Carla percebe a felicidade da prima, sabe que trata de Alessandra, e finalmente usa sempre a conta de tudo, com esse romance não seria diferente. Está feliz por Camila, há tempos não na tão sorridente assim, depois de pensar nessa mulher.
É sexta-feira, dezesseis horas, terá uma reunião com Camila para resolver alguns detalhes da próxima coleção, mas ao entrar na sala, sua primeira pergunta será exibida.
- O que você tem? - Uma pergunta assim que senta na cadeira em frente à prima.
Nada. - Mas seu suspiro diz outra coisa.
- Ah, tá, e eu sou o Papai Noel. Fale, o que te incomoda?
- Droga, ela não dá notícias desde ontem à noite. - A milionária está preocupada.
- Camila, você está ficando louca, deixe uma mulher respirar um pouco, vocês não têm nada sério, controle-se!
- eu sei, eu sei, mas ... sei lá, estou preocupado.
- Ok, você já conseguiu ligar?
Sim. Ela não atende. - Mais suspiros saem da boca da morena.
- Você não sabe onde ela mora? Então vai lá.
- Não, Carla, claro que não, ela vai pensar que estou seguindo-a. - Mas no fundo a ideia é atraente.
- E não está?
- Claro que não, i****a. - Camila revira os olhos.
- Ok, então, só restaure o que aconteceu, algo aconteceu logo; - Carla fala antes de sair da sala.
Camila apenas concorda, mas realmente está preocupada, a última mensagem de Alessandra foi de boa noite no dia anterior, isso não costuma acontecer, todos os dias ela está acordada com um lindo dia de mulher, o que não aconteceu hoje.
Precisa de notícias, será que a casa dela é uma medida muito drástica? Talvez sim, mas que se dane. Descobrir o que aconteceu com Alessandra e nada a impedir.
A de cabelo cacheado liga para sua secretária e pede para desmarcar todos os compromissos do resto do dia e transferir o jantar da noite para seu tio, ele é o vice-presidente, também pode ter essas responsabilidades, ela é a dona daquilo tudo, pode fazer o que quiser ou quase isso.
Minutos depois está em frente à entrada do prédio de Alessandra, em comparação ao seu não é grande, mas em comparação a outros é superior, sabe da condição financeira de sua amante, classe média, o que a deixa feliz, sabe que não está interessada em seu dinheiro, pois se pode morar naquele lugar, com certeza não necessita de ajuda financeira, o que era verdade. Alessandra não precisa, ela só quer mais, muito mais, sua ambição está falando mais alto a cada dia que passa, Camila é vista como uma forma de investimento.
A empresária desce do carro e fala para seu motorista esperar, entra, conversa com o porteiro e logo volta dizendo a seu funcionário que pode ir embora, pois ela voltará de táxi, ele assente e sai.
Quando volta à entrada depois de constatar que sua mulher está em casa pede para ser anunciada, sua subida é permitida. Dentro do elevador ela se sente nervosa, o que Alessandra pensará dela? Estará invadindo o seu espaço? Seus pensamentos são interrompidos pelo som da caixa de metal indicando a chegada ao andar. Antes mesmo de tocar a campainha a porta é aberta, Alessandra e um senhor aparecem.
- Oi.
É a única coisa que Camila consegue dizer. A naturalidade das vestimentas de Alessandra é surpreendente, enquanto está com suas roupas sociais de trabalho, uma saia justa preta, sua camisa social azul e seus saltos finos vermelhos, a outra veste um short jeans, uma camiseta vermelha e chinelos, o que a faz sorrir, a mulher consegue ficar sexy até de chinelos, aquilo só pode ser coisa de sua cabeça, ninguém fica sexy de chinelos, mas pelo jeito Alessandra consegue.
- Hey, pequena, isso é uma surpresa, você em minha humilde residência. – Alessandra tenta soar natural com a situação.
- Eu fiquei preocupada, você sumiu.
- Desculpe, depois eu te explico. Bom, esse aqui é meu pai, Caio, que indiretamente é o responsável pelo meu sumiço.
