Alan Férias na casa da vó no interior, era tradição de família. Só que esse ano estava diferente. Eu, com vinte e dois, já não era o moleque que jogava bola no quintal. E minhas primas, T. e a M. não eram mais as pirralhas chatas de antigamente. De alguma forma, entre um Natal e outro, tinham virado duas jovens que paravam o trânsito. A T., mais alta, loira, com uns olhos claros que pareciam te julgar e te desejar ao mesmo tempo. A M., morena, cabelo cacheado, corpo curvilíneo que ela nem tentava disfarçar com shorts curtíssimos e tops minúsculos. A tensão sëxual na casa era palpável desde que cheguei. Elas riam muito perto de mim, se esfregavam sem querer (ou querendo muito) quando passavam pelo corredor, e os olhares… püta que pariu, os olhares eram diretos, pesados, cheios de uma cur

