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1057 Words
Emile - Emi 🫦 Enquanto sentava gostoso pra ele, grudava nossas bocas em um beijo gostoso, tentando gravar tudo isso que tá rolando na mente, pois sabia que não iria rolar mais. Abro os olhos sentindo ele segurar firme em minha cintura e levantar comigo ainda dentro de mim, sinto minhas costas grudar na parede e ele segurar apenas nas minhas pernas, mantendo elas bem abertas. __ vou f***r tua b****a com toda força que eu tiver preta, f***r até ver meu leitinho escorrendo dela. - falou de uma forma tão f**a que meu corpo inteiro arrepiou, filho da p**a. __ então enche minha b****a de leitinho lindo. - pedi manhosa e ele riu fraco jogando a cabeça pra trás, sem avisar ele começou os movimentos fortes, ele não mentiu quando disse que ia ser com força não, tava me segurando pra não gritar e gemer alto, soltar a p**a que tem dentro de mim. A mão dele vai de encontro ao meu pescoço fechando ela ali, puxo o ar com força e ele junta nossas bocas novamente, nunca tinha feito dessa forma, isso que é f**a. Perdi minha virgindade com dezesseis anos, um namorado meu da época, gostava pra c*****o dele, era do corre, meu pai surtou na época, queria até que rolasse casamento e se ele não tivesse sido morto em uma missão, acho que rolaria. Saio do meu transe com ele segurando com força meu rosto. __ quero derramar meu leite olhando nos seus olhos preta, pra nunca mais tu esquecer.- meu corpo arrepiou e convulsionou ao mesmo tempo, mostrando que eu também gozaria. __ não faz assim lindo, vou gozar. - gemi manhosa e ele riu mordendo meu lábio de baixo, movimentando mais rápido. - humm. - gemi sentindo os jatos quente dentro de mim e não demorou muito pra minhas pernas começar a tremer e eu gemer mais alto ainda liberando meu líquido. Sinto ele segurar forte meu corpo e sustentar ele sobre o corpo dele, ficamos nessa por alguns segundos até ele me arrastar para o banheiro. Ligou o chuveiro no quente e ficamos ali de boinha, não rolou muita coisa, só uns beijos e mãos bobas, gostei pra c*****o do cuidado dele. Acabei molhando o cabelo e já sabia que se eu chegasse em casa e meu pai tivesse acordado, estaria fodida. Apesar de ser maior de idade querendo ou não moro na casa dele, casa dele, regras dele. Saímos do banheiro em silêncio, não um silêncio r**m, estávamos cansados, mas a companhia um do outro não era algo r**m de se ter. __ pretinha. - ouço ele chamar e viro meu olhar em direção a ele que estava com uma escova secadora em mãos, parece que adivinhou meus pensamentos. - tô ligado como teu coroa é, melhor evitar. - bateu na cama e eu franzi a testa mas fiz o que ele pediu, sentei perto dele. - vira. - pediu e eu fiz e aos poucos ele foi ajeitando meu cabelo. __ fez cursinho foi? - brinquei olhando ele através do espelho e ele assentiu sorrindo, tava ficando lindo. __ aprendi com a minha filha. - olhei pra ele sem entender o papo, nem sabia que tinha filha, será que é casado? p***a que furada. - não faz essa cara preta, não sou casado. - falou mais escaldado e eu apenas assenti rindo amarelo. - mas esse é um papo pra outra hora. - falou e eu assenti mesmo sabendo que seria difícil estarmos em um lugar juntos depois de hoje. - se amarrou? - murmurou terminando o cabelo e eu rir levantando indo até o espelho. Passei apenas a mão deixando ele do jeito que gosto e sorrir, tava perfeito. __ me amarrei. - falei do jeito dele brincando e ele deixou a escova secadora em cima da cama vindo até mim, engoli em seco quando sentir o contato da mão dele na minha cintura nos aproximando mais ainda. __ quero te ver mais vezes, ter um bagulho mais nosso, só nós dois, igual hoje, como faz? - falou e meu corpo arrepiou, ele não podia tá propondo isso, ele sabe o quão isso é errado. __ você sabe minha resposta coronel. - falei e ele estalou a língua no céu da boca com a cara fechada. - isso envolve várias coisas cara, não posso fazer isso. - falei e ele me soltou bufando. __ vai deixar de viver um bagulho massa que rolou entre nós por conta do que o povo vai falar? - perguntou todo estressado e eu bufei cruzando os braços. - jae pô, pensei que tivesse maturidade, mas me enganei, se arruma aí que te deixo em casa.- saiu do quarto e eu respirei frustada, o clima que tava gostosinho foi pra uma merda, que ódio. Terminei de me ajeitar e fui pra sala encontrando ele já pronto e em pé perto da porta, acabou que nem beber a gente bebeu. __ tô com sede. - murmurei e ele me olhou óbvio apontando pra cozinha, bufei e fui, não queria me estressar mais do que já estou. Peguei uma garrafa de H20 na geladeira dele e fui indo até a sala novamente, me sentir super rica bebendo essas coisas, amei. Saímos do ap com ele em silêncio e eu também não fiz muita questão, nem parece que tem quase quarenta anos na cara, surtou por nada, super emocionado, o que tem de gostoso, tem de emoção, uo. Enquanto ele chamava o elevador, eu peguei meu celular vendo ser quatro horas da manhã. Acabei rindo vendo uma mensagem do celular de uma das tias que ficou lá em bengo. 📱 w******p 📱 Letícia bengo: oii tia emi, posso ligar por chamada de vídeo? Estou com muita saudades. - ouvir o áudio baixinho e meus olhos automaticamente encheram de lágrimas e meu peito apertou de saudades do meu Derek. Vi o outro me olhar de canto de olho, mas ignorei, funguei e respirei antes de responder. __ oii amor da tia, aqui ainda está muito cedo, mas a tia promete que mais tarde te liga tá? Tô com muita saudade meu bem. - gravei o áudio segurando o choro e guardei o celular assim que chegamos no térreo. Entramos no carro e assim seguimos até a favela, em silêncio e agora sim estava totalmente desconfortável.
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