Eros Mancini O silêncio na casa de Yan era opressor, quase como se o ar estivesse carregado de algo sombrio, e a tensão só aumentava conforme entrávamos em cada cômodo. Nico, o detetive que Henry havia trazido para ajudar, liderava a investigação com uma confiança que quase me fez sentir um leve alívio. A polícia já havia feito uma varredura, mas algo me dizia que não haviam olhado de perto o suficiente. Algo estava ali, esperando para ser encontrado. Quando entramos no pequeno quarto atrás de Nico, o delegado parecia perder um pouco da paciência. Ele havia já falado em voz alta o quanto achava que essa busca não levaria a lugar algum. Mas eu sabia que havia mais naquela casa do que um simples rastreamento. Algo me dizia que ele havia deixado algo para trás. Nico, com seus olhos atentos