Agora a menor encara o homem. Está sendo apresentada ao seu futuro sogro, pelo menos assim espera que seja. Externa um lindo sorriso, que é retribuído por Caio. Ali percebe que a menor já está perdidamente apaixonada por sua filha, é evidente que a morena está ali por preocupação, isso lhe agrada, é a constatação de que estão a um passo de conseguir o que querem, seu orgulho cresce, a expetativa mais ainda.
- Oh, então você é a Camila?
- Acho que sim, só não sei se sou a mesma Camila.
- Pode apostar que sim, essa garota aqui não para de falar da tal Camila, essa semana foi Camila pra cá, Camila para lá, eu estava ficando louco. – Assim como Alessandra, o homem tem uma lábia invejável.
- Pai, não exagere. – A mulher tenta repreendê-lo, evitando o exagero.
- Exagero seria se eu dissesse que você até sonhou com ela, falando sozinha a noite. – O homem tenta soar brincalhão, quer conquistar a simpatia da milionária também.
- Oh, isso me parece bom. – Camila diz, agora olhando para Alessandra.
- Ok, pare de me envergonhar, velho, saia e me deixe sozinha com minha garota.
- Sua? Então já estamos nesse patamar? Precisamos marcar um jantar para me apresentar corretamente a sua garota.
Aquela possibilidade deixa Alessandra apreensiva, apesar das circunstâncias ela não deixará seu pai perto da doce e inocente Camila.
- Ok, marcaremos qualquer dia, tchau, pai. – Alessandra fala, empurrando o homem para fora do apartamento.
- Ei, não precisa ir embora, eu posso voltar outra hora. – Diz, Camila.
- Não se preocupe, menina, não quero tirar a privacidade de vocês, foi um prazer te conhecer, até a próxima, Camila. Ah, e Ale tem razão, você é muito bonita.
- O prazer foi meu, senhor, e obrigada.
Camila sorri timidamente para o homem, ser elogiada ainda é um problema para ela, a morena observa o pai se afastar e entrar no apartamento ao lado. Logo depois olha para Alessandra novamente.
- Acho melhor você entrar. – Alessandra diz para a outra com um sorriso no rosto.
Logo Camila assente, quando se ver dentro do apartamento é jogada contra a porta agora fechada, sua bolsa escorrega de seu braço e suas mãos vão direto para a nuca de Alessandra. As mãos da maior estão na cintura da morena, fazendo o contato de corpo se intensificar, o beijo é quente, cheio de saudade, as línguas se encontram e o sabor das duas é viciante. Depois de minutos nessa guerra de desejos, Ale se afasta e encara a menor.
- Você não pode aparecer em minha casa vestida assim e esperar que eu me controle. Céus, Camila! Você está irresistível com essas roupas.
- São apenas as minhas roupas de trabalho.
- Se você fosse minha eu iria proibi-la de usar essas roupas, com certeza os seus empregados ficam imaginando uma forma de te f***r, em como você fica sexy, tendo fetiche de sexo entre chefe e secretária, mas sabe o que é melhor de tudo? Só eu vou fodê-la, só eu vou tirar as suas roupas, você será minha, Camila, está me entendendo? Só minha, completamente minha.
Depois dessas palavras o coração de Camila se enche de felicidade, isso é tudo que ela quer ouvir, ela quer pertencer a aquela mulher.
Alessandra beija novamente os lábios de Camila, quente, sensual, ardente, está louca de t***o por aquela mulher, isso é excitante, terrivelmente gostoso.
As mãos de Ale descem até a pequena a******a da saia da morena, fazendo a peça subir até sua cintura, quando já se ver em uma posição em que possa abrir as pernas da menor, segura nas duas coxas, elevando o corpo, fazendo-a estar agora com as pernas em volta de sua cintura. Alessandra pressiona mais ainda o corpo de Camila na porta a fazendo gemer, mas não para de beijá-la.
Estão ofegantes. Quando o ar se fez necessário, Alessandra começa a beijar o pescoço da milionária, fazendo-a gemer com o contato, as pernas enlaçadas na cintura da maior a deixa totalmente exposta. A mais velha aperta cada vez mais as coxas de Camila, firmando a menor no ar, o desejo entre elas é evidente.
