GETÚLIO... CONTINUAÇÃO Os burburinhos ecoavam no auditório, as lamentações, os olhares de acusação, o julgamento diante, do que estava relatando, quem diria que eu mesmo um dia poderia expor o que fiz ou deixei de fazer, mas ser acusado do que eu sei e sinto que não fiz, pois não ouço a voz da Lala, na minha mente. Esse tormento eu não pagarei. Quando eu tinha dezessete anos, fui exposto ao ridículo, pela colega de faculdade, Lívia, nascida e criada, no nosso meio, nossa turma de amigos, era um quinteto até legal, nossas saídas nunca foram marcadas, simplesmente aconteciam. E um dia não me recordo o motivo que o travesti, que também matei anos depois, havia desfeito de algo que falei e a Lívia desfez de mim, aquilo foi o estopim, não suporto ser contrariado, chega sinto palpitações pelo

