SOMBRA — CAPÍTULO: O DIA EM QUE EU TENTEI SER SÉRIO (E O MORRO NÃO DEIXOU) continuação Eu e Caveira descemos pro pátio do QG, e o sol começava a bater no morro daquele jeito que parece até deboche: tudo iluminado, tudo quente, tudo vivo… enquanto a gente tava ali, falando de cadáver, p**a e Conselho. E eu tentando manter o foco, porque o Chefe deixou claro: HOJE NADA PODIA SAIR ERRADO. Então falei, firme, militar, postura reta: — Caveira… hoje não pode sair NADA errado. Nada, ouviu? Nem esbarrão, nem visita, nem fofoca, nem mosquito batendo errado na janela. A reunião é à tarde e tem que tá tudo perfeito. Caveira fez aquela cara dele. Aquela. A de quem vai zoar. — Olha o Playboyzinho aí dando ordem… Eu parei. Fitei ele. Com ódio, cansaço e ameaça misturados. — Tô tentando fal

