Capítulo 6

1369 Words
Castiel ria entrando atrás do outro. - Não vejo há hora. (ʃƪ^3^) As duas estavam sentadas no bar e restaurante. – Olha só, eu sei que é difícil, mas o Nath vai pensar nisso com carinho e em alguns dias tudo estará bem. Só é complicado agora. - A de cabelos brancos explicava. – Eu sei, mas não quero que ele pense no maldito do pai dele. - Olhava para a amiga. - Eu acho que quero esse bebê, eu estou assustada também. Eu estou com medo. Sei que isso é complicado para ele. Mas ao mesmo tempo meu peito se enche de amor com a ideia desse bebê. – Então pronto. Liga para o Nath e diz isso para ele. Diz agora. - Entregou o celular para ela. - Eu espero aqui. – Você tem razão. - Se levantou determinada segurando o celular. Se afastou para ligar, se aproximou do bar e discou apoiando o celular contra a orelha. Um homem no bar atendeu e ela imediatamente ergueu as sobrancelhas. – Nathaniel... Você está bebendo outra vez? - Ergueu as sobrancelhas. – O quê? Não! Estou almoçando com Castiel. - Disse franzindo o cenho. O ruivo bateu o cotovelo nele e apontou para a loira. Nath desligou o celular e ergueu as sobrancelhas olhando para ela. – Oi Anne. - O músico acenou. – Oi Cazinho. - Ela desligava o celular olhando para o marido. - Podemos conversar? – Claro. - O loiro assentiu e os dois se afastaram um pouco. Sebby olhava para frente esperando pela amiga, quando viu uma cabeleira castanha passar por entre as mesas. Franziu o cenho. Parecia familiar, ao mesmo tempo um calafrio percorreu seu corpo. Castiel olhava a distância para o casal conversando. Parecia que tudo estava bem, eles se abraçavam e choravam juntos. A conversa entre eles havia ocorrido bem. Os dois retornaram. – Desculpe Cazinho. Pode ficar com ele agora. - Annabeth trouxe o marido até o amigo. – Que droga, tinha esperança de me livrar dele. - O ruivo sorriu. – Ha ha. - O loiro forçou uma risada e se sentou do lado do outro no bar em seguida. – Bom meninos, vou voltar para a Bibi que está me esperando. - Sorriu com doçura. - Até mais tarde. - Passou a mão pelas costas do marido. – Bibi está aqui? - Castiel ergueu as sobrancelhas. – Ela veio almoçar comigo. Vem ver ela. - Acenou. – Eu espero. - Nath sorriu. O músico imediatamente seguiu com a loira até a mesa. Chegou por trás da esposa e a beijou o rosto com carinho. Ela imediatamente apoiou a mão no tórax se assustando. – Céus, quase tive um ataque do coração. - Olhou para os olhos cinzas. – Espero que por eu ser bonito demais para você suportar. - Sorriu olhando para a esposa. – Não, pelo contrário. - Riu olhando para ele. - O que faz aqui? – Vim almoçar com Nath. - Beijou o rosto da esposa, apoiando a mão na mesa e a outra na cadeira para cheirar o pescoço dela. – Estranhamente Cazinho parece ter ajudado o Nath a digerir a situação atual. O que me impressiona. - A loira sorria. – Eu já disse. Eu gosto de crianças. O meu problema é outro. - Se ergueu. – Seu problema é me dividir? - A de cabelos brancos olhou para ele. – Exatamente. - Beijou o rosto dela outra vez. - Até mais meninas. As duas acenaram para ele. – Eu acho fofo. - Annabeth riu apoiando a mão na boca. Sebby soltou um longo suspiro cruzando os braços. - Talvez eu devesse fazer como você e ser sincera com ele. – Achei que vocês eram extremamente sinceros um com o outro. - A modelo ergueu as sobrancelhas curiosa. – Somos... Mas tem um motivo a mais para eu querer um bebê. Não é como se eu estivesse com instinto de maternidade. Cassy fica muito tempo as vezes em turnê e eu não posso ir em todas por causa do café. Eu