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Meu Casamento Secreto com o CEO Ciumento

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"Casamento secreto? Ok. Mas dormir em quartos separados? Não é isso!"

Jimena Cantero, uma cirurgiã brilhante, foi drogada por um desgraçado e por quem achava ser sua melhor amiga. Como resultado, ela passou a noite com Erick Menéndez, seu vizinho e um homem vários anos mais velho que ela.

Para evitar um escândalo, os dois assinaram um acordo: manteriam o casamento em segredo e se divorciariam dois anos depois.

Mas Erick, o temido magnata dos negócios, começou a se arrepender desde o dia em que obtiveram a certidão de casamento. Por que ele esconderia sua esposa Menéndez?

Um dia, durante uma transmissão ao vivo de um programa financeiro, um jornalista lhe perguntou: "Sr. Erick, qual é o motivo do anel no seu dedo anelar?"

Erick girou lentamente a aliança e um leve sorriso apareceu em seus lábios.

"Minha esposa é tímida. Não é do meu interesse se revelar.

O que Jimena não sabe é que Erick esperou por esse dia por muitos anos. Ele a amou secretamente todo esse tempo, mas nunca encontrou a oportunidade de declarar isso a ela. Que faíscas sua vida de casado vai despertar?

 

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Capítulo 1: Drogada e Entregue ao Sr. Erick
"Socorro... me ajudem... Jimena Cantero agarrou-se à manga do homem. Suas pernas cederam e ela caiu para frente. Mas, em vez de bater no chão frio que esperava, braços fortes a seguraram. O cheiro fresco de cedro a envolveu de imediato, estranhamente acalmando os nervos perturbados pela queimação que a consumia. "Eles te drogaram", disse o homem com voz profunda e calma. "Quem foi?" Jimena quis responder, mas sua língua não a obedecia mais. Ela sentiu que a pegaram, a levaram para um quarto e a colocaram cuidadosamente na cama macia. "Estou com calor... Sem perceber, ela puxou o decote do vestido. Embora a pele estivesse exposta ao ar frio, ainda estava queimando. Erick Menéndez segurou sua mão que não parava de se mover. "Não se mexa. Vou chamar um médico." Jimena sentiu que seu corpo estava prestes a explodir. Tateando, ele alcançou os botões da camisa do homem para desabotoar. "Jimena, olhe bem para mim. Você sabe quem eu sou?" Da névoa, um rosto familiar apareceu diante de seus olhos. "E... Erick... Ajuda... me ajude... O olhar de Erick ficou intenso. Três anos se passaram. Desde que escolheu Héctor Canales, acreditava que nunca mais sentiria nada por aquela mulher. Mas quando viu suas bochechas em chamas e seus olhos errantes, entendeu que ainda não era capaz de ser indiferente. "Você sabe o que está dizendo?" Ele perguntou roucamente. Jimena já não conseguia ouvir claramente. Ela só sabia que o homem à sua frente poderia salvá-la do fogo que queimava seu corpo. Foi ela quem buscou seus lábios e o beijou, de forma desajeitada, mas apaixonada. O último vestígio de razão de Erick desmoronou com aquele beijo. Ele a agarrou pela nuca e, tomando o controle, aprofundou o contato. "Você pediu por isso, Jimena," ele sussurrou em seu ouvido, antes de parar para se conter. Ficaram juntos da noite até o amanhecer, e só então Jimena caiu em um sono profundo. Enquanto a luz do sol filtrava pelas frestas das cortinas, Jimena abriu os olhos. Ela tinha uma dor de cabeça excruciante e todo o corpo doía como se tivesse sido atropelada por um caminhão. Ela olhou ao redor: um quarto de hotel desconhecido, roupas espalhadas pelo chão, e ela... nua, coberta apenas por um cobertor leve. Então ele se lembrou. O banquete de aniversário, a traição de Héctor e Elena Páez, que a drogaram, e então... Erick! Jimena se sentou de repente, mas o desconforto entre as pernas a fez ofegar. Dava para ouvir a água correndo no banheiro. Erick ainda estava lá. Ele procurou suas roupas em pânico, querendo fugir o quanto antes. "Você já acordou?" A voz de Erick veio da porta do banheiro. Jimena olhou para cima e o viu com uma toalha amarrada na cintura. Gotas de água escorriam pelo torso. Ele desviou o olhar imediatamente, sentindo as orelhas arderem. "Ontem à noite... nós... Eu não sabia como dizer. Erick olhou para a mancha avermelhada no lençol e sorriu levemente. "Você foi drogado ontem à noite. Enquanto fugia, esbarrou em mim. Eu ia chamar um médico, mas você foi direto demais..." ela disse calmamente. O