O ruivo por sua vez seguiu cada mísero movimento da esposa com os olhos, apoiava o cotovelo no joelho e o queixo na mão. Sorriu olhando para a forma como ela balançava o quadril mais que o normal para caminhar, a forma como erguia os braços depois os abaixava passando as mãos pelos cabelos.
Ele continuou olhar na direção mesmo quando ela havia saído do campo de visão dele.
Era divertido para ele ver o contraste que havia sido criado com passar dos tempos. Sebby quando teve um ataque do coração quando estiveram juntos a primeira vez, agora ela desfila pela casa com parte do traseiro exposta. Ela era uma mulher muito confiante e sexy agora. Isso tornava ela ainda mais sexy aos olhos dele.
– Eu sei que sua esposa é maravilhosa, mas podemos acabar isso? - Leo disse provocativa apontando para os papéis.
– Tudo bem. Eu gostaria de começar com a sobre o sol em um dia de neve. - Pegava os papéis olhando.
– Explica de novo a instrumental maluca, você quer colocar essa música no álbum e nem gravamos ainda. - Leo massageava a têmpora.
Bateu os dedos na mesa de centro simulando o som de uma bateria, seguida seguiu para um som longo e com a boca que simulava uma guitarra. Depois começou a cantar a voz era profunda e intensa.
Sebby parou na porta entre a cozinha e a sala para ouvir. Sorria deitando a cabeça contra o batente.
– Entenderam? Se colocarmos uma entrada de teclado depois do segundo refrão e um solo de guitarra em seguida no conjunto, vai fazer um som que se encaixa com a batida que te mandei de bateria gradual de novo. - Pegou um papel rabiscando no papel. - Menos de um dia e nós conseguimos gravar essa música para ainda estar no álbum.
Era uma loucura já que pretendiam soltar o álbum na semana seguinte, mas Castiel falava com tanta convicção que a esposa soltou uma risada, até ela estava convencida de que funcionaria.
– Que foi lôra? - Olhou sorrindo para ela.
– Nada, não quis atrapalhar. - Passou pela sala outra vez.
Antes que ela saísse o ruivo a agarrou pela cintura e a puxou para seu colo. - Você é tão sem vergonha.
– Oh! O quê? Eu só estava passando por aqui. - Ria passando o braço pelos ombros dele.
– Claro que estava. - Subiu um das mãos pela coxa feminina atrás.
– Você toca sua esposa assim na frente dos membros do grupo? Acho que deveriam pensar em um novo líder. - Olhou para Gabin e Leo.
– Haha. - Sorriu e sussurrou na orelha feminina. - Vamos dar uns amassos quando isso aqui acabar?
– Tudo bem, se não for torturante demais para você. - Me sentei corretamente nas coxas dele. - Perdoem meu marido ele é muito fera descontrolada.
Castiel gargalhou olhando para ela. - Saí daqui Sebby.
Ela se levantou com imenso sorriso e passou entre a mesa e o marido. O ruivo deu uma forte palmada contra o traseiro dela.
Um gemido escapou pelos lábios femininos e a de cabelos brancos riu em seguida. - Hoje é a final de Drag Race, você acha que acabam isso antes do programa?
– Espero que sim, não vou perder a final. - Sorriu olhando para ela, piscou.
– Até mais então gente. - Sorriu e seguiu até o quarto.
– Vocês não estavam... Brigados? - O loiro peguntou curioso.
– Estamos em guerra, não brigados. - Pegou os papéis sobre a mesa. - É como a guerra fria. Nós dois estamos fingindo que não tem um conflito armado. Ou vocês acham que o belo traseiro que passou por nós aconteceria normalmente?
– Ela ainda vai posar para o álbum? - Um dos outros membros disse, podia-se ver o suor escorrer pelo rosto dele.
– Não. Aquele traseiro é meu. - Disse brincalhão, mas com um sorriso safado. - Ela disse que pinta, mas que não posa. Então disse que podemos escolher o modelo. Contanto que não seja eu.
– Por que não você? - Ergueu as sobrancelhas.
– Ela não vai me pintar sem roupa para um álbum e eu não sou servir de modelo para pintura. Já faço isso quase toda semana para ela. - Disse lendo os papéis.
– Ela deve ter cada pérola sua pintada. - Gabin disse provocativo.
