Capitulo 3
Narrativa do autor
Na manhã da visita, o céu estava nublado. Melina vestiu a roupa simples que mandaram usar e prendeu o cabelo. As mãos suavam, o coração disparava a cada passo até o portão do presídio. O som das trancas, das portas batendo, o olhar frio dos carcereiros — tudo aquilo pesava mais que as próprias correntes.
— Documento — disse o homem da guarita.
Ela entregou, sem conseguir erguer os olhos.
— Primeira vez? — ele perguntou.
Ela só assentiu.
Atravessou o corredor comprido, os muros altos, o ar abafado que cheirava a ferro e medo. Cada porta que se abria atrás dela parecia fechar uma saída.
Quando o carcereiro apontou a sala da visita, ela sentiu as pernas fraquejarem.
— Espera aqui — disse ele, antes de trancar a porta.
O tempo parou.
Quando a outra porta abriu, Jimi Bravo entrou. O uniforme laranja não apagava a presença dele. Alto, ombros largos, olhar firme. Dois anos de prisão e ainda carregava o mesmo ar de quem manda.
Melina prendeu a respiração.
Ele parou no meio da sala, os olhos fixos nela.
— Quem é você? — perguntou, a voz grave, rouca.
— Melina... — respondeu quase num sussurro.
— Te mandaram?
— Sim... o Gino... disse que era pra eu... — ela gaguejou, sem terminar a frase.
Jimi bravo ficou em silêncio por um tempo, como se estudasse cada detalhe dela. O olhar dele não era de curiosidade — era de domínio, de alguém acostumado a ter o que quer.
— Gino sempre teve bom olho — murmurou, mais pra si mesmo do que pra ela. — Quanto tempo faz que tu mora lá no morro?
— Desde que nasci.
— Então já devia saber que promessa feita pro chefe não se quebra.
Ela abaixou a cabeça, o coração disparado. O medo se misturava com algo que ela não entendia — algo que a fazia querer olhar pra ele de novo, mesmo sabendo que não devia.
Jimi Bravo se aproximou até ficar perto o bastante pra ela sentir o peso da presença dele.
— O morro anda bagunçado. Muita gente esquecendo quem manda. Mas quando eu sair... tudo vai voltar pro lugar. — Ele parou, o tom baixo, frio. — E você... você vai continuar por perto.
Melina ergueu o olhar, confusa.
— Eu?
Ele deu um meio sorriso, lento.
— É. Tu. — E completou: — Agora que eu vi teu rosto, o Fubá inteiro pode cair que eu não esqueço mais.
Jimi puxou Melina pela cintura sentou e botou ela em seu colo.
Ela sentiu o volume que se formou embaixo dela. Tentou levantar más Jimi Bravo não deixou. Perguntou sério pra Melina: quantos anos você tem? -
19 ela respondeu.
Você tem namorado? Melina olhou para ele e disse; Nunca namorei porque não tenho tempo pra isso. Jimi Bravo ficou sério e disse: quer dizer que você é virgem? Ela assentiu com a cabeça afirmando e já tremendo.
Você sabe o que tu veio fazer aqui né ? Melina afirmou balançando a cabeça.
Então tira a roupa pra mim vai coisa linda, Melina tirou a blusa ficando de top branco e logo em seguida tirou a leguin ficando de calcinha e top em pé tremendo ele falou pra ela não precisa ter medo vou ser gentil com você, porque é a tua primeira vez.
jimi tirou o macacão laranja e ficou só de cueca,Melina engoliu seco,foi puxada por ele com brutalidade e jogada na cama Melina se assustou deu um grito ele tampou sua boca dizendo para ela não ter medo que ele só ia dar prazer pra ela. Tirou sua calcinha devagar quando terminou ela tampou a i********e com as mãos.ele segurou suas mãos acima da cabeça olhando para seus lábios carnudos ele se aproximou e beijou com intensidade ela sentiu sua i********e formiga de uma maneira que ela gemeu em sua boca.
Ele foi descendo beijando sua barriga e dando vários chupões para deixar sua marca, abriu suas pernas bem devagar e com carinho ela tentou fechar ele deu um tapa estalado na sua perna, dizendo :- não fecha deixa assim e ficou ali parado observando aquela mulher lisinha Jimi Bravo não aguentou e caiu de boca, Melina respirou fundo e relachou ele deu um sorriso de canto. Jimi não fazia oral em p**a mas Melina mecheu com algo dentro dele, ele sentia que ela estava rebolando devagar e gemendo baixinho ele falou com aquela voz rouca ; geme pra mim minha gostosa pode se soltar.. Melina foi se soltando suas pernas começaram a tremer ela segurou a cabeça do Jimi buscando mais contato e gemeu alto dizendo Jimi ahhhhhh isso,ele ficou ali ate lamber todo o mel dela quando ele olhou para Melina ela estava vermelha igual a um tomate.
