Fudeu, fudeu lindamente.
Cara a namorada do Vincent queria conversar comigo, e se ela soubesse que eu e ele tínhamos uma história? Estaria ela com raiva de mim? Ela contaria para Aaron quem eu realmente era? Eu voltaria para a cadeia ? minha mente voava de uma lado para o outro em desespero alucinante. Ela me olhava com uma calma calculada, seus olhos claros me sondando de forma fria, seus dedos batiam sobre a mesa, me senti em um filme de terror.
Abri a boca para falar, lhe dar uma desculpa que me permitisse ir embora. porem, antes de conseguir pensar em algo, Aaron desceu correndo e veio em minha direção com meu celular em sua mão. salva pelo príncipe encantado
- Aqui, estava tocando lá em cima, atendi e disseram que era seu advogado. - ele me olhou um pouco serio e preocupado - algo aconteceu? por que precisa de um advogado ruivinha ?
minha felicidade se esvaiu como água em minhas mãos, era o advogado, ele me daria mais uma ordem. olhei Aaron com o coração em minhas mãos, eu iria lhe ferir, meu coração murchava a cada movimento.
- Obrigada - Peguei o celular e sai da mesa indo para o lugar mais afastado dos dois que eu conseguia - Olá
" - Senhorita Ohana, que prazer falar com a senhorita novamente "
- Não estou com paciência nesse momento, diga logo o que quer e me deixe voltar a minha vida
" - Como pode chamar aquilo de vida? Dormi com dois ou três homens por dia? ou pior, ser presa, você e bonita de mais para ficar presa minha querida "
- Bem que você gostaria de dormir com tantos homens assim não é? agora diga logo, o que você quer de mim ?
" - Bem senhorita, devo dizer que estas a fazer um excelente trabalho, já conseguiu a confiança do jovem senhor Campbell"
- Como sabe disso? - olhei em volta nervosa e falei mais baixo.
" - Acha mesmo que a deixaríamos andar sozinha por essas ruas sem a devida supervisão? Não, não, não, não, de forma alguma, estamos vigiando você senhorita, estamos de olho em você, para que você não fuja de nós"
- Ok senhor fantasma de plantão, agora diga, o que está querendo de mim? - tentei não gritar.
" - Bem, a pessoa que me contratou gostaria de saber se o jovem senhor Campbell está apaixonado por você? "
- Não sei dizer, ele me trata bem se e isso que quer saber.
" - Vocês já transaram senhorita Roux? "
- Vai te f***r, eu não vou responder a isso, e invasivo e não e da sua conta.
" - Minha paciência não é eterna senhorita Roux, diga logo. Já transou com ele? "
- Não, não fizemos isso nem nada parecido, agora posso desligar? Sua voz me da ânsia de vômito
"- seja mais gentil senhorita Roux, logo irei terminar. bem querida, você precisa ter relações com ele, a e não se preocupe, não esta proibida de ficar com o pai, apenas precisamos que fique com o filho também, conquiste-o, sabemos que e capaz. encante o filho como fez com o pai."
- Não quero fazer isso, não posso brincar com ele dessa forma, e um bom rapaz.
"Manteremos contato, tenha um bom dia "
Ele desligou o celular antes que eu pudesse falar algo, quase joguei meu celular no chão quando ele desligou. minha vida estava sendo controlada e eu odiava isso, essas correntes que me seguravam, me aprisionavam. Respirando fundo peguei o celular do chão e passei a mão em meu rosto secando as lagrimas, voltei para a cozinha e apenas Catalina estava lá batendo suas unhas na mesa como se Aaron não houvesse cortado nosso contato visual. tentei passar direto mas a mesma me chamou, congelei de uma só vez, cada fibra de meu corpo me mandava ir embora, porem eu não podia da motivos para essa mulher me odiar... ainda mais do que ela parecia me odiar. lentamente me virei para ela e fiquei calada esperando.
- Disse algo Catalina?? - perguntei tentando parecer gentil. quem já foi obrigada a falar com a atual de seu Ex, sabe do que eu estou falando
- você não me engana queridinha - fiquei surpresa ao escuta-la - você quer Aaron e Vincent, eu sei, conheço as da sua laia, só te digo uma coisa, então preste bastante atenção em minhas palavras pois odeio repetir - ela se levantou e andou ate mim - fique longe do meu homem. Pode ficar com o moleque.
- Desculpa te decepcionar "Queridinha", mas Aaron pra mim já e o suficiente, não preciso do seu coroa, mais se quer tanto assim se rebaixar pra uma garota, por causa de homem, fica a vontade pois esta se saindo muito bem.
Eu sorri e quando ia me afastar me surpreendi com um t**a que quase me derrubou sobre a mesa. A olhei assustada e incrédula, ela sorriu com minha reação, antes que eu pudesse fazer algo, fui atingido por outro ainda mas forte, me desequilibrei e tentei me segurar na mesa mas Catalina me empurrou com o pé e eu cai junto a toalha e tudo o que tinha em cima dela. copos, tigelas e pratos caíram sobre mim, minha visão ficou turvo minha cabeça girou e senti algo quente escorrer por minha cabeça e braços, tentei me levantar mas apenas me feri mais em meio aos vidros no chão. Catalina soltou uma exclamação e me virei para a olhar, porem ela não estava no alcance de minha visão, então apenas me sentei tentando tirar os cacos de vidro sobre mim, mas eles arranhavam minha pele, apesar de esta coberta de sangue, isso não me incomodou nem um pouco, o problema era a dor e o vidro.
- Mais que diabos esta acontecendo aqui? - vi a silhueta de Vincent descendo as escadas, quando me viu no chão coberta de sangue, ele veio correndo, ignorando a presença de Catalina - Nana, oque ouve?? deus do céu, você esta coberta de sangue, venha, vou te ajudar
- Não precisa amor, foram só arranhões - Catalina falou de forma calma e sorrio.