- Eu quero você, Camila, mas quero do meu jeito. Você veio até mim, está em meu território, é hora de me conhecer melhor, isso inclui te levar para o meu quarto, mas a partir do momento que você estiver lá será completamente submissa a mim, se deixará levar pelos meus prazeres, que é te dar prazer. Entendido?
- Sim. – A resposta sai mais como um gemido.
- Você já leu cinquenta tons de cinza, Camila? – Alessandra pergunta encarando a menor.
- Sim.
- Ótimo, então entenda isso como a minha versão, você será minha submissa, Camila, não terá quarto vermelho, não terá punição, não terá contrato, o que terá é o simples prazer, único e puro prazer. Hoje você verá o meu lado que pretendia lhe mostrar só depois, mas você é apressada, veio até mim e não conseguirei me controlar.
- Não se controle, por favor. – A voz de Camila é fraca, está louca de desejo.
- Ah, pequena, eu não vou.
Alessandra toma os lábios de Camila mais uma vez, fazendo-a arfar, vai caminhando com sua mulher nos braços em direção ao quarto, esse é seu santuário, não de forma subtendida, seu quarto é seu lugar do prazer, feito sob medida para satisfazer seus desejos. Levará aquela garota ao delírio de tanto gozar, isso será seu ingresso de entrada de vez na vida da milionária.
Depois de estarem no quarto, Camila analisa o cômodo, este que tem uma decoração simples, paredes de cor vermelha, espelho em uma parede, uma cama enorme, sofá grande e confortável, duas mesas pequenas, cortinas de cor clara, um tapete no chão que parece de longe bem confortável, mas o que chama a atenção de Camila é haver três portas, possivelmente uma para o closet, outra para o banheiro e uma terceira que a deixa curiosa.
- Gostou?
- É diferente. – Camila ainda se encontra no colo de Alessandra, essa se encaminha para o sofá, deitando-a com cuidado e se posicionando entre as pernas da de cabelo cacheado.
- Sim, espero que você tenha gostado, pois pretendo te trazer bastante aqui.
- Eu adorarei vir bastante aqui.
As duas sorriem e se beijam novamente, um beijo que demonstra todo o desejo e t***o que sentem, a mão de Alessandra está espalmada em cima da i********e de Camila, que está coberta apenas pela minúscula calcinha vermelha, o que deixa a maior completamente excitada com a visão.
- Preciso te perguntar algo antes de começarmos, porque depois não conseguirei mais parar.
- Ok. – Camila responde, ofegante.
- Eu vou te f***r hoje, Camila, mais irei te f***r bastante, preciso saber se está preparada para isso, preciso saber se confia em mim o suficiente para deixar seu corpo totalmente entregue a mim.
- Sim. – A resposta veio rápida.
- Sim o que, pequena?
- Sim, eu confio em você, eu quero que me tome para de todas as formas, quero que me f**a da forma que você quiser. – A morena nem se reconhece mais.
- Ah, Camila, você não pode me pedir uma coisa dessas assim, tenho tantos planos para você, só quero te pedir uma coisa.
- O que?
- Se eu fizer algo que não goste me pare, se você não me parar ou não reclamar, concluirei que está gostando, irei fazer mais e mais, então preciso que me pare, entendido? – Camila apenas assente. – Responde, pequena, entendido?
- Entendido.
- Certo, então agora quero que você fique totalmente nua para mim, eu sentarei naquela cama enquanto observo você tirar toda a sua roupa, não quero que sinta vergonha disso, quero que saiba que eu desejo seu corpo, que eu desejo você, certo?
- Sim.
- Então comece.
Alessandra sai de cima de Camila e se encaminha para a cama, deixando o caminho livre para a menor se sentir à vontade. Por um momento ela se sente envergonhada, mas lembra-se das palavras de sua amante e resolve se soltar, entrará no jogo de Alessandra, irá dar prazer a essa mulher, assim como sentirá da mesma forma.
- Tire sua camisa. – Alessandra fala, já sentada na cama, observando Camila ao mesmo tempo em que tira seu short e sua camiseta, ficando apenas de roupas íntimas, a morena saliva. – Não pense em mim, Camila, pense em você, pense que está tirando a roupa para mim.
- Fica difícil não pensar em você estando vestida assim na minha frente.
- Se isso incomoda posso me vestir novamente.