– Sem dúvidas, se for atrás dela agora aposto que ela vai ficar feliz em te mostrar todas aquelas pinturas minhas pelado. - Piscou para o amigo.
– Vou ter pesadelos. - O loiro balançou a cabeça rindo.
( ꈍᴗꈍ)
Com tudo feito, ambos se sentaram juntos para assistir ao programa.
– Eu não ia dizer nada. - Entregou a cerveja para o marido abrir para ela. - Mas céus... Eles parecem prestes a se borrar perto de você.
– Eu não sei por qual razão. - Abriu a garrafa com a mão nua e entregou para ela outra vez. - Eu só falo de trabalho com aqueles dois bananas.
Riu passando o braço pelos ombros dele. - Estavam suando quando passei de baby doll.
– Estavam quase girando os olhos em 360 graus para pode olhar seu traseiro. - Riu a olhando nos olhos. - Você é tão c***l.
– Bom, da próxima vez ando de calcinha. - Sorria.
– Interessante, assim veriam na hora minha pequena assinatura. - Mordeu o lábio a olhando nos olhos.
– Achei que a tatuagem do meu traseiro era nosso segredinho. - Se inclinava cheirando o pescoço masculino.
– Sempre é nosso segredinho. - Sorriu pegando a cerveja da mão dela e apoiando na mesa de centro.
Derrubou a esposa no sofá e ficou sobre ela. Os dois iniciaram um beijo intenso e gostoso, movendo as cabeças, enquanto as mãos masculinas percorriam as mãos pelas coxas femininas por dentro do curto short do baby doll. Apertou o belo traseiro com ambas as mãos.
Sorria apoiando as mãos no rosto dele e retomando o beijo de forma selvagem, passava os braços pelo pescoço dele, pressionando os s***s contra o peitoral dele.
– Me deixe ver. - Sussurrou contra os lábios avermelhados dela pelo beijo intenso.
– Veja tudo que quiser. - Mordia o lábio inferior sorrindo.
Virou ela de bruços, lentamente deslizou o curto short pelas pernas de coxas roliças e passou delicadamente pelos pés pequenos. Beijou o pé dela e desceu beijando as pernas e seguiu por uma das coxas beijando, enquanto suas mãos agarravam o belo traseiro o apertando com ambas as mãos.
Sebby sorriu afundando o rosto na almofada, sua respiração estava ficando terrivelmente ofegante.
Os beijos subiram pelo belo traseiro e o mordeu apertando a carne, deu alguns chupões pela pele branca e macia e voltou a morder.
Gemia apertando os dedos no sofá. - Amor...
Deslizou os dedos pela tatuagem no traseiro feminino. - Aqui está uma história que não vamos pode dividir com ninguém.
– Mais uma coisa que é só nossa. - A de cabelos brancos cruzous os braços deitando a cabeça sobre eles,. enquanto olhava para ele por cima do ombro. - Mas bem que você devia me deixar fazer uma tatuagem no seu belo traseiro também.
– Fica a vontade depois de treinar alguns meses. - Riu olhando para ela. - Se algum dia meu álbum não vender bem... E eu tiver que posar nu, quero ter uma tatuagem descente aparecendo.
Gargalhou e se sentou no sofá olhando para ele. - Não será necessário, eu te banco. Serei sua sugar mommy.
– Não diz isso, eu me aposento para você me sustentar. - Puxou a esposa para seu colo.
– Até parece. - Passava as pernas de cada lado do quadril dele.
Voltaram a se beijar, as línguas de ambos se buscavam de forma intensa, as mãos dele percorriam as costas femininas, quando um toc toc ensurdecedor preencheu a sala.
Sebby se levantou assustada e vestiu o short outra vez indo correndo vestir um robe. Castiel riu e deitou a cabeça para trás. - Que desespero é esse?
– O porteiro não avisou que alguém estava subindo. Deve ser sério. - Disse do quarto.
– Ou não. - Se levantou e seguiu até a porta a abrindo.
Antes de qualquer reação Nathaniel caiu sobre o ruivo.
– Nath? - Ele ergueu as sobrancelhas deixando que o outro caísse sobre seu ombro. - Cheira a álcool.
– Quem... - Ela não finalizou a frase. - Céus! - Apoiou a mão sobre a boca.
– Relaxa, ele está bêbado. - Passou o braço do loiro por seus ombros e seguiu até o sofá sentando o outro que imediatamente caiu para o lado.
– Vou preparar um café forte.