Uila Barros 24 anos dona de uma beleza e de um corpo surreal cabelo pretos ondulados caindo quase no quadril , cinturinha fininha , quadril largo e desenhado olhos cor de mel pele branquinha e delicada .
Ela olhou todos os cinco candidatos de cima a baixo todos era altos mais de metros de altura como ela tinha exigido, eram altos fortes musculosos
mais teve que chamou a atenção dela
Cabelo preto tracos asiático 35 anos se chamava yuan
Ela olhou nos olhos deles nao conseguiu disfarçar o desejo que surgiu
Ela olhou pros demais e disse saiam
Ficou so ela e o yuan...
Será que voce vai conseguir me proteger de verdade?,Ela olhou dentro dos olhos dele e alem de ser meu segurança tambem ser meu baby?...
Yuan permaneceu em silêncio por um instante.
Não desviou o olhar dela nem por um segundo.
Os olhos dele eram firmes, calmos… como se nada ao redor fosse capaz de abalá-lo.
— Depende do que você chama de “proteger de verdade”, senhorita Barros — ele respondeu, a voz grave e controlada.
Uila inclinou levemente a cabeça, analisando ele com mais cuidado agora. Não era só o físico. Não era só o currículo impecável. Havia algo nele… uma presença pesada, segura demais para ser coincidência.
Ela deu um passo à frente, sem medo.
— Eu não sou uma mulher fácil de proteger — disse ela, firme. — Não estou falando só de câmeras ou seguranças na porta. Estou falando de alguém que não falha quando importa.
Yuan assentiu lentamente.
— Eu não falho.
A resposta simples, direta.
Isso fez um pequeno silêncio cair entre os dois.
Uila soltou um leve sorriso de canto, como se estivesse testando ele.
— E sobre a outra parte… — ela continuou, agora mais baixa, mais provocativa sem exagero — você consegue além de ser meu segurança também ser meu… baby?
Por um segundo, o ambiente pareceu ficar mais pesado.
Yuan piscou devagar.
Não parecia surpreso.
Mas também não parecia confortável.
Ele respirou fundo, como alguém que mede cada palavra antes de soltar.
— Eu fui contratado para te proteger — disse ele. — O resto depende de limites.
Uila manteve o olhar firme, mas o sorriso dela não sumiu.
— Limites podem ser ajustados.
Agora foi ele quem deu um meio passo à frente. Não invasivo. Só o suficiente para deixar claro que ele não recuava fácil.
— E perigos também — respondeu Yuan, mais baixo. — Se alguém quer te contratar um guarda-costas, é porque já existe risco. Misturar isso com emoções… pode ser um erro.
Uila o observou em silêncio por alguns segundos.
Depois cruzou os braços, ainda encarando ele como se estivesse decidindo algo importante.
— Então me prova que você não é um erro — ela disse por fim. — Começa amanhã. Você está contratado.
Yuan apenas inclinou a cabeça.
— Eu estarei aqui.
Mas ao sair da sala, havia algo no olhar dele que não tinha sido dito em voz alta.
E Uila percebeu…
que aquele não era apenas um guarda-costas entrando na vida dela.
horas depois Yuan já tinha saído da sala quando o som da porta se fechando ecoou no silêncio luxuoso do escritório de Uila.
Mas a presença dele ainda parecia ficar ali.
Como se o ar tivesse mudado.
Uila ficou alguns segundos parada, olhando para o mesmo ponto onde ele esteve.
Depois caminhou até a janela de vidro do chão ao teto, observando a cidade lá embaixo. Carros pequenos, pessoas anônimas… tudo parecia distante demais para alguém como ela.
Ela cruzou os braços.
— “Eu não falho…” — repetiu baixinho, como se testasse a frase na boca.
Um sorriso lento surgiu.
Não era ingenuidade. Era interesse.
E talvez um pouco de desafio.
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Do outro lado do prédio, Yuan descia o elevador em silêncio.
Dois seguranças do edifício o cumprimentaram, mas ele apenas assentiu com a cabeça.
Quando saiu na rua, o vento bateu forte no seu casaco escuro. Ele não apressou o passo. Nunca apressava.
No bolso interno, retirou uma pequena ficha: “Uila Barros — perfil de risco nível elevado”.
Ele já tinha decorado aquilo antes mesmo de entrar na sala.
Mas não era o relatório que ocupava sua mente agora.
Era o olhar dela.
Direto demais.
Confiante demais.
E a forma como ela tinha dito aquilo…
“Você consegue além de ser meu segurança também ser meu baby?”
Ele soltou um leve suspiro pelo nariz, quase imperceptível.
— Problema… — murmurou para si mesmo.
Mas não soava como reclamação.
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Naquela noite, Uila chegou em casa acompanhada de dois seguranças antigos.
A mansão era enorme, iluminada por luzes frias e modernas. Tudo perfeito demais… e vazio demais.
Ela tirou os saltos na entrada e caminhou descalça pelo corredor.
— Amanhã… — ela disse para si mesma — vamos ver quem é você, Yuan.
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No dia seguinte.
06:12 da manhã.
O som da campainha ecoou pela mansão.
Uila ainda estava de robe, cabelo solto caindo pelas costas como uma cascata escura.
Ela abriu a porta.
E lá estava ele.
Yuan.
De terno preto impecável, postura reta, olhar atento.
— Você é pontual — ela comentou, encostando na porta sem pressa.
— Eu chego antes do risco — ele respondeu.
Uila sorriu de lado.
— E eu ainda não decidi qual é o risco.
Yuan passou os olhos rapidamente pelo ambiente, analisando entradas, câmeras, distância de cobertura. Tudo automático.
Depois voltou a olhar para ela.
— Vai decidir.
Houve um silêncio curto.
Diferente do dia anterior, agora ele não parecia visitante.
Parecia posição fixa.
Como se já tivesse se colocado dentro da vida dela sem pedir permissão.
Uila percebeu isso.
E gostou.
— Então entra, baby — ela disse, provocando com naturalidade, virando de costas e caminhando para dentro.
Yuan ficou parado por um segundo.
Só um.
Depois entrou.
E a porta se fechou atrás dele.
Como se algo tivesse começado ali.