Raul - Coronel 🥵
Que pecado de preta, linda pra c*****o, e o pior, minha afilhada, c*****o.
Quase caiu mas segurei, o cheiro doce grudou em mim, o olhar cativante grudado no meu, a boca chamativa pra c*****o com aquele piercing, só que aí a realidade bateu, minha comadre apareceu bem na hora, estragando qualquer clima que tivesse.
Vi a garota ficar sem graça, talvez tivesse o mesmo pensamento que o meu, c*****o a última vez que eu vi ela, ela era uma pivetinha ainda, agora tá um mulherão da p***a, exalando presença, e gostosa pra c*****o.
__ bem vinda de volta pretinha. - falei rindo fraco, olhando a situação de merda que estávamos.
__ obrigada. - murmurou cheia de vergonha e minha comadre saiu puxando a garota, engoli em seco e sair indo em direção ao quintal que tava cheio, família é grandona pô, as vezes tem uns b.o mas aqui todo mundo se resolve numa boa.
Conheço o babal desde criança, mãe dele era mulher do meu pai, então sempre fomos da mesma família, nunca brigamos ou algo do tipo, ali a irmandade é f**a.
__ chegou filho da p**a. - ouvir ele falar assim que chego perto. - tava comendo quem seu corno. - neguei com a cabeça estalando a língua no céu da boca, dei um tapão na cabeça dele pelo papo feio que ele manda no meio do povo.
__ tava resolvendo o câo do roubo com os caras pô. - falei me sentando ao lado dele, abrir a caixa térmica que tinha ali perto e peguei uma Heineken, cervejinha, churrasco e pagode, combinação perfeita.
Ficamos trocando mo papo ali atoa, mas minha mente não saia dela, o olhar preso ao meu, respiração descompensada e o cheiro do c*****o que ela tem, eu não podia, mas estava imaginando ela em todas posições possíveis na minha cama, imaginando ela sentando pra mim enquanto escorria o melzinho da b****a dela que com toda certeza do mundo deve ser Rosinha.
Porra, ela me enfeitiçou, não posso pensar nela dessa forma, mas tava f**a.
__ semana que vem tenho que ir lá pô, resolver esse câo de perto. - murmurei já vendo a merda que vai ser.
Meu pai era o antigo dono da facção, morreu de forma trágica e covarde, até hoje não encontramos quem fez a merda, mas eu ando com Deus e meus orixás, ninguém fica em oculto por muito tempo não, tô correndo atrás desse corre aí, tá mais perto do que longe e quando eu pegar o filho da p**a, ele vai pedir pra não ter nascido.
Como eu era filho único, essa p***a ficou pra mim, tinha o babal, mas o garoto não tinha o porte que a facção precisava e eu tinha, mas não muda muita coisa não, estamos lado a lado igual, fortaleço ele e ele me fortalece, é isso.
Entreguei uma das maiores favelas nos cuidados dele e ele faz jus à minha decisão, favela tá bem cuidada pô, moradores não tem o que reclamar e isso é o que importa pra mim.
Tava com um b.o fodido nas costas lá na maré, o cara que coloquei lá deu no pé, traiu a facção e pulou pô, deixou a favela a mercer, altos b.o e eu só posso resolver de perto.
__ tá ligado se quiser eu resolvo esse câo, tem problema nenhum nisso. - falou e eu assenti bebendo minha cerveja, sabia que ele daria a cara a tapa por mim, igual eu faria por ele.
Clima tava gostosinho, eu sou mais caseiro mesmo, gosto de alvoroço não, como Chefe da facção eu tenho que comparecer a algumas festas, mas tudo no profissionalismo, depois é só casa, odeio muvuca.
Vejo a pretinha entrar dentro de casa e subir rumo ao banheiro creio eu, não deveria ir atrás, mas meu instinto foi maior, quando vi já tinha levantado e saído de fininho sem ninguém perceber.
Subir aquelas escadas e parei na porta do banheiro vendo fechada e ouvindo o barulho da torneira da pia ligada, p***a, tava parecendo um moleque virgem, mas queria ficar com ela mais uma vez sozinho.
Não demorou muito e ela abriu a porta, arregalou os olhos e colocou a mão no peito como tivesse tomado um susto, não perdi tempo e empurrei ela pra dentro, entrei e fechei a porta me encostando nela.
__ tá maluco? - perguntou nervosa e eu rir puxando ela pra mim que relutou mais veio encostando o corpo no meu.- você não pode fazer isso, vo.. você é meu. - coloquei a mão sobre a boca dela sem apertar muito, não queria ouvir aquela p***a, não agora.
__ não fala nada não preta, só queria sentir teu cheiro de novo. - murmurei e encaixei meu rosto no pescoço dela, respirei fundo sentindo o cheiro gostoso e vi os pelinhos do corpo dela todo arrepiado, p***a.
Subir o rosto sentindo a respiração quente bater contra mim, passei a língua nos lábios e ela fez o mesmo, ela tava acabando com a minha sanidade sem ter feito p***a nenhuma, tava parecendo um moleque bobão de dezoito anos, namoral.
Passo aquele cabelão todo pra trás deixando ele esticado nas costas e encaixo minha mão na nuca dela, vejo ela fechar os olhos e aproximo devagar grudando nossos lábios em um selinho.
Com a outra mão eu puxei mais a cintura dela deixando nossos corpos mais colados, fazendo ela sentir como me deixou apenas com um olhar, filha da p**a.
Sem perder mais tempo grudei de vez nossas bocas, fazendo nossas línguas travar uma batalha por espaço, o beijo era veloz mostrando o mútuo desejo que exalava em nós.
Suspendo ela, colocando sentada em cima da pia de mármore e paramos o beijo por falta de ar, o rosto vermelho demostrava a vergonha que estava, me aproximo deixando um selinho na boca dela.
__ isso é loucura. - murmurou e eu rir fraco assentindo.
__ isso é uma atração, muito perigosa inclusive. - ela riu e eu não aguentei voltando a beijar ela novamente, isso não poderia acontecer novamente, mas enquanto tá rolando eu queria aproveitar.