- Não! Fique assim, irei me concentrar. – Alessandra nota o desespero nas palavras de Camila, que agora encontra-se de costa para ela.
- Então faça o que eu mandei, tire suas roupas.
Camila suspira e tenta não pensar na mulher seminua, missão quase impossível, mas tentará. Aos poucos se põe perto de Alessandra, a mesma que continua sentada na cama. A menor pode sentir, mesmo sem olhar, que a mulher lhe observa com atenção, então resolve virar-se para ela. Com movimentos lentos vai desabotoando sua camisa, a saia que antes estava na altura da cintura, agora já se encontra posicionada corretamente em seu corpo. Depois de terminar até o ultimo botão, ela encara Alessandra, que está concentrada em seu corpo escultural.
- Tire.
Camila obedece, deixando à mostra o sutiã que faz conjunto com a calcinha vermelha.
- Agora tire sua saia bem devagar, mas não tire seus saltos, quero te comer com você usando-os.
As palavras de Alessandra fazem Camila estremecer, aquela mulher é terrivelmente quente, a menor se pôs imaginando qual seria o seu limite, sendo que da última vez tivera três orgasmos maravilhosos. Quando deu por si já se encontra nua, apenas os saltos cobrem parte de sua pele.
Mas não estava preparada para a imagem na sua frente, Alessandra está se tocando enquanto a observa, com uma mão afasta sua calcinha para o lado e com a outra se masturba, a visão faz Camila entrar em transe, é excitante.
- Gosta do que ver, Camila? Hum... – Alessandra geme.
- Sim. – A milionária passa a língua por seus lábios.
- Que bom, porque hoje eu quero que você me chupe, venha até aqui.
Alessandra diz indo até a beirada da cama, tira a sua calcinha e abre completamente as pernas, demonstrando o quanto está molhada. Camila que se mostra hipnotizada pela visão, caminha lentamente até perto de sua amante, não ousando tirar os olhos de Alessandra nem um segundo, mas especificamente para entre as pernas da maior.
- Fique de joelhos. – Camila obedece. - Agora me dê prazer, saibas que sentirá prazer também, agora comece.
Camila por um instante hesita, está receosa, afinal nunca tinha feito isso antes, nem mesmo em homens, ela nunca fez um oral em alguém.
- Pequena, eu disse que se eu fizer algo que não queira é para me falar, se não quiser fazer, não tem problema, apesar de eu querer muito que você faça.
- Não, não é isso, eu quero, quer dizer, eu tenho certeza que gostarei, mas...
- Mas... – Elas se encaram.
- Mas eu nunca fiz isso, nunca mesmo, com ninguém.
- Então você nunca fez um oral?
- Isso, eu nunca fiz, não sei como fazer e nem se sei fazer.
- Ok. Então façamos assim, eu te guiarei, você fará o que achar melhor, está livre para fazer o que quiser, você é uma mulher, Camila, saberá onde colocar a sua língua. Eu te falarei se fizer algo errado e você saberá quando fizer algo certo. – A morena sente-me mais confiantes depois dessas palavras.
- Tudo bem.
- Então comece, por que estou morrendo de t***o para sentir sua boca em mim.
Camila sorri com as palavras de Alessandra, acomoda-se melhor no chão e observa a i********e da maior bem a sua frente. Com a mão direita a menor toca o sexo exposto, uma mini m*********o, sente Alessandra se contorcer, sabendo agora onde se encontra o ponto mais sensível da mulher, isso a faz sorrir internamente.
Bem lentamente leva sua boca ao local desejado, Alessandra automaticamente posiciona sua mão direita aos cabelos de Camila. Fazer um oral pela primeira vez não é algo misterioso, principalmente em uma mulher, porque a excitação feminina se concentra por toda a i********e, seja ela c******s, lábios maiores e menores, v****a, toda a extensão se encontra sensível pelo t***o.
- Isso, pequena, chupa desse jeito. – Alessandra geme no momento em que Camila suga com cuidado o seu c******s.
Camila ao notar que fez algo certo intensifica seus movimentos, fazendo cada vez mais rápido, enlouquecendo sua amante.
