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Obrigada a ser Babá da filha do Traficante

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Blurb

Deco nunca foi um homem comum. Frio, calculista e completamente imprevisível, ele construiu sua fama como um mercenário sem alma, alguém que não hesita antes de puxar o gatilho. Quando é chamado por um antigo amigo para assumir o comando de um dos morros mais perigosos do Rio de Janeiro, o Morro de São Carlos, ele aceita sem pensar duas vezes. Poder, respeito e controle, era tudo o que ele precisava, ou pelo menos era o que ele acreditava.Mas a traição vem de onde ele menos espera.A mulher que dividia sua cama e carregava seu sobrenome o apunhala da pior forma possível. Desesperada para salvar a própria vida, ela foge levando a única coisa que realmente importa para Deco: sua filha. Consumido pela raiva e pela sede de vingança, ele inicia uma caçada implacável. E quando finalmente a encontra, ele não hesita. Ele nunca hesita.Só que aquele erro custaria mais caro do que ele imaginava.Helena, uma jovem simples que sobrevive vendendo bolos e doces pelas ruas, presencia tudo. No lugar errado, na hora errada. E agora, com um segredo mortal nas mãos, sua vida nunca mais será a mesma.Deco poderia matá-la. Seria o mais fácil. Mas ele faz pior.Ele a leva.Arrancada da sua realidade e jogada no coração do morro, Helena é obrigada a viver sob o mesmo teto que o homem mais temido da comunidade. Sem escolha, sem saída, ela recebe uma única missão: cuidar da filha dele.Amar a herdeira de um monstro.Entre o medo constante, a convivência forçada e os segredos que ameaçam vir à tona, Helena se vê presa em um jogo perigoso, onde o homem que destruiu sua paz também pode ser o único capaz de protegê-la.Mas até quando?Porque no mundo de Deco, amor e obsessão andam lado a lado, e fugir nunca foi uma opção.

