DAVI NARRANDO Porra, quando eu senti o corpo dela ceder e meu p*u entrar de vez, eu achei que ia perder os sentidos. O aperto era uma coisa de louco, parecia que a b****a dela ia me esmagar. Era quente, úmido e tão, mas tão justo que eu tive que enterrar as mãos no colchão pra não gozar ali mesmo, só com aquele impacto inicial. Eu vi a lágrima escorrer no olho dela e aquilo acabou comigo. Eu sabia que estava doendo, mas o jeito que ela me olhava, com aquela mistura de dor e uma entrega absoluta, me deixou maluco. Eu puxei o rosto dela e dei um beijo lento, tentando passar calma, enquanto minha mão voltava pro quadril dela, segurando firme. — Respira, loira... relaxa o corpo em cima de mim — sussurrei contra a boca dela, sentindo o coração dela batendo desesperado contra o meu peito. — J

