Os jornais comentaram a morte do Sheldow como queima de arquivo. Disseram que ele estava envolvido com a máfia e sabia demais ou foi vítima de vingança de alguém da máfia.
_ Máfia?
Não foi uma pergunta completa, mas o Dream entendeu.
_ Importação e exportação, lembra? Tudo o que não é tributado leva o nome de contrabando. Logo, máfia é um termo muito específico para abranger muita coisa. Não quer dizer nada para mim.
Continuou tomando café. Logo estaríamos no escritório. A lembrança daquelas mulheres na sala dele, me entristeceu.
_ Posso te pedir para não t*****r com "mulheres"?
Seu olhar analisou o meu rosto com estranheza, mas foi uma senhora analisada.
Suspirou espectativa _ Por que?
_ Porque eu sinto ciúmes. _ fui muito direta.
Ele continuou me olhando por um meio minuto _ Está bem _ concordou simplesmente.
Não houve nenhuma mulher atrás dele até o final de semana. Minha vida estava bem mais fácil no trabalho, mas em casa. Passava as noites entre gemidos e orgasmo, o Dream não dormia muito e acordava bem. Já eu, tinha no café o meu melhor amigo para não matar ninguém pela manhã.
E o sábado chegou.
Quinta feira
Chegamos na garagem, notei, pois o carro parou. Durante o caminho, Dream me sentou sobre seu colo, me beijou os lábios, o pescoço, apalpou os meus s***s e apertava a sua ereção sobre a minha v****a.
A porta do carro abriu, eu desci do colo do Dream, totalmente excitada, vermelha, o olhar desfocado, lábios inchados de tanto ser chupado, a minha v****a molhada, s***s duros como pregos, o pensamento no Dream como uma ideia fixa.
Ele saiu do carro e me agarrou com braços e lábios. Sua boca se enterrou na minha, ele me levantou em seu abraço, enlacei minhas pernas nele. No caminho para dentro de casa, ele me prendeu contra a porta e me beijou demorado. Entramos, indo direto para o quarto. Tirou a sua camisa e a minha, os meus sapatos e os seus. Tirei minha saia e ele sua calça.
Recomeçamos o amaço, agora na cama. Despiu os meus s***s e os juntou com as mãos para brincar, chupar, lamber e morder a ambos. Eu me esfregava na sua ereção como nenhuma deusa pura faria. Qualquer dia eu sento nesse pauzão e adeus contrato.
O medo de não poder mais ficar com ele é a única coisa que me impede de fazer isso. O desejo tanto que dói. Tá difícil não evoluir. Tá difícil encarar que eu não posso ser mais. Isso tudo é um sonho com prazo para acabar, um ano. Com condições extremas, sem sexo, sem amor, com descrição.
Ele ficou em posição de meia nove e me encarou _ Só se você quiser?
Sorri com a língua entre os dentes e ele retribuiu o meu sorriso. Comecei a chupa-lo sentindo os seus lábios deliciosos beijando o meu c******s. Aquele jeito suave de me chupar, minhas pernas desabaram na cama e eu fiquei molinha, relaxada, prestes a gozar. Sua língua contornou o meu c******s desenhando círculos na pele em de redor enquanto a pérola do meio crescia e aparecia para receber o beijo dos seus lábios e as chupadas da sua língua. Primeiro foi suave e gostoso, bem devagar.
O seu m****o delicioso estava com a ponta na minha boca. Girei a língua na glande e chupei assim, com as mãos no comprimento. O senti latejar. Achei que o Dream estava gostando e o aprofundei mais em minha boca. Fui chupando em vai e vem, torci para estar fazendo certo. Fazia os movimentos sobre o seu m****o, como se ele fosse uma língua, durante um beijo, só que bem maior.
Comecei a gozar, e gemia baixinho sobre o seu m****o. Girei novamente a língua em sua glande e depois aprofundei o máximo do seu m****o que consegui em vai e vem. O sentir latejar e continuei até que ele estremeceu e olhou para mim. Sem rosto de notava prazer. E ele estremeceu dando início ao g**o, mas eu o impedi de sair e ele gozou na minha boca.
Quando notou que eu engoli o seu sêmen, subiu até mim e me beijou carinhoso. Isso o comoveu. Eu não entendi o motivo. Foi bom, para mim, ter o seu prazer completo. Eu o queria todo. Tudo nele me cativava.
Será que ele percebeu?