Melinda
Estou observando o amante da viúva e ele não é coisa boa, trafica drogas e é um usuário também. Isto está ficando mais sério do que eu pensava. Quando as coisas são muito sérias eu sempre entrego o caso à polícia, até porque eu posso ir até um certo ponto.
Já consegui provas que o Jhonatan é inocente, já passei isso para o advogado dele, mas esses casos nada é tão fácil assim, quanto mais cava mais merda aparece. Descobri e consegui provar que ele era inocente, mas aí apareceu a essa participação da Viúva na morte do velho.
Olho o relógio no meu pulso e vejo que já são quatro horas, tenho que ir pra casa. No caminho de casa meu telefone toca e é o James.
— Fala.
— Mel, você conhece algum Brian Belutti?
— Não conheço, mas conheço.
— Entendi, transou com ele certo?
— Exatamente, mas porque?
— Porque ele está na minha frente e disse que tem algo que te pertence e quer devolver. — Esses caras são estranhos.
— Aonde você está?
— Estamos na frente do seu prédio.
— O, entra com o bonitão que eu já estou chegando.
— Não estou com a chave Melinda.
— Você sabe arrombar uma porta sem causar danos. — Falo e desligo.
James
— Vamos entrar. — Digo para o tal Brian.
— Mas você acabou de dizer que não está com as Chaves.
— Eu sei arrombar sem causar danos. — Digo e ele me olha estranho.
Entramos no prédio e o porteiro não impediu a minha entrada, ele me conhece, subimos e quando chegamos na porta eu pego uma chave mestra e uma pinça no bolso, só a chave bastaria mas a fechadura da Melinda não é essas normais. Obra dos pais dela.
Abro a porta e entramos na casa..
— Sério, Melinda? — Falo. — Ela fez isso de propósito. — Falo me referindo a bagunça. Ela sabe que eu odeio lugares bagunçados. — Ei bonitão, você vai me ajudar a arrumar. — Ele me olha estranho de novo.
— É.. tá, tudo bem.
Não tem nada sujo, é mais espalhado mesmo, vou juntando algumas folhas que estão em cima do sofá e vejo o tal Brian indo pro outro lado na sala e juntando algumas pastas.
— O que eu faço com isso? — Me viro e ele está com a arma da Mel na mão.
— Tá legal, me dá isso. — Pego a arma da Melinda. — Chega de arrumação pra você, senta aí. — Vai saber o que vamos achar nessa arrumação não quero que ele ache mais nada perigoso.
— Você é o que dela? — Ele pergunta.
— Amigo. — Respondo.
— É investigador também?
— Não, na verdade sou um hacker, os pais dela iriam me prender por uma merda que fiz, na delegacia enquanto ela esperava os pais ficamos conversando e criamos uma amizade.
— Eles não te prenderam?
— Oh, sim, mas eu deveria pegar no mínimo cinco anos, fiquei cinco dias graças a Melinda, ela me fez uma proposta de trabalhar pra ela e estamos aqui até hoje.
— Entendi.. Ela é doida, você poderia ser um assassino.
— Se eu fosse um assassino e tentasse algo contra ela, eu estaria morto. — Digo e ele fica quieto.
Continuo a arrumação e Melinda chega.
— Eu sabia que você iria arrumar. — Ela diz.
— Você é uma filha da put... — Ela me corta.
— Mais respeito com a dona Ana Paula. — Ela fala e eu começo a rir.
Ela se senta no sofá e olha o Brian.
— O que você tem que me pertence?
— Isso. — Ele levanta as algemas e eu abro um sorriso sacana.
— A noite foi boa. — Falo .
— Até poderia ter usado isso com ele, mas não usei. — Ela se levanta e pega as algemas. — Deve ter caído da minha bolsa.
— Bom, vou lá no quarto deitar e ver uma tv. Fiquem a vontade, queridos. — Falo e vou pro quarto
Melinda
— Obrigado por trazer... Mas me diga uma coisa, você e seus irmãos são malucos? Eles conseguiram meu número e você o endereço da minha casa, tudo bem isso é fácil achar mas é meio coisa de psicopata.
— Conseguimos muitas coisas. — A mesma coisa que o irmão falou
— Sabe, eu também consigo muitas coisas, inclusive saber tudo sobre vocês, desenterrar qualquer podre e ferrar com cada um. Isso se vocês não parar com essas maluquices de vocês.Vocês são estranhos.
— Melinda, não somos psicopatas.
— Isso é o que um psicopata falaria. — Ele começa a rir.
— Você é engraçada. — Ele se levanta e eu olho para o corpo dele, as cenas do nosso sexo vem na mente e p***a, ele tem um p*u delicioso
— Agora é você que está me olhando como se fosse uma psicopata. — Fala rindo.
— Ok. — Me levanto.— Já me devolveu o que era meu agora pode ir. — Falo
— Mas você não me deu o que é meu. — Ele fala e eu fico confusa.
— O que é seu? — Ele vem na minha direção e para bem perto de mim, ele bota a mão no meu rosto e p***a.
— Seu beijo. — Ele fala e me beija.
Retribuo o beijo com vontade. Que delícia.
Ele me aperta no seu corpo e eu boto minhas mão por dentro da sua blusa. Sinto o seu corpo gostoso e ele geme baixinho contra minha boca.
— Vamos pra minha casa. — Ele fala.
— Mas já estamos na minha.
— E a sua tem gente. — Ele fala e me lembro do James. Muito empata f**a. — Vamos? Eu estou louco pra te fuder bem gostoso.
