**CONTINUAÇÃO — SUZANA ALCÂNTARA O PRIMEIRO DIA DE TRABALHO (OU COMO DESTRUIR UMA EMPRESA EM 4 HORAS)** TLIIM. A porta da loja ainda estava vibrando do último cliente quando Seu Cláudio saiu do estoque com a cara de quem já estava revendo todas as escolhas da vida que levaram ele até aquele momento. — Suzana… caiu tudo? Eu, com a postura mais inocente que um demônio vestido de anjo poderia existir, respondi: — Foi o vento. — Aqui dentro não venta, Suzana. — Venta sim. Venta… esperança. E derruba coisas. Ele fechou os olhos, respirou fundo. Claramente já arrependido de não ter me expulsado quando viu meu sorriso. — Só… continua atendendo. E voltou pro estoque. Eu ajeitei as caixas caídas como quem remenda um crime: empurrando com o pé e fingindo que tá tudo bem. — Vamos lá, S

