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1376 Words
Raul | Coronel 🥵 Enquanto dirigia com a outra mão acendia um bolado que peguei com os crias, p***a a mente tava fodida daquele jeito, ao mesmo tempo que eu queria ela pra c*****o, queria não fazer esse bagulho, querendo ou não é tiração com meu mano pô. Não ia dar mancada de ficar com ela na favela do cara, então guiei pra meu ap no Leblon, ia ter que voltar com ela antes de amanhecer, mas ia valer a pena pô. __ tá nervosa preta? - perguntei vendo ela balançar as pernas sem parar e rir fraco coçando a barba que fiz hoje cedo. Ela suspirou e me olhou com os olhos brilhantes. __ um pouco. - riu. - você é... - não terminou o bagulho que ia falar e eu entendi. Balancei a cabeça dando um trago no cigarro, o bagulho é que eles me deram ela como afilhada quando era uma bebê ainda, porém como eu sempre fico me movendo pra lá e pra cá, não tivemos tanto vínculo, não anula o fato de ser errado, mas não consigo controlar esse c*****o. __ esquece isso, só por hoje, tá bom? - pedi e ela mordeu a boca ansiosa, mas acabou cedendo. Pisei no acelerador e nem demorou muito pra chegarmos, liberei a minha entrada e entrei deixando o carro na garagem. __ vem minha preta. - estendi a mão na porta do carro e ela segurou rindo, fechei tudo no carro e seguimos até a parte dos elevadores. Desde que fui lançado como chefe geral da facção tenho meus bagulhos, carro, moto, casa, Ap e por aí vai. Claro que não sou o****o de botar no meu nome verdadeiro, tudo no esquema. Entramos no elevador e apertei o décimo andar, ouvir o barulhinho da porta fechando e não perdi tempo puxando minha preta pra mim, grudando nossos corpos. Vi os olhos dela acender com um brilho f**a e umedeci a minha boca, segurei a nuca dela sem dizer nada e grudei em um beijo gostoso de saudade, p***a, fazia apenas dois dias que tinha ficado com ela no banheiro da casa do meu mano, mas minha mente tava me maltratando pra c*****o, evitei pra p***a bater de frente com ela porque sabia que ia querer de novo, ela me fez gamar com apenas um beijo. Sinto as mãos dela deslizar por dentro da minha camisa e arranhar de leve minhas costas, arfo contra a boca dela e mordo o lábio inferior finalizando o beijo, se não eu iria acabar perdendo minha sanidade dentro desse elevador mesmo. Ela riu fraco me abraçando e deitando a cabeça no meu peito fazendo ele disparar, filha da p**a, mexe comigo pra c*****o e nem eu tô entendendo isso. Ouvimos o barulho do elevador e logo em seguinte ele parando no décimo andar, ainda com as mãos entrelaçadas com a dela, eu saio puxando ela até a porta branca do Ap. Dei espaço pra ela entrar e entrei logo em seguida, aqui o ap não é tão grande, porque como falei, é tudo no esquema, não quero chamar atenção pra cima de mim, nunca dei vacilo, não é depois de velho que vou. O ap continha, dois quartos, banheiro, sala, cozinha, sala de jantar e varanda, pra mim tava ótimo. __ quer beber alguma coisa, preta? - perguntei. __ tem cerveja? - perguntou e eu assenti indo até a cozinha ouvindo os passos dela atrás de mim. Não venho por aqui, só quando quero paz, mas sempre pago uma senhora de confiança minha pra limpar e deixar algumas coisas que eu gosto de comer e beber. __ esse ap é seu? - perguntou olhando ao redor, olhos chega brilhou, não encho meus olhos com ap não, tenho tantos por aí que pra mim tanto faz como tanto fez, claro que sou agradecido tá ligado, mas não tenho mais como meta, aí fode. __ é preta, gostou? - perguntei e ela assentiu. - peguei o cooler colocando oito latão de cerveja dentro, abrir uma bolsa de gelo e derramei os gelos por ali, preparei uns