Deco Narrando
A Lucélia pegou duas long neck e me entregou uma.
— Toma, Deco. Pra esquentar o clima.
Abri a minha, ela abriu a dela, batemos as garrafas num brinde rápido.
— Saúde, gata.
Bebi um gole devagar. Não sou muito de bebida, mas não falei nada pra não fazer frescura. Fiquei ali segurando aquela long neck por uma eternidade, só molhando os lábios de vez em quando enquanto ela falava e ria, toda solta.
Depois de um tempo ela me olhou com aquele olhar safado e perguntou:
— Você dança, Deco?
— Eu? Nem füdendo. Prefiro ficar aqui sentado só olhando você dançando pra mim.
Ela sorriu, mordeu o lábio inferior. Começou a tocar um funk pesado, daqueles que faz o popozão trabalhar. Lucélia virou de costas pra mim e começou a rebolar devagar, descendo bem agachada e subindo rebolando aquele bundão gostoso pra Carälho. O vestido subia um pouco, mostrando a coxa grossa, a pele lisinha brilhando. Ela jogava o cabelo pro lado, olhava pra trás com cara de safada enquanto o quadril não parava de girar no ritmo do grave. Era hipnotizante, a bünda empinada balançando de um lado pro outro, redonda, firme, do jeito que deixa qualquer macho louco. Eu só fiquei ali, sentado, com o paü já latejando dentro da calça, assistindo ela dançar funk bem gostosa na minha frente.
De repente eu levantei, cheguei por trás e passei o braço pela cintura dela, puxando ela contra meu corpo.
— p***a, tu tá me matando assim, Onde fica o quarto, hein?
Ela deu uma risadinha safada e pegou na minha mão.
— Vem comigo.
Subimos as escadas, ela na frente rebolando de propósito enquanto eu olhava aquela bünda subindo degrau por degrau. Chegamos no quarto dela, luz baixa, cama arrumada. Assim que fechei a porta, eu virei ela de frente pra mim. Não beijei na boca. Virei o rosto dela pro lado e colei meus lábios direto no pescoço macio, chupando devagar, sentindo o cheiro dela me deixando ainda mais louco. Minhas mãos desceram pro vestido, puxei as alças pros lados e fui tirando devagar, deixando o tecido escorregar pelo corpo dela até cair no chão.
Os peïtos dela pularam livres, firmes, b***s já durinhos. Eu abaixei a cabeça e comecei a mamar neles com vontade, chupando um enquanto apertava o outro com a mão, depois trocava. Lucélia gemia baixinho, segurando minha cabeça contra o peito.
Ela não perdeu tempo. Desceu a mão, abriu o botão da minha calça, puxou o zíper e desceu tudo junto com a cueca. Meu paü pulou pra fora já duro pra Carälho. Lucélia se ajoelhou na minha frente, olhou pra cima com aqueles olhos pidões e meteu na boca gulosa pra pörra. Ela chupava com fome, descendo fundo, babando tudo, a língua girando na cabeça enquanto a mão massageava as bolas. Era uma mamada daquelas profissionais, barulhenta, molhada, sem pressa mas com muita vontade. Eu segurava o cabelo dela e gemia:
— Carälho, Lucélia... assim tu vai me fazer gozar rapidinho...
Ela não parou, só acelerou, chupando mais forte, olhando pra mim enquanto engolia quase tudo. Não aguentei. Gozei forte dentro da boca dela, jato atrás de jato. Ela engoliu tudo sem derramar uma gota, limpou o canto da boca com o dedo e sorriu satisfeita.
Levantei ela, joguei na cama e peguei a camisinha no bolso da calça. Coloquei rápido, já posicionado entre as pernas dela. Lucélia abriu bem as coxas, a büceta lisinha e molhada brilhando. Eu segurei na cintura e meti tudo de uma vez, socando fundo na büceta quente dela.
— Ahhh... pörra, Deco... — ela gemeu alto, cravando as unhas nas minhas costas.
Comecei a estocar forte, fundo, sentindo ela apertar em volta do paü. O quarto encheu de barulho de pele batendo contra pele, gemidos e o som molhado da büceta tomando vara. Ela rebolava por baixo, pedindo mais, o corpo todo suado e quente. Eu segurava aqueles peïtos enquanto metia sem parar, cada vez mais rápido e mais fundo, até sentir ela gozando forte, tremendo inteira, apertando meu paü lá dentro.
Ela tava gemendo alto enquanto eu socava na büceta dela, mas de repente Lucélia agarrou minha bünda e puxou mais fundo, falando com a voz rouca de tesäo:
— Deco... bota no meu cüzinho agora... eu quero sentir você me füdendo gostoso.
Eu parei a estocada, tirei o p*u da büceta dela, ela ficou de quatro rapidinho, olhei praquela bundona empinada, abriu as pernas, separando as nádegas com as próprias mãos. O cüzinho rosadinho piscava, todo lisinho, cuspi no cü dela, e já mirei o paü.
— Relaxa esse räbo, vai... — falei, encostando a glande no cüzinho.
Empurrei devagar no começo. O anelzinho apertado resistiu um pouco, mas ela fez força pra relaxar e eu fui entrando. Centímetro por centímetro, o cüzinho dela engolindo meu paü grosso. Era quente pra Carälho, bem mais apertado que a büceta. Lucélia gemeu alto, mordendo o travesseiro:
— Ai, Carälho... vai devagar... tá me abrindo toda...
Quando eu tava quase todo dentro, comecei a meter mais firme. O cüzinho dela apertava meu paü como se não quisesse soltar. Eu segurava na cintura dela e socava cada vez mais fundo, vendo a bundona balançar a cada estocada. O barulho era molhado, obsceno. Tirei quase tudo e meti de uma vez, arrombando aquele cü gostoso. Lucélia gritava de prazer, rebolando o räbo contra mim, pedindo mais:
— Mais forte, Deco! Me föde, föde meu cuzinho... ai, que delícia...
Eu acelerei, metendo sem dó, o saco batendo na büceta molhada dela. O cuzinho ia ficando mais folgado, mas ainda apertava pra Carälho. Peguei no cabelo dela, puxei pra trás e meti com tudo, fundo, rápido, sentindo o cü dela piscar em volta do meu paü. Ela tava louca, gemendo sem parar, a bünda vermelha do impacto.
Não aguentei muito tempo naquela delícia. Senti o g**o subindo e meti bem fundo, gozando forte dentro da camisinha enquanto tava todo enterrado no cüzinho dela. Fiquei ali pulsando, esvaziando tudo.
Tirei o paü devagar, o cuzinho dela ficou entreaberto, vermelho. Tirei a camisinha cheia, dei um nó e descartei no lixo do quarto. Lucélia ficou deitada de lado, nua, suada, com cara de quem levou uma föda boa, a bünda marcada e o corpo relaxado.
Eu comecei a pegar minhas roupas espalhadas no chão e fui vestindo.
— Vou voltar pra festa já — falei, puxando a calça pra cima.
Ela virou o rosto, ainda ofegante, e sorriu:
— Deco, eu quero te dar outras vezes, viu? Quando você quiser.
Terminei de abotoar a camisa e respondi sem enrolação:
— Beleza. Quando eu tiver afim eu mando chamar você.
Ela deu uma risadinha safada e ficou me olhando enquanto eu terminava de me vestir. Saí do quarto ainda sentindo o cheiro dela no corpo, descendo as escadas pra voltar pro barulho da festa.
Porque, mulher agora vai ser assim, pente e rala. Não vou dar mais confiança pra nenhuma.