rosto de Jimena se iluminou instantaneamente. Ela se lembrava vagamente de se agarrar a ela sem soltar. Essas cenas vergonhosas a faziam desejar que a terra a engolisse. "Desculpa... eu... Vou fingir que nada aconteceu." Ele procurou suas roupas desesperadamente. Erick agarrou seu pulso de repente. "E é só isso? Seu namorado e seu melhor amigo conspiraram para te trair, te drogaram, e você quase acabou nas mãos de qualquer um. E você vai agir como se não fosse nada?" "E o que eu devo fazer?" Jimena soltou o aperto dele com a voz embargada. "Denunciá-los? E com que provas? Contar para todo mundo que eu fui drogada no meu aniversário e depois dormi com o Sr. Erick?" Erick sorriu friamente, tirou o celular do bolso do terno e colocou uma gravação. Héctor e Elena podiam ser claramente ouvidos falando sobre a droga e o plano deles de gravar um vídeo para ameaçá-la. "São provas que enviei para a sala de estar para coletar. Erick parou de gravar. "Não me importa o que você faça com eles, mas você dormiu comigo; agora terá que assumir a responsabilidade. Jimena olhou para ele, atônita. "Você... Você não perdeu. Além disso, foi minha primeira vez! Eu nem pedi para você assumir o comando..." Sua voz sumiu. Erick ficou em silêncio por alguns momentos e se inclinou para ela. Ele estava tão perto que Jimena podia sentir sua respiração. "Então... e se eu assumir a responsabilidade por você?" Jimena arregalou os olhos. A respiração de Erick estava a um suspiro de distância, e em seus olhos profundos havia um brilho que acelerava seu pulso. "Você está brincando?" Sua voz tremia. Erick se endireitou, pegou um documento da agência e entregou a ele. "Eu nunca brinco sobre casamento. Jimena olhou para baixo. Era um contrato pré-nupcial que já trazia a assinatura de Erick. Ela olhou para cima, incrédula. "Você já tinha pronto?" "Não. Esta manhã." Erick foi até o armário e tirou um vestido novo lilás claro. "Mandei enviar para você. Deve servir em você." Jimena olhou para aquela peça e entendeu que nada dela havia sido improvisado. Ela mordeu o lábio inferior. "Por quê?" Erick amarrou a gravata de costas para ela. No espelho, o homem de traços fortes mostrava um olhar afiado. "Três razões. Primeiro, preciso de uma esposa para parar a pressão da minha família com uma aliança; segundo, você precisa se vingar desses dois infelizes; e terceiro... Ele se virou para ela com intensidade. "Eu nunca desperdiço uma oportunidade, especialmente uma que vem até mim de bandeja. Jimena se sentiu tonta. Fragmentos da noite anterior passaram por sua mente: o sorriso hipócrita de Héctor, a taça de champanhe que Elena estendeu para ele e aquele abraço em que ele caiu... "Por que fizeram isso?" Ela murmurou para si mesma. Erick esboçou um sorriso frio, pegou o celular e discou um número. "Traga isso para dentro. Menos de cinco minutos depois, houve uma batida na porta. A assistente de Erick lhe entregou respeitosamente uma pasta e saiu. Erick jogou a pasta na cama. "Veja por si mesmo. Jimena o abriu com as mãos trêmulas. Lá dentro, encontrou o relatório financeiro da empresa de Hector, que estava à beira da falência, e um rascunho onde ele planejava usar a tecnologia patenteada do pai de Jimena como garantia. Por fim, havia uma captura de tela de um vídeo em que Elena despejava um pó branco em seu copo. "Eles querem te controlar para manter a patente. A voz de Erick estava gelada. "E você estava prestes a ser a vítima. Os olhos de Jimena ficaram vermelhos. Ela nunca imaginou que o namorado que amou por três anos e sua melhor amiga tinham tramado isso. Raiva e humilhação a invadiram. Ela fechou os punhos. "Ok, concordo. Mas tenho uma condição: vamos nos casar em segredo." Erick curvou os lábios, satisfeito. "Essa é a Jimena que eu conheço. Ele veio até ele e levantou o queixo. "Case comigo, e eu te ajudo a destruí-los." "Não precisa. Eu quero me vingar. Erick riu. "Negócio fechado. Ele aceitou o acordo pré-nupcial. "Mas, como será um casamento por contrato, eu vou estabelecer as regras. Primeiro: o prazo será de dois anos. Se você não se apaixonar por mim nesse tempo, pode encerrar. Segundo: na frente do meu avô, vamos nos comportar como um casal apaixonado. Terceiro—" seu olhar percorreu os ombros nus de Jimena, "a Sra. Menendez deve cumprir seus deveres conjugais.

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