Melinda.
Os Belutti's resolveram que o Brian ficaria por último por ele já ter ficado comigo. Eu estou me divertindo com isso. Quem vai sair ganhando sou eu, vou ficar com três homens lindos. Hoje eu vou sair com o Calebe. Ele já me mandou mensagem dizendo que me pega às nove, são oito e vinte agora. Tenho que me arrumar...
Ah, sobre o caso, eu resolvi, livrei Jhonatan da acusação e ainda forneci ao advogado dele provas que a viúva esteve envolvida no crime e não só ela como o namorado traficante também.
Vou para o banheiro e tomo um banho bem longo. Quando termino vou para o closet para escolher uma roupa, opto por um vestido preto bem lindo. Faço uma maquiagem leve e arrumo os cabelos. Boto o meu salto e pronto. Estou pronta.
Meu telefone toca e é o Calebe. Atendo.
— Oi, estou aqui embaixo.
— Oi, já estou pronta, já estou descendo. — Desligo.
Quando chego na gente do prédio vejo aquele homem lindo encostado no carro com as mãos no bolso. p**a que pariu. Que delícia. Vou até ele e ele me beija, um beijo rápido. Ele abre a porta do carro e eu entro. Ele entra e dá partida.
— E pra onde vamos? — Pergunto.
— Tenho duas opções pra você. A primeira é: restaurante, blá blá blá, e no final sexo. A segunda é: Casa, comida feita por mim para você, e no final sexo.
— A segunda opção chamou mais a minha atenção. — Digo.
— A minha também... - Ele olha pra mim e sorri. — Então vamos para casa.
Ele vai na direção da casa dele e eu vou reparando seu jeito, eu tenho esse defeito, eu reparo as pessoas, suas expressões corporais, faciais e por aí vai. Brian é totalmente desligado, ele é... Como eu posso dizer? Ele pensa no momento. Ele é daquelas pessoas que gosta de curtir a vida. Calebe é bem centrado, sério, calado e observador. Sem contar que não gosta de falar muito e parece não ter muita paciência com as pessoas.
— Está me analisando?
— É hábito, quando se tem um trabalho como o meu você pega o hábito de analisar as pessoas.
— E o que constatou sobre mim?
— Sério, observador, sem paciência e calado.
— Só não tenho paciência com pessoas estúpidas.
— Continua sendo sem paciência.
— Eu não gosto de pessoas, digamos que sou um cara de poucos amigos.
— Machão sem paciência. — Debocho.
— Chegamos. — Saímos do carro e entramos na casa. Ele me puxa pra cozinha.
— Eu faço tudo ou você me ajuda?
— Eu te ajudo.
Começamos a fazer a nossa comida. Calebe abriu uma garrafa de vinho e eu devo ressaltar que tenho uma tolerância bem pequena para bebida. Ficamos conversando e rindo, ele sorrindo é uma coisa de louco. O cara é lindo.
Nós sentamos para esperar a comida ficar pronta.
— Você anda armada?
— Sempre.
— Não acredito que você veio para um encontro armada. — Ele fala rindo.
— Quer apostar? — Tiro a arma da bolsa e tiro o pente dela, boto em cima do balcão.. Ele me olha estranho. — Que? Eu nem te conheço direito, você pode muito bem ser um psicopata.
— Eu não sou um psicopata. — Ele pega a amar — Eu sou Bond, James Bond. — Ele fala apontando a arma. E eu começo a rir.
— Nossa, você fica um gato com essa postura de... O que você seria? Policial ou bandido?
— Bandido, adoro ser malvado. — Ele fala e me lança um sorriso safado.
— Bom, eu pego homens malvados. — Falo e ele sorri outra vez. — E boto na cadeia. — Ele revira os olhos e eu começo a rir.
Depois de uns dez minutos tiramos a comida do fogo e estava pronta. Comemos e continuamos bebendo. Eu já estava bem alegrinha e ele estava bem mais solto, diferente do que eu vi nas vezes que eu o encontrei.