petiscos e entreguei o prato a ela. - vai em frente ao corredor e abre a porta da varanda preta, lá tem uma mesinha e umas cadeiras. - ela assentiu indo. Peguei o celular vendo duas horas e quarenta da manhã, estalo a língua no céu da boca vendo que vou ter poucas horas com ela, mas tô ligado que vai valer a pena. Pego o cooler e vou em direção a varanda, vejo ela sentada no chão invés da cadeira, o pratinho em cima da mesa, franzo a testa sem entender. __ o chão tá bem geladinho e assim fica melhor pra curtir, ficar pertinho e tals. - ela fala como se tivesse lendo meus pensamentos, mas acaba com o rosto corando, falou o bagulho e ficou com vergonha, sem vergonha já é gostosa, com é mais ainda. __ papo bom esse de ficar pertinho. - falei colocando o cooler no nosso lado, tirei a Kenner do pé e sentei perto dela vendo ela esconder o rosto com as mãos e rir. - qual foi preta, fica com vergonha não. - brinquei puxando as mãos dela pra mim e ela riu passando a língua nos lábios se aproximando. O bagulho esquentou em um nível hard quando ela passou uma das pernas para o outro lado sentando em cima de mim, frente a frente, filha da p**a conseguiu me deixar duro na hora. __ p***a preta, assim não. - murmuro quando ela se mexe devagar, queria ela pra c*****o, mas queria fazer um rolezinho antes. - tá ligada que eu te quero pra p***a né? - falei puxando o cabelo dela por trás da nuca fazendo nossos rostos ficarem bem próximos, ela engoliu em seco e se arrepiou, era f**a a conexão que tínhamos em apenas três dias. __ preciso dizer que é recíproco? - falou toda gostosinha e eu neguei umedecendo a boca, não perdi tempo e grudei nossas bocas em um beijo feroz com gosto de desejo, luxúria, t***o, tudo que tínhamos direito. Sinto a mão dela agarrar minha camisa e puxar pra cima, separamos o beijo pra eu tirar e vejo os olhos brilhando, boca vermelhinha e pele arrepiada, ela é a minha perdição, p**a que pariu. Sem falar nada ela tirou a blusinha que mostrava metade da barriga dela, mordo um dos lábios ao ver os p****s saltar, fico puto por ver que ela estava sem sutiã no baile, mas ela não dar tempo nem de pensar nisso, puxa meu pescoço em direção a ela novamente juntando nossas bocas. Com uma das mãos eu aperto o bico de um dos p****s dela, fazendo ela arfar contra minha boca e gemer baixinho, tava doido pra cair de boca neles, mas não sou o****o, vou deixar ir no tempo dela. __ quero te ver peladinha pra mim preta, tira tudo. - pedi e vi ela suspirar com vergonha, mas fez o que eu pedi, levantou e tirou o short saia que estava. - a calcinha não. - falei quando ela ia tirar. - vou te f***r com a calcinha de lado preta. - vejo o corpo dela quase convulsionar e abro um sorriso, tirei a minha bermuda junto com a cueca vendo o meu p*u saltar pra fora. Vejo o olhar dela descer pelo meu corpo e parar no p*u com a cabeça melada de pré g**o, passa a língua nos lábios e respira fundo se aproximando novamente. __ senta. - mandei e o olhar dela já tinha mudado, não havia mais vergonha ali, só desejo e t***o, mexeu pra c*****o com a mente do bandido. Vejo ela passar uma perna de cada lado das minhas pernas ainda em pé, visão dos deuses, p**a que pariu. Ela desce lentamente, olhando nos meus olhos, arreda a calcinha pro lado com uma mão e encaixa a b****a no meu p*u, com os olhos grudados no meu, começa a descer lentamente, não aguentou ficar de olhos abertos e fechou, gemendo alto e jogando a cabeça pra trás, p***a em toda a minha vida, nunca tinha feito dessa forma, não era só sexo, tinha química pra c*****o ali tornando o bagulho mais gostoso do que é.
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