Ele assentiu, sério agora. — Eu sei. — respondeu. — E, pra constar, antes mesmo de você entrar, eu já tinha colocado ela no lugar dela. — Colocou pouco. — murmurei, mas um sorrisinho escapou. Ele riu. — Vem cá. — pediu, abrindo o braço pra mim. — Não vou te dar nada não. Vai tomar banho de cadeira ergométrica. — resmunguei, só de birra. Comecei a virar pra porta. — Vai pra onde? — ele perguntou. — Vou ali fora ver se alguém mais quer “não ser só secretário do meu marido”. — respondi, pegando na maçaneta. — E depois você vai me levar pra almoçar. Eu, você, e esse neném que quase passou m*l na aula de Neuro hoje. Ele riu alto. — Manda quem pode, né, senhora Montezano? Virei só a cabeça, dei um sorriso rápido. — E obedece quem tem juízo, senhor Montezano. Saí do escritório do Dav