- Calma. – Alessandra fala, puxando com cuidado o cabelo de Camila para fazê-la parar. – Por mais que eu queira muito gozar na sua boca, o segredo do oral é ir com calma, quanto mais você atrasa o orgasmo, mais gostoso ele fica, então faça com calma, se continuar assim eu gozarei logo, não quero que isso seja rápido. – Alessandra encara sua mulher.
- Desculpa. – A morena diz, envergonhada.
- Não peça desculpa, eu disse que iria te ensinar e estou fazendo isso, agora continue o seu trabalho aí embaixo, me faça gozar bem gostoso.
Camila não demora em abocanhar o sexo totalmente úmido da mulher. Alessandra geme, está tão excitada que não demorará a gozar, mesmo a inexperiência da menor é excitante para ela, aquilo é terrivelmente vergonhoso para uma mulher tão experiente no sexo. Camila tem certa dominação contida, a golpista não sabe explicar, mas nesse momento não quer pensar em mais nada além de concentrar-se no orgasmo que se aproxima.
- Continue aí, Camila, bem aí. – Alessandra geme segurando com mais força o cabelo da menor, guiando seus movimentos para o local mais sensível. - Estou quase, Camila, mas quero que você enfie sua língua em mim, faça isso, pequena, me f**a com a sua língua.
Camila entende o que Alessandra pede, a mais velha fez isso na noite em que se conheceram, prontamente a menor endurece sua língua ao máximo e a leva para a entrada, penetrando-a bem lentamente.
- Oh, isso, mais fundo, Camila, isso.
Alessandra se contorce de prazer, está cega de t***o, tão cega que não se importa de Camila ser inexperiente, só quer que ela a faça gozar, será um dos seus melhores orgasmos.
- E vou gozar, continue assim, bem aí.
E com isso Alessandra se deixa derramar em um orgasmo forte, tão forte que faz suas pernas tremerem como nunca antes. Alessandra segura a cabeça de Camila a fazendo sentir seu líquido descer, assim lhe obrigando a beber tudo, esse contato prolonga o prazer, é isso que ela quer nesse momento.
Camila sorri e se sente satisfeita por ter feito a outra gozar, se orgulha por ter conseguido dar prazer a essa mulher espetacular. Minutos depois Alessandra se deixa cair na cama, totalmente relaxada, a morena aos poucos vai escalando seu corpo até estarem frente a frente.
- E então, como me saí?
- Hum... acho que meu corpo responde a sua pergunta. Isso foi bem... intenso.
- Fico feliz em satisfazê-la, senhorita Ferraz.
As duas sorriem e depois se beijam. Alessandra sente seu próprio gosto nos lábios de Camila, o que é muito excitante. Com um movimento rápido a maior troca de posição, ficando por cima. Desce os beijos pelo pescoço da de cabelo cacheado, a fazendo gemer, arfar, elevar seu corpo buscando por mais contato. A mão direita de Alessandra percorre entre os corpos suados indo de encontro ao sexo da milionária.
- Você está muito molhada. – Sussurra fazendo leves movimentos circulares na região.
- Por favor, Alessandra.
- Por favor o que?
- Me f**a.
Escutar palavras sujas saídas da boca da morena é maravilhoso aos ouvidos de Alessandra, seu sorriso vitorioso é mais do que apenas ter a certeza de que conseguiu o que queria, é também verdadeiro, pois está adorando esse jogo de sedução.
- Eu vou, Camila, mas tenho algo especial hoje para nós. Você confia em mim? – Alessandra pergunta ao elevar seu corpo, paralisando os movimentos na i********e da menor.
- Confio.
- Completamente?
- Sim.
- Ótimo, então espere um pouco.
Alessandra sai de cima de Camila e vai para perto de uma pequena cômoda próxima da porta desconhecida, abre uma gaveta, pega uma chave e dois objetos, que Camila não demora a descobrir ser uma gravata e uma pequena faixa. Logo depois ela coloca a chave em cima da cômoda e volta para a cama com a gravata e faixa em mãos.
Fica bem claro o que sua amante fará, e com certeza irá deixar. Alessandra deita-se em cima de Camila, pega a gravata, olha bem nos fundos dos olhos da menor e recebe a permissão que quer. Com cuidado pega as duas mãos da morena e leva para acima de sua própria cabeça, com mais cuidado ainda a amarra na grade da cama, a deixando exposta, presa, submissa.
