Prazer e Êxtase

1291 Words
Ayla sentia sua b****a pulsar conforme ele se movimentava devagar, gemia e arfava com o prazer, um arrepio subia pelo seu ventre e fazia ondas de prazer percorrer seu corpo, era uma sensação surreal, Henry arfava, sem tirar os olhos dos olhos dela, em expectativa, até que parou, ela quis protestar, o olhou confusa, mas ele disse: _Quero seu juramento a mim. Ela entendeu que ele queria uma garantia e disse: _Eu, alpha Ayla, juro ser fiel e leal a você, alpha Henry, apesar do nó que nos prende ser o que me assusta, serei somente sua, mesmo que seu desejo queira acorrentar meu espírito e o meu corpo seja o seu altar, serei teu sustento e salvação. _Por toda a eternidade será minha de corpo e alma?- perguntou Henry já voltando a se movimentar _Sim- disse ela dominada pelo prazer. _Jamais a deixarei partir e se mesmo assim, me abandonar, a perseguirei, não lhe darei paz, nem mesmo no além túmulo e irá descobrir que meu amor não tem portas, só paredes- disse ele ofegante Ayla sentia prazer e temor, Henry falava como alguém que tivesse loucura, mas ainda não havia loucura nos olhos dele e sim uma paixão doentia e obsessiva, tão descontrolada e perigosa quanto a loucura e sussurou: _Henry... Ele calou a boca dela com um beijo profundo e dominador, a língua enroscada na língua dela como se quisesse prendê-la, sugava enquanto gemia e aumentava o ritmo em possuí-la, era tudo ainda mais intenso do que antes para os dois, a apertava num abraço forte como se ela pudesse fugir até que as ondas de prazer deram lugar aos orgasmos e dessa vez ele ejaculou duas vezes seguidas, se contorcendo pelo êxtase, urrando e esfregando o rosto com força no pescoço dela, aquilo era inédito pra ele e sabia que era pra qualquer um, Ayla sentia o prazer dele pelo magnetismo e chegou ao ápice com ele que sentiu o júbilo dela e assim ejaculou seguidamente, ela percebeu que aquilo nunca tinha acontecido antes, seus magnetismos se misturavam, trocavam sensações, foi incrível, ele levantou o rosto pra ela, estava ofegante, com o coração batendo a mil e tinha o olhar fascinado pra ela, deu um beijo casto nos lábios dela e com voz falha pela emoção que sentia, disse que a amava, m*l tinha se recuperado quando a puxou pra sentar no colo dele lambendo o pescoço e os s***s dela, a língua dele queimava a pele, o p*u dele pulsava dentro dela, queria mais, ela começou a se mexer devagar e ele a falar o mantra que nunca esqueceu, eu te amo, ela repetiu com ele e entre gemidos e gritos de prazer, se olhavam procurando o prazer do outro no olhar, sussurravam o nome um do outro, suas mentes apenas nas sensações que sentiam, esfregavam seus corpos, lambia seus rostos e pescoço, alisavam seus corpos num frenesi desenfreado de orgasmos e satisfação, se perderam no tempo até que pararam, espasmos percorriam o corpo de ambos, ele sentado no chão com ela no colo com as pernas em volta dele, se abraçavam, ele alisando as costas dela que envolvia o pescoço dele, ela encostou a cabeça no ombro dele, Henry se sentia tão feliz, tão realizado que sorria sem perceber, sentia que tinha lágrimas nos olhos, sofreu tanto sem ela, ela era insubstituível na vida dele, a afastou colocando a mão no rosto dela, notou que ela parecia cansada, linda, ele ainda estava e******o, mas satisfeito e também queria ficar só agarrado a ela, ouvindo seus corações no mesmo compasso, sentindo o cheiro do sexo deles, começou a se levantar devagar, ela quis se levantar do colo dele que a reteve pedindo pra ela esperar, saiu de dentro dela sentindo incômodo e uma certa contrariedade, não a soltou e se levantou com ela no colo dizendo pra irem pro quarto, se