— Agora vamos para o final. — Ele fala se levantando e estendendo a mão pra mim.
— Adoro essa parte. — Falo e ele sorri.
Subimos e entramos em um quarto que com certeza deve ser o dele. Ele fecha a porta e tranca.
— Não queremos ser interrompidos, não é? — Ah, se for pelos seus irmãos eu quero sim. Ele anda até a mim e fala no meu ouvido. — Tire a sua roupa e deita na cama.
Uuuh, ele é mandão, gosto disso. Vejo ele se sentando na poltrona e eu faço o que ele me pediu. Deito na cama e sustento o peso nos cotovelos. Ele se levanta e tira a blusa. Vem andando até a mim e ele para na beira da cama e sorri pra mim.
— Você é tão linda, você tem uma postura de fodona mas tem uma carinha de inocente, você não imagina um terço das coisas que eu penso em fazer com você. — Ele fala e minha b****a contrai. Que delicioso. — Agora faça o que eu mando e se dê prazer. Me mostra como você goza quando está sozinha. — Ele manda e eu obedeço.
Começo a me masturbar e ele fica me olhando. Vejo ele tirar a calça e agora ele está só de cueca. Solto um gemido alto e ele sorrir pra mim
— Você fica um espetáculo assim.. — Ele fala.
Ele sobe na cama e se bota entre as minhas pernas. Ele beija minha coxa e beija minha b****a, ele começa a me chupar e meus amigos... Que língua. Mano, ele faz uma coisa com a língua que porra... g**o gemendo alto e ele continua me chupando. Ele pára e me olha, ele sorri pra mim e eu empurro a cabeça de volta pra minha b****a.
Ele volta a me chupar e pelos deuses, o que esse homem tem na língua. Sérios é anormal. g**o outra vez na sua boca, puxo o cabelo dele e faço ele olhar pra mim.
— O que você tem nessa língua?
— Dedicação. — Ele fala sorrindo.
Ele levanta e vem pra cima de mim e começa a me beijar. Ele abaixa e começa a chupar meus p****s.
— Eu preciso de você dentro de mim. — Falo ele tira a cueca e pega a camisinha no criado mudo, ele logo bota a mesma.. Ele vai entrando em mim e eu arregalo os olhos. Ele beija a minha boca e fala.
— Calma linda, vou bem devagar. — Gente a piroca é enorme.
Ele começa devagar e eu vou me acostumando. Ele começa a aumentar o ritmo e eu vou gemendo baixo. Ele mete rápido mas com cuidado. Depois de um tempo ele ver que eu já estou totalmente entregue e cheia de t***o. Ele me vira e me bota de quatro. Eu não vou aguentar esse homem me comendo de quatro não. Ele entra devagar e continua com movimentos lentos. Ele depois de um tempo acelera e eu por medo de me machucar não estou totalmente empinada.
— Linda, eu não vou te machucar. — Ele com certeza percebeu que eu estou com medo dessa piroca me machucar. Eu sou um ser humano não um poço.
Me empino botando meu rosto no colchão e ele começa a meter em mim, ele geme baixo quando eu estou completamente empinada pra ele. Rebolo no p*u dele e ele suspira. Ele aperta a minha cintura e continua metendo bem gostoso. Ele se deita na cama e eu fico em cima dele. Começo a rebolar no seu p*u e ele sorri pra mim, esse homem é lindo e eu tô sentando nele. Começo a quicar rápido e forte nele e depois de um tempo ele geme alto e segura a minha cintura fazendo eu parar os movimentos. Ele gozou.
Caio na cama do lado dele ofegante e ele se levanta e tira a camisinha. Ele volta pra cama e se vira pra mim.
— Ainda não acabamos, linda. — Ele fala e desce para o meio das minhas pernas, ele começa a passar aquela língua dos deuses em mim…