- Está apertado? – O carinho na voz de Alessandra derrete o coração da milionária.
- Não.
- Tudo bem, pequena, agora terá que confiar em mim, irei te vendar, tudo bem?
- Sim.
- Ok, relaxe e se deixe sentir, irei te dar muito prazer hoje, eu te prometi e cumprirei.
Camila assente, minutos depois está vendada e presa na cama. A cena para Alessandra é tentadora, a mulher a sua frente nua, usando apenas aquele salto que a deixa sedutoramente sexy. Ela deposita um beijo calmo nos lábios da menor que tenta aprofundar, mas é impedida pela outra.
- Calma, pequena, sem pressa.
- Eu quero você. – Alessandra sorri com as palavras de morena.
- Eu sei, mas tenha paciência, apenas relaxe, precisarei agora que esvazie sua mente, tenha sempre a noção que sou aqui, a sua Alessandra.
A maior sai de cima de Camila e desce da cama, indo em direção à porta misteriosa, pega a chave e a abre. Trata-se de uma pequena sala, que contém vários objetos sexuais, dos mais variados possíveis, objetos esses que podem dar prazer a qualquer pessoa. Cintas, pênis de borracha de todos os tamanhos e cores, vibradores de todas as velocidades possíveis, cordas, chicotes, entre outros até desconhecidos, é o santuário do prazer de Alessandra.
Ela entra no local e pega uma cinta de tamanho médio e penetração única, pois ela tem várias de dupla penetração, mas agora se trata de sua mulher. A cinta em questão tem um pequeno objeto do lado de dentro que faz pressão no c******s de quem a usa, assim também sentirá prazer com a ação. Alessandra veste o objeto e volta para o quarto, encontrando a morena inquieta.
- Ale, onde você está?
- Estou aqui, pequena. – Alessandra fala, passando um lubrificante no pênis da cinta.
- O que está fazendo?
- Preparando-me para você.
- Como assim? Eu estou pronta, Ale, quero você.
- Você me terá, Camila, quero que relaxe.
Narrado por Camila
Depois de suas palavras a sinto sentar na cama. Quero essa mulher, quero muito, isso está me deixando mais excitada ainda. Estar presa, vendada e completamente molhada é uma expectativa indescritível.
- Camila, vou perguntar mais uma vez, você confia em mim? Preciso que esteja totalmente entregue agora.
Ela ainda insiste nisso, de certa forma estou ficando preocupada, é mais que óbvio que quero que ela me f**a, mas sua hesitação me deixa nervosa.
- Sim, Ale, eu quero você.
- Ok.
Essa foi sua palavra antes de me beijar. Nesse momento sinto algo entre nossos corpos, só então percebo do que se trata, entendendo agora a sua preocupação. Aquilo é grande, na verdade bem grande, ou é impressão minha, por um momento eu paraliso nosso beijo, sei que ela está olhando para mim.
- Oh! Isso é...
- Se não quiser, eu não faço, mas saiba que quero muito te f***r desse jeito.
- Não é... Grande? – Sei que pode ser uma pergunta i****a, mas é o que sai da minha boca.
- Não se preocupe, pequena, nunca iria te machucar, já estive dentro de você, sei o quanto você é apertada.
- Ok, mas se doer você para?
- Claro que sim, é só você pedir, mas quero que relaxe, se concentre no prazer, então saberá desviar da dor.
- Tudo bem, só... vai devagar.
- Sempre, minha pequena.
Depois disso sinto seus beijos molhados em meu pescoço. Suas mãos acariciam meus s***s, ela faz movimentos de vai e vem para que o objeto tenha contato com minha i********e, ele está quente, isso é gostoso.
Agora desce seus beijos para meus s***s, me fazendo gemer cada vez mais alto, meu corpo tenta se elevar, meu quadril parece que ganha vida. Seus lábios vão descendo cada vez mais até chegarem em minha i********e. Alessandra começa um oral gostoso, realmente sabe usar a língua, depois de um tempo me vejo gozando em sua boca. Aos poucos ela sobe seus beijos novamente, sei que está me olhando, sinto seu beijo novamente.
- Você está pronta? Tente relaxar o máximo.
