KELLY NARRANDO Eu abri a porta já com o sorriso pronto, aquele sorriso bobo que não saía da minha cara desde que a Isa começou a entupir meu w******p de foto de Paris. Quando o Fábio entrou, a primeira coisa que ele fez foi me olhar de cima a baixo, com aquele jeito dele de homem que já entra se sentindo em casa. Ele encostou a porta com o pé, enfiou as mãos nos bolsos da calça social e arqueou uma sobrancelha. — Que cara é essa, dona Kelly? Tá com sorriso de quem ganhou na loteria. Eu ri, dei as costas pra ele e fui andando na direção da sala. — Ganhei sim. — joguei por cima do ombro. — Minha amiga tá em Paris, sendo paparicada por um bilionário. Isso pra mim é quase ganhar na loteria também. Ele veio atrás, o cheiro do perfume caro dele tomando o corredor do meu apê. — A Isabela,