sinto muita falta dele e me sinto muito sozinha. No fim das contas... Eu queria o bebê não só porque acho o momento certo, mas por sentir falta dele e essa solidão. É estranho, Castiel me trata como uma rainha quando está em casa. Acho que me acostumei m*l. É um motivo egoísta? Eu nem havia pensado no parto quando propus ele para me engravidar. - Gesticulava com o olhar aflito. – É uma razão totalmente valida. Eu acho que ele não hesitaria de te dar um bebê se ouvisse o verdadeiro motivo. - Pegou delicadamente o garfo sobre a mesa. – Mas ele sempre me pergunta se eu não me sentia m*l de voltar para o apartamento vazio quando ele não está... Eu sempre disse que não me importava, por... Ele viveu a vida toda sozinho e eu não quero atrapalhar o sonho dele. Perigoso ele cancelar uma turnê só porque eu disse que em sinto só. Isso é como dar um tiro nele. - A de cabelos brancos cruzou os braços e outra vez viu a cabeleireira castanha passar por entre as mesas. – Mas agora você tem a solução, ter um bebê é a solução para os dois. Ele não te deixa sozinha e você acaba com a sua solidão. - A loira sorriu. - Conversa com ele. – Depois... Vou pensar melhor sobre isso. Ainda posso seduzir ele. - Deu um sorriso safado. – Você está se divertindo com isso né? - Ela riu. – Nem tanto. Mas se tornou algo pessoal. Eu preciso provar para ele que eu consigo fazer ele me levar para cama. - Pegava a taça sobre a mesa. - Ele feriu meu ego. A loira riu. - Eu entendo. Você lembra da faculdade? – Não sei do que está falando. - Sebby riu olhando para os imensos olhos verdes da amiga. – Bom, deixa eu refrescar a sua memória. Quando estávamos saindo do Snake Room, nas férias do último ano. Que você insistiu a noite toda para ele te levar para o apartamento dele. - Annabeth sorriu. - Acho que não é questão de ego, é questão de você ser uma safada. Ambas riram. (。・//ε//・。) Sebby entrou no apartamento colocando as chave no pote ao lado da porta, retirando a bolsa e o sobretudo. – Não entra ainda, eu estou sem camisa. - Podia ouvir a voz do marido. – Agora que eu vou entrar mesmo. - Ria olhando em direção ao quarto. - Por que está sem camisa em plena tarde? – Eu não sabia que tinha horário para pode ficar sem roupa. - Vestia a camisa indo em direção a esposa. – Eu esqueço que se dependesse de você nem roupa usaria. Ainda tenho certeza que um paparazzi vai te fotografar de cueca e vender por milhões. - Enrolava os fios de cabelo em um coque. – Vai ser um pesadelo para você se acontecer. - Sorriu beijando a testa dela. - Como foi seu dia? – Bom. Anne e o Nath conversaram e decidiram lidar com a situação juntos. Como o quê nós esperávamos. - Suspirava o olhando nos olhos. - E nós dois? – Eu não quero falar sobre isso. - Ele seguiu até a cozinha. – Castiel... Meu amor. - Seguia ele. - Você tem outra razão para não me dar um bebê? – Tenho várias. Você nunca se demonstrou extremamente interessada em ser mãe. Por que agora Sebby? - Ergueu as sobrancelhas para ela. – Por quê agora estou pronta. - Cruzava os braços. - Eu quero muito isso. Eu já disse tudo que poderia, eu não sei mais como te convencer. – Eu penso o mesmo, só que pelo lado ao contrário. - Olhava nos olhos dela. – Eu vou fazer uma inseminação artificial então. - Dizia com tom sério. – O corpo é seu, você faz o que bem entender. - Pegou a garrafa de água na geladeira abrindo. – Me dá seu sêmen em um potinho então. - Olhava nos olhos dele. O ruivo riu olhando para ela. - Óbvio que não, comigo só do jeito tradicional. Com
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