Suas palavras são ditas, me deixando receosa. Ela sai de cima de mim, pega minhas duas pernas, coloca em cima das suas, provavelmente deve estar apoiada em seus joelhos. Sinto o pênis pincelar a minha i********e, o que me contrai um pouco.
- Vou devagar, Camila.
Aos poucos vai me penetrando bem lentamente, sinto uma leve ardência, não a mesma da virgindade, mas um incômodo, deve ser pelo tempo que passei sem sexo.
- Relaxe, vou colocar tudo dentro de você.
Céus, que tamanho esse negócio tem? Ainda vai enfiar mais?
- Está doendo?
- Não. – Minto.
- Não minta para mim, Camila, eu sei que está, sua expressão facial me diz outra coisa, e está bem difícil entrar em você, preciso da sua sinceridade para não te machucar.
- Ok, está incomodando. – Sou sincera.
- Certo, já foi tudo, relaxe, irei me mover, a ardência é normal, concentre-se no prazer e se não estiver bom para você me mande parar. – Eu apenas assinto.
Aos poucos começa a se movimentar bem lentamente, abro ainda mais as minhas pernas para facilitar seus movimentos, com isso ela se encaixa entre elas. Com cuidado seus movimentos vão aumentando a velocidade, a dor já não incomoda, ela tinha razão, o prazer é maravilhoso. Suas estocadas se tornam mais fortes.
- Você é tão apertada, pequena.
- Isso, mais forte...
Se ela continuar assim gozarei muito rápido. Parecendo que leu meus pensamentos, Alessandra diminui a velocidade. Sem sair de dentro de mim, pega minhas duas pernas e leva para seu ombro, me deixando mais apertada ainda.
- Você fica sexy com esses saltos, imaginei te comendo assim desde a hora que te vi com aquelas roupas. – E vai cada vez mais rápido e fundo.
- Ah! Isso, mais rápido.
- Você vai gozar, Camila?
- Sim, continue... – Ela continua ainda rápido, forte e fundo, gozarei a qualquer momento, isso é tão gostoso, tão bom.
Ela sincroniza seus movimentos em um vai e vem perfeito, meu ápice se aproxima e ela sabe disso, quando estou pronta para me deixar derramar ela para novamente e tira minhas pernas de seu ombro. Droga, essa mulher quer me enlouquecer!
- Porque parou? Eu estava tão perto.
- Eu sei, mas quero que olhe para mim, quero olhar para você enquanto goza.
Sem sair de dentro de mim, tira a venda, mas ainda me deixa amarrada à cama. Encaro-a, está sexy, sensual, tenho agora uma visão do objeto dentro de mim, isso é muito excitante. Ela me coloca agora de lado, mas ainda continua de joelhos atrás de mim, aos poucos começa seus movimentos novamente. O que começaram lentos, voltam a ser fortes e rápidos, a posição ajuda a me deixar mais apertada.
- Goza para mim, Camila, eu vou gozar com você, pequena.
Esse é o meu limite, me deixo levar pelo prazer e formigamento que nasce dentro de mim, as pernas começam a tremer, a respiração acelerar e o coração dispara, essa sensação não tem explicação, mas é maravilhosa.
- Mais rápido, estou quase, mais rápido. Isso.
- Geme, pequena, geme para mim, isso, eu vou gozar, Camila, eu vou... ah.
Quando ela geme meu orgasmo vem com força, nossos gemidos se misturam, nossas respirações aceleram, o plano de ficar me encarando vai por água abaixo, pois nesse momento eu não consigo abrir meus olhos. Ela ainda está dentro de mim, o que intensifica meu prazer.
Nossos corpos estão suados, nossas intimidades pulsantes, meu líquido quente mela completamente o objeto. Aos poucos a sinto sair de meu interior, ela se contorce na cama e retira a cinta, depois me desamarra, se deixando cair ao meu lado no colchão.
Não ousamos falar, palavras não são necessárias, sabemos disso. Dessa forma, deitada em seu peito, com seus braços me abraçando, sentindo o carinho em meus cachos, pego no sono. Sabendo que a partir de hoje serei para sempre a sua submissa, ela é minha dominadora, e tenho um leve pressentimento que não será apenas na cama.