NARRADO POR PLAYBOY — “ALÉM DAS CICATRIZES” Eu a puxei para a beirada da cama, segurando suas coxas com uma força que deixaria marcas, mas ela não reclamou; ela me puxou para mais perto, como se quisesse ser fundida ao meu corpo. O meu p*u bateu contra a entrada dela, pulsando, reclamando o território que eu já tinha mapeado com a boca. Entrei preenchendo cada espaço vazio que o trauma dela tentou criar. Eu queria ser a única coisa que ela sentisse. Entrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o aperto desesperado das paredes dela me acolhendo. Eu era o Playboy, o dono do morro, o imperador de mil fuzis, e ali, dentro dela, eu sentia que o meu império era pequeno perto do calor que me consumia. Fiquei firme, estocando com uma brutalidade ritmada, sentindo o peito suado colado ao

