A oficial da Força de Controle o recebeu no seu apartamento de vidros e espelhos, decoração retrô, algo que sugeria um século obscuro e superado, onde plumas e estatuetas se sentiam à vontade entre os móveis escuros. Até então, tudo que ele sabia sobre aquela mulher era que ela era uma oficial militar dedicada, solteira e um tanto carrasca para com os subordinados. Considerou que era um desperdício arrancar aquela pessoa do planeta, o tipo que cumpria ordens sem raciocinar, que seguia um líder tivesse ele a cabeça de uma casca de ovo ou um gênio da espiritualidade, uma profissional altamente treinada e disposta a morrer pela Esfera. Ela o fitou, encantada, assim que abriu a porta. Mas, em seguida, pareceu tomar ciência do que poderia tê-lo levado ali. — Sinto muito ter perdido a fora d