Vou ou não vou? Que se f**a, eu vou. Afirmo com a cabeça, ele me puxa pela mão.
Quando entramos no carro dele eu fiquei olhando ele e p***a é lindo pra c*****o. Passo a mão pelo braço dele e depois vou descendo, boto minha mão em sua barriga e ele suspira. Boto a mão em cima do seu p*u e ele me olha. Abro a sua calça e boto aquele p*u grande e gostoso pra fora. Me ajeito no banco e começo a chupar ele. Ele geme baixo e eu não paro.
Depois de alguns minutos ele fala.
— Linda, chegamos. — Saímos do carro e entramos na casa.
Ele vai me beijando pelo caminho e eu vou tirando a sua roupa e largando pela casa. Entramos no quarto e ele me jogou na cama. Ele veio pra cima de mim e eu olhei pra porta.
— A porta está aberta. — Falo.
— Não tem ninguém aqui, meus irmãos estão no trabalho.
Deixo de lado o assunto da porta e volto a me concentrar nele.
— Você chupa muito gostoso. — Ele fala dando beijos pelo meu corpo.
Ele tira minha calcinha e começa a me chupar.
— Brian...
— p**a merda, você gemendo meu nome é perfeito. — Ele fala e bota um dedo em mim. Ele volta a me chupar. Eu g**o na boca dele e ele me olha satisfeito. — Você é uma delícia. .
•••
Depois da nossa transa maravilhosa estamos na cama conversando e até que ele é legal. Me levanto só de sutiã e pego minha calcinha e boto.
— Preciso ir, gatinho. — Falo e ele me olha com aquela cara fofa.
— Mas já? Está cedo. — Olho pra porta e lá estão os dois irmãos que só andam juntos. Parece até aqueles irmãos de séries
— Agora mesmo que eu vou. — Vou até a cama e fico de quatro pra dar um beijo no Brian e claro pra provocar a dupla dinâmica.
— Não faz isso com a gente. — O Liam fala olhando pro meu corpo. E com a mão no coração.
— Faço pior. — Me deito na cama ao lado do Brian que está rindo da cara dos irmãos.
— Não mexam com ela. — Brian fala. Tão fofo.
— O que mais queremos é mexer com ela. — Calebe fala.
p**a que pariu que voz, os homens são todos uma delícia. Genética ótima.
— Tá legal linda, quando quiser pode ir, ok? Mas se quiser ficar, será muito bem vinda. Só não deixa meus irmãos estranhos te assustar. — Brian fala.
— Quer saber, vou ficar com você mais um pouco. — Falo para provocar os dois na porta.
A verdade é que eu queria os três. Afrodite mirou em mim e despejou todo o seu feitiço de p*****a. Credo.
— Ótimo, podemos nos conhecer melhor. — Liam fala e se senta no pé da cama.
— Ou fazer coisa melhor. — Calebe fala e também se senta na cama.
— Ou vocês podem sair e me deixar curtir com a Melinda. — Brian fala.
— Sem chances, pirralho. — A dupla dinâmica fala juntos.
— Ou nós quatro poderíamos descer e um de vocês fazer algo pra mim comer. — Digo me levantando e os três se levantam também.
— Toma, bota isso. — Brian fala me jogando sua camisa e eu boto.
— i****a. — Liam bate na cabeça do Brian e eu rio com isso.
Saímos do quarto, fomos para a cozinha e eu me sento no banco na frente da bancada e os três se sentam também e ficam me olhando.
— Tá, qual de vocês vai fazer algo pra mim comer?
— Pirralho, vai você. — Liam fala.
— É, você já teve tempo demais com ela. — Calebe fala.
— Tudo bem, eu vou. O que deseja, Linda?
— O que você fizer está bom. — Falo e dou um sorriso pra ele.
Ele se inclina no balcão e me beija, olho pros irmãos e eles estão olhando tudo com cara de tédio, vai ser divertido implicar com esses caras.
— Tenho uma proposta. — Liam fala.
— Ih, lá vem merda. — Brian fala abrindo a geladeira.
— Diga. — Falo.
— Você prova dos três irmãos e depois fala qual é o melhor. — Ele fala e eu começo a rir.
— Vocês são loucos.
— Linda, eu não faço parte dessa loucura, só esses dois aí. — Brian fala eu sorrio.
— Até que a ideia é boa. — Calebe fala.
— E o que eu ganharia com isso? — Pergunto.
— Ora... Sexo com os três homens mais desejados de Seattle. — Liam fala e eu começo a rir. Eu nem sabia quem era eles antes de conhecer o Jhonatan. — Não acredita? Olha isso. — Ele puxa o celular e ele mostra um blog que diz que os três estão no topo da lista de homens mais desejados da cidade.
— Ok, mas não são os mais desejáveis por mim. — digo.
— E quem estaria nessa sua lista? — Calebe pergunta.
— Dean Winchester, Damon Salvatore e Guilherme Leicam. — Falo e eles me olham sem entender.
— Nunca ouvi falar em nenhum desses homens
— Esquece. — Falo.
— Mas então? Aceita ou não? — Liam pergunta.
— Tudo bem, aceito. Mas as vezes que eu fiquei com o Brian não conta. — Falo e Brian olha pra mim e rir.
— Não falei que os mais novos são sempre os sortudos. — Liam fala para Calebe. Esse Calebe é o mais quieto.
— Fechado. — Calebe fala. — Quem é o primeiro?
— Você. — Falo e ele abre um sorriso pra mim.
— Ótima escolha. — Ele fala e os irmãos reviram os olhos...
Isso vai ser divertido..