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DAVI NARRANDO Cara… é incrível. Quando eu acho que vou ter um dia de paz, alguma merda aparece pra testar minha paciência. — c*****o… — resmunguei, passando a mão no rosto. — A Bianca tem a coragem de vir aqui. A cara de p*u dessa mulher não tem limite. Eu ainda tava sentado à mesa do café, tentando manter a calma, quando o Romeu avisou que ela tinha sido autorizada a entrar só pra pegar as coisas. Só isso. Nada além disso. — Ainda bem — falei baixo, mais pra mim do que pra alguém — que a Isabela tirou tudo do quarto. Porque se tivesse ficado uma meia sequer lá dentro, essa mulher ia querer invadir minha casa. Foi aí que eu vi a Isabela se levantar da cadeira. — Onde você vai? — perguntei na hora, já sentindo o sangue ferver. Ela me olhou com aquela calma perigosa. — Ué. Vou recebe

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