đ„ NARRADO POR PLAYBOY â âONDE O SOL NĂO ENTRAâ Eu dei o Ășltimo trago no meu charuto e joguei a cinza no chĂŁo, bem ao lado do rosto da Yasmin. Ela estava lĂĄ, caĂda, tentando manter aquela pose de mulher forte, mas eu conseguia sentir o cheiro do medo dela daqui. O medo tem um perfume doce, e eu adoro. Caminhei devagar ao redor dela, o som das solas dos meus sapatos de couro estalando no concreto frio. O Sombra estava encostado na parede, pĂĄlido, parecendo que ia desmaiar a qualquer momento. Um inĂștil agora, mas ainda servia para garantir que ela nĂŁo fugisse se eu decidisse me divertir um pouco. Parei na frente dela e me agachei. Com a ponta do dedo, levantei o queixo dela, forçando-a a olhar para mim. Meus olhos estavam vazios, sem um pingo de remorso. â Sabe por que te trouxe aqui, Yas

