(Gabriela Calheiros) — Gabriela, já chega! – Uma voz vinda do espaço sideral tenta tirar o copo de prata líquida da minha mão, me fazendo derramar a bendita bebida! Quanta falta de educação! Eu espero que os cinco copos vazios na minha mesa façam uma rebelião, acho até que já começaram porque estão girando violentamente. — Eu sabia que ia ser uma péssima ideia trazer você para esse bar. Anda, vem. Vamos embora, você está bêbada, tem que ir para casa! Leila tenta me puxar e eu resmungo, não quero ir, a diversão começou tem tão pouco tempo. — Bêbada não! – Protesto, levantando o dedo indicador para ela. — Apaixonada! Acabo gargalhando. Dá para acreditar que eu tô bêbada? Não, bêbada, não. Apaixonada. Não sei porque Leila trouxe uma irmã gêmea, e nem porque elas ficam toda hora se fundin