Jimi tirou sua cueca e disse para Melina. - Você é deliciosa cheirosa e só minha, não quero ninguém te tocando.
Jimi puxou Melina iniciando um beijo intenso ela sentiu sua i********e formiga outra vez.
Jimi puxou Melina para seu colo beijando sua boca ela não disse nada só se deixou levar Jimi tirou sua cueca e o p*u pulou pra fora Melina assustou com o tamanho e disse com os olhos arregalados... Isso não vai dar,eu não vou aguentar, ele sorriu de canto dizendo - é só relaxar, ele começou a dedilhar seu g***o ela relaxou gemendo alto Jimi encaixou ela com as pernas trançadas na sua cintura e foi pincelando seu p*u devagar empurrando devagarzinho Melina gemia abraçada no seu pescoço rebolando devagar quando Melina relachou rebolando devagar Jimi direcionou e segurando sua cintura empurrando de uma vez, Melina deu um grito que foi sufocado por ele com um beijo na mesma hora ela ficou mole sua cabeça caiu em seu ombro quase desfalecendo de dor. Jimi bravo ficou nervoso tirou Melina do seu colo beijando sua boca dando selinho e chamando pelo nome. Melina princesa não faz isso vai por favor Jimi correu no banheiro pegou água jogou no rosto da Melina,ela estava meio atordoada.
Abraçou com Jimi nervosa dizendo doeu muito, porque você fez isso?
Jimi bravo pegou em seu queixo apertando puxando para si, para de frescura já acabou.
Melina se assustou do jeito que ele a puxou. Quando ela olhou pro m****o do Jimi que ainda estava duro assustou com tanto sangue em seu m****o. Nem Jimi tinha visto.
Jimi puxou Melina para seu braço e fez carinho levou ela para o banheiro e deu banho nela se lavou enrolou uma toalha nela e disse vamos comer? Ela olhou séria pra ele e disse pode terminar o que começou.
Jimi deitou ela naquela cama minúscula e começou a penetrar devagar o rosto dela mostrava o desconforto. Jimi sabia como fazer e foi indo devagar ela respirou fundo e relachou gemeu dizendo vai mais rápido ahhhhhhhh ele começou a meter forte ela sentia as estocadas fortes e gemia gostoso Jimi Bravo foi a loucura botou ela de quatro e socou fundo gemeu dizendo você é muito apertada gostosa isso mexe pro seu homem e dava tapas em sua b***a ela sabia que ia ficar marcada,mas estava adorando àqueles chingamentos puxão de cabelos mordidas nas costas chupão em todo o seu corpo.
Jimi deu tudo de si e gozou em cima da sua barriga gemendo alto e falando.
Apartir de hoje você é só minha niguem te toca todas as visitas quero você aqui.
Só saí de casa se eu deixar.
Você é minha tá no meu nome e ponto.
Melina ouviu aquilo como se fosse uma sentença de juiz,ela disse: - você não pode fazer isso, eu trabalho estudo.
Jimi Bravo deu a ordem: você não trabalha mais só estuda mas Gino vai todas as noites te buscar pra levar e trazer no colégio e ponto. Vamos comer.
O silêncio que veio depois pesou no ar.
Lá fora, o som distante das chaves e dos passos ecoava pelos corredores.
Melina não sabia o que responder. Parte dela queria correr, outra parte parecia presa ali, naquele olhar que misturava ameaça e destino.
Quando o carcereiro voltou pra avisar que o tempo tinha acabado, Jimi Bravo não desviou os olhos.
— Pode deixar ela sair — disse, calmo. — Mas anota o nome. Eu quero saber quando volta.
Ela saiu cambaleando, sem entender direito o que tinha acabado de acontecer. O peito doía, o coração batia descompassado, e as mãos tremiam sua i********e ardia e doia muito.
Gino estava esperando do lado de fora, encostado no carro.
— E aí? — perguntou, com o mesmo sorriso frio de sempre.
— Ele... ele mandou anotar meu nome.
Gino soltou um assobio curto.
— Então se prepara, Melina. Porque quando o chefe marca um nome... não é pra esquecer.
Ele viu as marcas em seu corpo e o jeito torto que ela sentou no banco do carona mas ficou em silêncio.
Ela olhou pro horizonte cinza, pro muro alto do presídio e pro céu fechado.
Sabia que, de algum jeito, a vida dela tinha acabado de mudar.
E lá dentro, atrás das grades, Jimi Bravo acendeu um cigarro e soltou a fumaça devagar, com um sorriso no canto da boca.
— Reivindicada — murmurou, baixo.
— Ela nem sabe, mas já é minha.