Capitulo 6

1312 Words
Aaron chegou ao final da tarde e me encontrou deitada na cama tentando dormir, ele dizia que passar o dia no quarto não fazia bem e que eu deveria sair. tentei ficar na cama embrulhada, mas ele puxou as cobertas de uma só vez, me arrepio com o ar frio repentino. - Que p***a e esse Ohana ? - ele perguntou olhando meu corpo - parece que você foi esfaqueada  - eu... eu só - não sabia o que iria fazer, não queria ele furioso com o pai ou com a namorada do pai, mas já havia mentido tanto para ele, era juto eu mentir sobre isso também ? - tive uma discussão com a mulher do seu pai e... - ela te fez isso? - ele se virou furiosos, meu deus, ia acontecer uma tragedia. - Aaron, foi um acidente, por favor não faça nada - sai da cama e corri ate ele segurando seu braço e fechando a porta que ele havia acabado de abrir - vamos apenas esquecer isso ok, deite aqui comigo, por favor  Aaron olhou a porta, depois seus olhos se viraram para mim, então ele sorriu de leve e me abraçou passando a mão de forma carinhosa em meus cabelos. o ato fez meus olhos encherem de lagrimas, mas as espantei com um movimento de minha mão, então o puxei para cama e nos deitamos juntos, ele acariciando meus cabelos e eu tentando não chorar. As vezes parecia que apenas ele conseguia me consolar,  a me fazer esquecer qualquer problema r**m, as vezes sentia que podia ficar para sempre em seus braços. ele era um ótimo amigo, um amigo maravilhoso. ficamos deitados ate o anoitecer, conversamos e brincamos, ele me falou de sua vida, de como sempre quis conhecer sua mãe, porem, ela morreu quando ele tinha 1 ano de idade, o pobre rapaz não se lembrava do rosto de sua mãe, sabia apenas o que via por imagens, fotos antigas. seu pai o criou sozinho, aos 19 anos Vincent estava com Aaron em seus braços, sozinho, estudando trabalhando e cuidando de seu filho pequeno. a pouco mais de um mês ou um pouco mais, ele havia conhecido Catarina e repentinamente ficado noivo. Aaron a odiava do fundo do coração e saiu de casa para ficar longe. Aaron estudava medicina como seu pai, e em dois anos ele iria começar a fazer residência no hospital. a maioria das pessoas se aproximava dele por causa de seu dinheiro ou pela fama de seu pai, então ele nunca havia tido um amigo de verdade, e isso foi o que ele sempre quis, um amigo para todas as horas.  - Me fala mais sobre você - ele pegou uma mecha de meus cabelos e enrolou em seu dedo me olhando - se vamos passar a noite aqui, e bom falar mais sobre você, quero conhecer essa ruivinha linda. - Não tenho nada ao que falar, me chamo Ohana, tenho 25 anos e tenho um padrasto terrível - falei simplesmente e sorri depois - eu sei que tem mais, vai ruivinha, me conta um pouco sobre você, eu confio em você, então confie em mim - ok - suspirei e sorri de leve - eu sempre sonhei em ter um grande amor, um amor como os dos filmes, mas minha realidade foi outra e eu desisti disso. minha mãe se chamava Mariene, mais todos a chamavam de Marry, ela sempre me contava sobre como conheceu meu pai e se apaixonou perdidamente por ele, ela engravidou e depois foram morar juntos. meu pai morreu no meu nascimento, ele se chamava Pedro, e agora. depois disso mamãe não conseguiu se manter sozinha, então ela casou com um homem chamado Francis, quando eu tinha 10 anos minha mãe morreu de problemas no coração e eu fiquei sozinha com ele ate hoje. eu terminei os estudos, mas não fiz faculdade nem nada, comecei a trabalhar sedo. - eu entendo pequena - ele  beijou minha testa - me diz, por sua mãe te deu o nome de Ohana ? - ela não deu, meu nome e Ohana Roux Gabrielli, antes era Gabrielli Roux, quando mamãe morreu eu pus meu nome de Ohana, família, pois eu não tinha mais uma família e precisava me sentir confortável sobre isso, sobre ter uma família, quando me tornei maior de idade mudei oficialmente par Ohana. se eu não teria uma família, teria pelo menos o nome - e por que teu padrasto tentou te m***r? - ele me puxou para mais perto. - ele não gosta de mim, estávamos brigando e acabou acontecendo, ele queria que eu aceitasse um trabalho, mesmo contra a minha vontade. - e você aceitou ? o trabalho - ele passou a mão delicadamente em meu braço.  - eu não queria, mas aceitei, então fiz, mas sinto que eles irão me pedir mais e mais coisas, acho que são gente perigosa, apenas sei que sinto muito medo o tempo todo, medo deles pedirem algo que eu não possa cumprir. - Ei - ele ergueu meu rosto, me fazendo olhar em seus olhos - eu estou aqui, e irei te proteger ok, você e muito importante para mim, não irei te deixar aos vento. sorri, não sei quantas vezes ele eu já havia tido isso, mas ele era simplesmente perfeito. Aaron me segurou pela cintura e me puxou colocando meu corpo no seu, seus movimentos eram lentos, mas firmes. de repente percebi o quão próximo estávamos, ele olhava em meus olhos e eu já não sabia o que fazer. seus olhos miravam o meu sem desviar. sua mão acariciou minha cintura e subiu para meu rosto, seu toque era quente e u já não conseguia me afastar, suas mãos eram macias e fortes, moveram-se de minha cintura para meu queixo de forma rápida. ele acariciou o maxilar ate que sua mão foi para trás de minha cabeça e me puxou para mais perto. seus lábios se aproximam dos meus, sua mão segurou em meus cabelos os puxando lentamente. seus lábios tocaram os meus em um beijo lento e doce, suas mãos dançavam em meu corpo me apertando e apalpando, uma de suas mãos agarrou em minha b***a e a outra puxou meu cabelo, seus lábios desceram para meu pescoço e meu corpo todo se arrepiou Aaron me puxou para cima de seu colo e intensificou o beijo, suas mãos se depositaram em minha cintura me fazendo esfregar minha i********e na sua, ele mordeu meu lábio e o sugou - Ohana ora de comer... hó - nos afastamos em tempo de ver Vincent na porta do quarto com uma bandeja, nela havia sopa agua e um frasco de comprimido - vejo que estão ocupados. - papai, você devia bater na porta, e se Ohana estivesse se vestindo? - Não baterei mais nessa porta, não entrarei mais aqui, não se preocupe - ele andou de forma dura e rápida ate a cama, por a bandeja na cama e saiu rápido, só da forma dele andar eu podia ver sua fúria. - Aaron, vá comer e ir para seu quarto estudar, e uma ordem Sai rápido de cima de Aaron e me arrumei, minha pele fervia, ainda sentia o rastro de seus beijos em meu pescoço, e o calor de seu toque em meu corpo me queimava. eu estava molhada e ofegante, não sabia o que fazer ou como agir, estava sem folego  - E melhor você ir Aaron, eu irei comer e dormir - sorri de leve ele me olhou por alguns segundos, vi nervosismo, mago, e irritação em seus olhos, ele se ergueu e saiu sem falar mais nada. eu o havia magoado, mais cara, não podia ficar com pai e filho, era errado, e hoje a noite eu iria fugir, não podia ficar com ele no mesmo quarto se eu quisesse fugir. e eu irei fugir
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