora.
Temos que fazer o meu filho entender que só tu és a mulher certa para ele.
- E como faremos isso?
- Bem! Para começar você tem que mudar de atitude. Deixe de ser tão controladora. O Damon não suporta isso.
- Tudo bem. Ele sempre disse que eu era grudenta demais.
- Então deixa de ser. Vai falar com ele e diga que mesmo o perdendo como namorado não o queres perder como amigo.
E se disseste qualquer coisa no momento de raiva, peça desculpas.
- Achas mesmo que ele vai acreditar em mim Sónia?
- Eu não sei. Mas, para o teres de volta tens que o reconquistar.
- Obrigada Sónia. Seguirei os teus conselhos e sinto - me muito melhor agora.
- Ainda bem querida. Eu gosto muito de ti e só desejo que sejas feliz com o meu filho.
- Isto só vai acontecer se ele me aceitar de volta. Caso contrário, não o posso forçar a nada.
- Eu sei. E lamento querida.
Neste momento só te posso ajudar dando conselhos. Se o Damon souber, vai me odiar para sempre e não posso perder o meu filho. Não posso.
Maria Paula foi embora pensando numa outra forma de ter Damon de volta. Ficaria atenta para saber se havia outra mulher na vida dele.
Decidida a saber o que estava a fazer, Maria Paula foi até à empresa e o viu falando com Zilena. Ela riu de alguma coisa dita por ele e em seguida foi até ao carro e partiu.
Isso a deixou furiosa e Maria Paula começou a criar um plano. Sabendo que precisaria do apoio de Sónia, decidiu esperar. Precisava de ter provas. Não sabia quem era a mulher.
E rir de alguma coisa dita por outra pessoa era absolutamente normal.
Por outro lado, Zilena foi para casa e terminou de arrumar as suas coisas.
Os seus pais disponibilizaram para ela a casa dos empregados. Deixaria lá as suas coisas até terminar a compra da sua casa.
O carro que ainda estava em condições ficaria com a mãe.
Mais tarde e enquanto fazia o seu último jantar, Zilena recebeu uma ligação de seu irmão.
- Oi Mano.
- Olá querida irmã. Como corre a arrumação?
- Muito bem . Farei a mudança amanhã porque farei uma viagem de trabalho na sexta-feira.
- Entendo! E terás ajuda?
Eu estarei livre amanhã.
- A empresa vai enviar os carros de mudança, mas precisarei de ajuda para que os homens sejam dirigidos à casa de nossos pais.
- Tudo bem. Chegarei às 6 horas para isso.
- Obrigada mano. Ficarei esperando. Bjos.
Zilena foi dormir satisfeita e mais calma.
No dia seguinte passaria a primeira noite na sua nova casa, teria um novi carro, três funcionárias e passaria a dar ordens.
Mas como seguia o exemplo da sua mãe, decidiu que seriam sempre pedidos.
Ela estava no bom caminho.