No dia seguinte acordo com uma dor enorme latejando bem na cabeça. — Argh! – A luz machuca os meus olhos, tenho que fechá-los de novo e abrir bem devagar. O quarto tem um cheiro de perfume de homem, mas é fresco e acolhedor. Ainda não consigo estabelecer os meus pensamentos ou lembranças quando ele vem até mim e para na beira da cama. Ryan está de pé, vestido de forma social e pronto para ir trabalhar. — Como está se sentindo? – A pergunta dele me fez puxar a noite de ontem na minha memória. Eu bebi, bebi estupidamente e agora estou com uma ressaca c***l, minha cabeça parece que vai explodir em confetes a qualquer momento — Eu vou ficar bem. – Respondo mesmo sem ter certeza. — Eu acho. — Não devia beber tanto, Gabriela. Não quando não está acostumada. – Seu tom não é de repreensão e si