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Prólogo
Deco Narrando Olá Meus amores, mais uma história começando. QUER FICAR POR DENTRO DE TUDO? Fotos dos personagens, spoiler e falar diretamente comigo? Na bio do meu ïnstagram @autora.vihfelix tem o link do grupo de leitoras e no grupo tem o meu número. fiquem a vontade e é só me chamar. BOA LEITURA AMORAS ❤️ *** Pörra, mano, nunca pensei que minha vida ia virar essa mërda toda. Eu tava lá, no asfalto, resolvendo meus bagulho, quando o celular vibrou. Era o Sombra, o chefe do comando, mandando um convite que não se recusa. Reunião, brotei lá e veio a responsa. — Deco, o morro de São Carlos tá sem dono. Quero você lá em cima assumindo tudo. Fiquei um tempo olhando pro nada, pensando. Eu não tinha experiência com morro, com tráfico, com essa parada de subir o morro todo dia e mandar no varejo. Meu lance sempre foi outro. Mas desafio é desafio. Aceitei na hora. — Beleza, Sombra. Tô dentro. Casado com a Janaína há seis anos, com a nossa Luna de dois aninhos no colo, eu imaginava um futuro diferente. Dinheiro, respeito, talvez até sair dessa vida um dia. Mas quando subi o morro com elas, carregando as malas e a menina agarrada no meu pescoço, já senti que tava entrando num buraco sem fundo. O cheiro de pólvora misturado com maconha, os olhares dos caras que já tavam lá em cima me testando, os tiros distantes ecoando como se fossem fogos de artifício. Achei que ia ser fácil. Eu sou do crime, não sou santo, mas tráfico é outra parada. É pior. Muito pior. Os primeiros dias foram de guerra interna. Tive que mostrar serviço, botar ordem na bagunça, trocar tiro com os rivais que queriam tomar o ponto. Janaína tava quieta demais. No começo eu achava que era o choque de subir o morro, de trocar o asfalto pela favela. Mas aí os comportamentos estranhos começaram. Ela ficava horas no celular, saía dizendo que ia no salão, voltava com cheiro de perfume caro que eu nunca tinha comprado. Luna passava o dia inteiro com a empregada, a Zélia, que ficava presa dentro de casa cuidando da menina sem poder nem descer pra comprar pão. Janaína queria viver descendo pro asfalto, voltar pra vida de antes, de luzes, shoppings, festas. — Amor, você tá saindo demais — eu falava, tentando não demonstrar a desconfiança que já tava me corroendo por dentro. — Relaxa, Deco. É só pra relaxar um pouco. Essa vida aqui em cima tá me sufocando. Eu mandei seguir ela. Contratei dois caras de confiança pra ficar na cola sem ela perceber. Um dia o telefone tocou e o relatório veio como um soco no estômago. Janaína, a mulher que eu jurei amar pra vida inteira, a mãe da minha filha, tava se encontrando com um alemão. Traíra do Carälho. Eles se viam num motel discreto no centro, ela rindo, ele passando a röla nela como se fosse dono. Meu sangue ferveu. Peguei a pistola, entrei no carro e fui pra casa voando, coração batendo feito tambor. Cheguei em casa püto da vida, pronto pra acabar com tudo. — Onde ela tá, Maria? — gritei, já abrindo a porta do quarto com o pé. A empregada tava branca, tremendo. — Patrão... ela saiu. Levou a Luna, disse que nunca mais ia voltar. Falou que tava cansada dessa vida, que merecia coisa melhor. Fiquei louco. Gritei, quebrei tudo que tinha na frente. A casa virou um caos de vidro e madeira rachada. Minha mulher, a única pessoa que eu confiava de verdade nesse mundo de traíra, tinha me apunhalado pelas costas e levado minha filha. Juntei os homens na boca do morro. Todo mundo armado, olhar sério, sabendo que o chefe tava no limite. — Escuta aqui, Carälho! — berrei, voz rouca de ódio. — A Janaína me traiu. Levou a Luna. Quero todo mundo descendo agora. Procura em cada canto dessa cidade. Quando achar ela, Vou matar sem dó. E trazer a Luna de volta. Minha filha não tem culpa dessa vadïa ser a mãe dela. Os caras tavam todos ligados, mas eu não ia ficar só mandando. Desci com eles, pistola na cintura, raiva queimando no peito que nem brasa. O Rastreador do celular dela tava piscando, um dos meus falou, mostrando o aparelho. O ponto tava se movendo rápido, saindo da cidade em direção à rodovia. Acelerei a Hilux preta, três motos atrás de mim, farol apagado pra não chamar atenção. O coração batia forte, mas a mente tava fria. Traição se paga com chumbo. A gente alcançou o carro dela uns quinze minutos depois, um Corolla branco que eu mesmo tinha comprado. Ela tava dirigindo nervosa, Luna no banco de trás no cadeirão. Mandei os caras fechar os dois lados. Buzina, pisca-alerta, tudo bloqueado. Janaína freou bruscamente no acostamento, olhos arregalados no retrovisor. — Para o carro, pörra! — gritei pela janela aberta. Ela tentou acelerar, mas as motos já tavam na frente, bloqueando. Desci da Hilux com a glock na mão. Os homens cercaram o veículo, fuzis apontados, ninguém ia escapar. Janaína começou a tremer, batendo a mão no volante, desespero puro no rosto. Abri a porta do motorista com força, agarrei ela pelo cabelo e arrastei pra fora. Ela caiu de joelhos no asfalto sujo, gritando feito louca. — Deco, pelo amor de Deus! Não faz isso! A Luna tá aí, pensa na nossa filha. — Cala a boca, sua vadïa traíra. — rosnei, voz rouca de ódio. — Você födeu com um alemão, levou minha filha, achou que ia fugir? Ela se arrastava no chão, lágrimas misturando com maquiagem borrada, mãos estendidas pedindo misericórdia. — Socorro! Alguém me ajuda! Ele vai me matar. Os carros passavam devagar na rodovia, gente olhando mas ninguém parava. Medo fala mais alto. Levantei a pistola, braço firme. Encomendei a alma, a Deus ou ao Dïabo. E foi Um tiro só. O estampido ecoou seco. A cabeça dela tombou pra trás, sangue espirrando no asfalto. Janaína caiu mole, sem vida, olhos ainda abertos de pavor. Respirei fundo, o peso saindo um pouco do peito. Olhei pro banco de trás, Luna chorando alto, assustada mas viva. Um dos caras já tava pegando ela com cuidado. Quando levantei a cabeça, o sangue ainda quente, vi ela. Uma garota, uns dezessete ou dezoito anos, parada na minha frente, e uma cesta na mão, mochila nas costas, olhos arregalados me encarando. Testemunha. Püta que pariu. — Carälho... — murmurei, sentindo o estômago revirar. Não era pra ter ninguém ali. Uma menina inocente vendo tudo. Meus homens olharam pra mim, esperando ordem. Eu fiquei congelado um segundo, pistola na mão, o corpo da Janaína aos meus pés e aquela garota me olhando como se eu fosse o dïabo em pessoa. Não vai ter jeito, vai comigo pro morro. Ou é isso, ou terei que encomendar mais uma alma. E assim a lista vai só aumentando.

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