đ€ NARRADO POR SUZANA â âA ORGANIZAĂĂO DO CAOS (OU: EU PROMETI NĂO MEXER, NĂO PROMETI NĂO MELHORAR)â Assim que a porta bateu, eu esperei. Cinco segundos. Seis. Sete. SilĂȘncio. â Ele realmente acha que eu vou âsĂł existirâ. â murmurei. Olhei em volta. A sala tava⊠ok. Limpa. Organizada demais. Perfeita num nĂvel que dava coceira. Suspirei. â TĂĄ, Suzana. â falei pra mim mesma. â NĂŁo mexe em nada. Só⊠alinha. Comecei recolhendo a pipoca do chĂŁo. â Isso aqui nĂŁo Ă© bagunça. â resmunguei. â Ă um ataque terrorista alimentar. Juntei tudo com a mĂŁo mesmo, joguei no lixo e jĂĄ aproveitei pra alinhar o tapete. MilĂmetros. â Pronto. â falei. â NinguĂ©m morreu. Olhei pro sofĂĄ. Almofada torta. Fiquei encarando. â VocĂȘ nĂŁo manda em mim. â disse pra ela. Arrumei. Peguei as outras. To

