Capitulo 5

1200 Words
As vezes, quando se gosta muito de uma pessoa, e você e levemente louca como eu, você quer fazer de tudo para chamar atenção, e algo que eu aprendi na minha área de trabalho, sou obrigada a saber, na verdade. Nesse caso eu quero fazer de tudo para tirar a c****a com aplique da porta do quarto, já levei dois tapas hoje poxa, e muitos cacos de vidro, não quero ter que apanhar de novo, não e algo que eu goste. geralmente eu resolveria tudo na base da mentira, esculacho que ponta pé, mais como eu sou uma pessoa Boa pessoal... mentira não sou não. tentarei me defender, Só não posso estragar meu disfarce e volta e pra cadeia, francamente eu sou gostosa s mais pra ficar presa, e se essa pessoa fez tudo isso pra mim ser presa, nem quero saber o que ela vai mandar fazer comigo na cadeia. Então, eu resolvi fazer o mais sensato possível, ficar quieta e calada, pois sou adoravelmente adorável quando quero, quando ela entrasse no quarto, usarei simplesmente Vincent como escudo humano. era o mais sensato a se fazer. Vincent abriu a porta apenas um pouco, não deixando ela me ver, e basicamente rugiu para Catalina. vou confessar, eu amei ver isso. - Você fez a amiga do meu filho ficar machucada, se ele chegar e ver ela assim, vai me culpar e nossa relação, não está tão boa para mim arriscar uma briga por causa de um erro seu. não te amo tanto assim. Aquilo doeu, doeu muito, ele a amava. pode ser estranho eu ter começado essa historia já apaixonada por um homem que não me amava, e ter pulado os dias que levei para conquistar a confiança de Aaron, só que isso não foi importante, nem um pouco relevante. - Mais você precisa ficar trancado em um quarto com ela ? -  sua voz quebrou com o peso das palavras dele, ele a feriu como me feriu. Vincent podia ser c***l, muito c***l, tão c***l quanto bonito. - Eu sou um medico, sempre estou trancado dentro de uma sala com alguém, se você não aguenta isso não precisa continuar nessa casa nem comigo. gosto que respeitem meu trabalho, e se você não pode fazer isso, bem, a porta de fera e a serventia da casa. ele fechou a porta de uma sé vez, e eu tive que respirar algumas vezes, podia não ver seus olhos ou suas feições, mas sabia que estava ferida  magoada, eu me sentia assim, sabia que ele havia feito isso para t*****r comigo, mas após ver essa demonstração de fúria com a própria noiva, apenas para t*****r. eu já não o via como antes, ele não era o mesmo homem que eu conhecia, ou que eu achava conhecer. ele me olhou passando as mãos em seus cabelos, ato que ele sempre fazia quando tentava se acalmar. seus olhos azuis me sondaram de forma fria, fria de mais. - Não me olhe assim, sabe que odeio que tentem mandar em mim, e odeio ainda mais ciúmes - ele voltou para a cama e tentou me tocar, mas me afastei - Love não faça isso - Ohana, meu nome e Ohana, não Love, não quero que me trate assim, não sou seu brinquedinho - tentei me levantar, mas ele me segurou me puxando novamente para a cama -  me solta - Se quer ficar nessa casa, vai ter que me escutar, e sua obrigação me ouvir - Ele agarrou meu pulso, o olhei assustada e furioso. - Esta me machucando Vincent, me solta por favor  - tentei puxar meu braço, mas não conseguia, ele era forte de mias para mim - por favor  - Desculpe Ma... Ohana, desculpe e que eu não quero perder você, mas para ficar aqui comigo, você precisa ser obediente ok, seja obediente querida, e então poderemos ficar aqui - você me quer apenas como amante, um brinquedo, Vincent, eu sou mais do que um brinquedo que os homens usam sou humana, tenho sentimentos, por favor entenda isso. - Ohana, você não me deixa escolha, se não me obedecer, terei que tomar atitudes drásticas, e não quero ter que fazer isso - ele acariciou meu rosto, parecia implorar por algo. fiquei calada, ao que ele se referia? eu ir a cadeia ou apenas contar para Aaron quem eu realmente era? eu estava com medo, tinha medo de perder meu único amigo, medo de perder ainda mais minha liberdade, ou falsa liberdade. mas do que realmente eu iria sentir falta ? minha liberdade ou do meu amigo que me ensinou a como usar ela? - Tudo bem, mas quero ir para meu quarto, por favor, preciso descansar, minhas feridas ainda doem, não aguentaria nem um toque seu, preciso descansar  ele me avaliou um pouco, seus olhos sondando meu corpo, para saber se eu estava falando a verdade ou não, então sorriu de forma calma e beijou minha testa, pondo meus cabelos atras da orelha. - tudo bem, realmente a muitos cortes em você, vá para o quarto, deite e descanse, irei falar com Catalina, não quero a ver triste assim, não seria justo com ela, preciso acalmar ela. - Obrigado  Sorri e sai rápido da cama, me espreguicei de forma disfarçadamente e sai do quarto tranquilamente, quando finalmente cheguei em meu quarto e pensei que poderia descansar em paz e chorar, dei de cara com Catalina sentada em minha cama me olhando. - vejo que esta bem cuidada - ela sorriu e se levantou andando ate mim  - O senhor vincent e muito atencioso, cuidou bem de meus ferimentos e me mandou ficar de repouso ate que Aaron chegue, no final da tarde - posso saber quanto tempo você planeja ficar nessa casa? se dependesse de mim já estaria no olho da rua e claro - Assim que Aaron permitir, ele diz que veio passar uma semana na casa do pai e quer que eu fique aqui para poder cuidar de mim, já que fui atropelada - olhei o seu ar de satisfação e isso me encheu de ódio -  e agora que fui tão ferida por vidros e bofetadas, creio que talvez precise ficar um pouco mais aqui  Ela faltou explodir em chamas, eu sabia, sentia seu ódio, mas ela não podia me tocar, a não ser que quisesse Aaron furioso com ela, e consequentemente o pai também. Então, quando ergueu a mão para me acertar, ela suprimiu a raiva e e apenas fechou a mão e baixou seu braço - espero que você se limite a consultas medicas com  meu marido - noivo - sorri, e novamente vi o brilho da raiva surgir em seus olhos e se apagar. - Apenas se limite ao seu quarto, tenho muito ao que fazer e sua presença me cansa muito. ela saiu batendo a porta, todo o ódio que estava sentindo sumiu, a adrenalina se esvaiu e cai de joelhos no chão. estava farta disso, farta de tudo. talvez vocês achem que eu estava me vitimizando, mas eu não me importo, não aguentava mais, não queria mais tudo aquilo. foi quando eu decidi, iria fugir ao amanhecer, quando o sol estivesse nascendo e todos dormindo.
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