- Saia da frente, ajude as empregadas a limpar isso e fique longe ate eu descobrir oque aconteceu - ele rosnou, Catalina deu dois passos para trás assustada, porem logo se recompôs e começou a chamar empregadas para limpar
Ele me pegou em seus braços e me levou escadas a cima ate chegar em seu quarto, me colocou em cima da cama e trancou a porta, foi ate o banheiro e pegou uma caixinha, me deitei na cama e tentei ficar o mais confortável possível, mas tudo doía e ardia. e meu primeiro pensamento foi, Aaron vai surtar.
- Como isso aconteceu ? - ele se sentou a minha frente e começou a limpar a ferida em minha cabeça.
- Simples, você ainda não adestrou sua nova c****a, então ela me atacou para marcar território. - olhei para o lado, minha visão ainda estava embaçada mais eu conseguia ver seu peito nu nitidamente. foi quando a pergunta surgiu em minha mente, por que ele esta seminu trancado em um quarto com uma mulher que não era a mulher dele ?
- minha c****a ? - ele sorrio de leve enquanto limpava os ferimentos
- Catalina sabe. cabelos perfeitos, corpo perfeito, olhos perfeitos e uma personalidade podre - bufei - veio falar comigo sobre você e acabou me batendo quando eu disse que ela era i****a por se rebaixar daquela forma a qualquer uma, também disse que não te queria, e só isso que lembro, depois tudo girou. a sim, e falou de mim e de Aaron também, como se fosse da conta dela o que eu faço com ele.
- Odeio ciúmes - ele bufou e começou a limpar as feridas de meu braço, então suas mãos pararam e ele me olhou com aqueles olhos azuis frios - Nana, você já transou com meu filho ?
- Claro, teu filho e o maior transudo da galáxia, a gente vive subindo pelas paredes a todo momento - revirei os olhos irritada - claro que não, somos apenas amigos, ele me respeita, diferente das pessoas que fazem essa pergunta para mim.
- Vocês dormiram juntos - ele insistiu ignorando minhas palavras.
- sempre dormimos juntos, mas ele nunca me toca... bem, ele me abraça, mais apenas isso. eu juro - desviei o olhar, apesar de minhas desconfiança sobre ele, não queria que pensasse que eu estava ficando com Aaron.
- entendi
- esta com ciúmes e ? - sorri brincando
- Eu não, só não quero ficar com a mulher que meu filho fica, não seria bom para nossa relação.
- estou me sentindo uma garagem agora - bufei e me afastei quando ele terminou de limpar todos os meus ferimentos.
- e a garagem mais gostosa que já entrei - ele sorriu e me puxou para seu colo. devo admitir que não resisti muito.
- Essa foi a frase mais broxante que já me disseram - sua mão passou pelo meu pescoço e agarrou meus cabelos com força me fazendo virar a cabeça de uma vez para o olhar.
- Acho que tudo isso foi ate bom, tenho a minha ruiva na minha casa apenas para mim, a qualquer momento que eu quiser - seus lábio passaram pelo meu pescoço lentamente fazendo meu corpo se arrepiar.
- Sua c****a de Plantão não vai gostar - Sorri sentindo um beijo em meu ombro.
- Como se ela fosse saber, eu não vou contar, você vai? - Sua mão passou pela minha cintura até chegar em minhas coxas.
- Ela vai ouvir a gente - fechei os olhos e prendi a respiração, seu toque me deixava arrepiada, em chamas, era difícil resistir a ele, aos seus beijos.
- Não estamos fazendo nada ainda para ela ouvir - Sua mão começou a massagear minha i********e por cima da roupa, Vincent sempre teve controle completo sobre meu corpo, era ele me tocar e eu derretida
Vincent me jogou na cama e retirou rapidamente minhas roupas me deixando apenas de calcinha e sutiã, então me puxou novamente te para seu colo e me arrumou sentada e encostou minhas costas em seu peito forte, era difícil aguentar tudo isso, todos os toques, todas as caricias. as mãos de Vincent eram experientes na hora do prazer, ele sabia onde tocar e como tocar.
Uma de suas mãos desceu de uma vez meu sutiã e começou a massagear meu seio enquanto sua boca capturou a minha e sua língua invadiu minha boca em um beijo feroz e possessivo
- Vincent, meu amor, por que trancou a porta? Oque está acontecendo ai? - Catalina gritou do outro lado da porta.
- Estou cuidando da bagunça que você fez - Vincent respondeu ainda massageando meu seio - Agora me deixe trabalhar
- E para isso você precisa trancar a porta??
- sim, prezo a privacidade das minhas pacientes - um dedo adentrou a minha i********e e não aguentei, um grito escapou de minha boca fazendo Vincent sorrir de forma satisfeita.
- Que grito foi essa Vincent, foi um gemido? Tem alguém gemendo ai dentro? abre essa porta antes que eu a derrube.
- Estou tirando caco de vidros das pernas de Ohana, então por favor não me atrapalhe - A mão que segurava meu peito o apertou mais forte, Vincent segurou no bico e o torceu meu fazendo gemer novamente
- Vincent abre a porcaria dessa porta agora - ela gritou
Com um grande suspiro Vincent me jogou na cama sem o menor pingo de gentileza, pegou minhas roupas, me jogou a parte de cima de minha blusa que eu nem a menos havia percebido que ele tirara, e jogou o short embaixo da cama, enquanto ele se levantava eu vesti a blusa rápido e me enrolei no lençol, me deitei e fechei os olhos.
Eu sentia que ia apanhar.