O TRIBUNAL DA CARNE: O SACRIFÍCIO NO MÁRMORE DA MURALHA O meu p*u pulsava, um instinto primitivo rugindo dentro da minha carcaça, pedindo pra eu aproveitar a situação e tomar o que eu quisesse daquele corpo que tava ali, se oferecendo no meio de um incêndio químico. Mas o meu orgulho, maluco... o meu orgulho era uma montanha de ferro maior que qualquer desejo carnal. Eu não ia ser o cara que ia comer a guria enquanto ela tava delirando, perdidinha no mundo de Nárnia. Amanhã, quando esse veneno saísse do sangue dela e a ressaca moral batesse com força, eu queria que ela lembrasse de cada detalhe da humilhação, e não que ela tivesse a desculpa barata de dizer que deu a b****a para o "n***o animal" aqui porque tava fora de si, batizada por um suco de médico traíra. — Tu não vai me usar de e

