Krysta andava pelas ruas da metrópole olhando para todos os lados, as câmeras de segurança pareciam segui-la, monitorando seus movimentos, enquadrando-a no ângulo que lhe mostrava de jeans, camiseta, casaco e a bolsa pendurada no ombro. O pior lugar do mundo era debaixo do teto de um psicopata. Till Rosenrot era isso, um megalomaníaco psicopata. “Destruir o mundo”, aham, sei. E essa nem era a sua pior parte, o seu defeito assustador. O pior de tudo estava no fato de ele simplesmente “sair para matar” como alguém que resolve fazer uma boquinha na pizzaria da esquina. Baixou a cabeça, encarou os seus tênis rasgados, o concreto debaixo das passadas rápidas. Esbarrou num ombro, noutro, f**a-se, ela precisava era correr, voar, saltar para o outro lado. Que lado, se tudo era dele? Till era a