deitaram de lado na cama, de frente um pro outro, ainda agarrados, se acomodaram envolvendo seus corpos, ela estava calada e Henry sabia que ela não dormia, mas agora estava com sono, sentiu seu coração transbordar de amor por ela quando ela animou o rosto no pescoço dele esfregando o nariz e logo cochilou, mas ele não, algo o fazia ficar em alerta, não era instinto, era medo de que se dormisse, ela sumisse ou tudo aquilo fosse um sonho, estava cansado, seu corpo ainda assimilava a transformação, mas toda vez que ia cochilando, acordava sobressaltado, a apertava, cheirava e beijava a cabeça dela até que foi vencido pelo cansaço, despertou com ela se mexendo, tentando se levantar, ele a segurou perguntando o que ela queria, Ayla disse que iria ao banheiro que ele continuasse deitado, ainda era noite, mas ele não deu ouvidos e se levantou a puxando dizendo que iria com ela, Ayla sabia que não teria mais privacidade pra nada, aquilo a incomodou, mas ficou quieta, se lembrou de outro alpha com quem viveu no futuro inexistente, fazia a mesma coisa, ficava dentro do banheiro com ela esperando, era com custo que ele esperava na porta, mas tirou esses pensamentos da mente e aproveitaram pra tomarem banho juntos, ela pediu pra tocá-lo como quisesse, ele aceitou e sentiu seu t***o aumentar só com o tom da voz dela que começou a deslizar as mãos pelo corpo dele, o masturbava encostando o m****o dele em suas dobras, pediu com voz sensual que deixasse ela o beijar como ela queria, foi um beijo delicado e cheio de domínio, sem pressa, em sintonia com as sensações de prazer, havia um sabor incomum na lingua dela que deslizava pela língua dele mostrando como iria subjugá-lo, com o que ela tinha de maior poder sobre ele, o prazer, ele gozou segurando a cabeça dela, cortando o beijo com um gemido alto e longo, isso o deixou ainda mais encantado, quando ela se ajoelhou diante dele e começou a chupar o p*u dele, sentiu suas pernas fraquejarem, estava muito sensível a qualquer toque ou gesto dela, a visão dela de olhos fechados o saboreando, a boca quente e macia dela engolindo seu m****o, a língua delicada massageando todo seu comprimento o fazia gemer alto sem controle, precisou apoiar as mãos na parede quando gozou de novo, sentiu que ela gozou também, ela se tocava e gozou outra vez seguida, já tinha perdido as contas do quanto tinha gozado desde que começaram, isso nem importava, tinha orgasmos que nunca sentiu antes, sem ejacular e era intenso, como ondas, não queria que acabasse, queria que ela se sentisse tão subjugada quanto ele pelo prazer que davam um ao outro, tinha plena consciência de que ela o dominava com o sexo, o corpo dela era realmente seu altar de adoração e tinha plena convicção de que era capaz de tudo de bom ou r**m se ela se negasse a ele algum dia, jamais aceitaria não a tocar, ela iria continuar, mas ele a puxou e disse: _Minha vez agora. Ela arfou quando ele se ajoelhou diante dela, Henry apoiou uma das pernas dela no ombro e ao passar a lingua em toda a extensão da i********e dela, sentiu o mesmo gosto de quando a drenou, o sabor a excitação dela era o melhor gosto que já tinha sentido, Ayla sentia sua b****a pulsar e quando ele sugou seu c******s sentiu outra onda de prazer, era ele que se masturbava e gozava, ele parou pra soltar um gemido alto e se curvar, seus orgasmos eram compartilhados um com o outro, então ela pediu pra voltarem pra cama, disse que também queria chupar o p*u dele, era o que ela mais gostava, Henry rosnou de excitação, a pegou rápido no colo e foram pra cama onde ambos se saborearam sentindo prazer por horas.
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