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1183 Words

Beatriz Eu sabia que tudo ia desandar. Avisei, mas ele não me ouviu. Deixei minha mãe e a loira que me odeia para trás, seguindo Giovanni, que não estava nada bem. O corredor era extenso, e o vi entrando em uma sala, empurrando a porta com todo ódio do mundo. Assim que passei, ele a fechou. Senti meu coração na mão. Seu olhar me congelou. — Eu disse que ela não ia gostar. — Comecei. — Usou sua doença para manipular? — Olha aqui, menina, eu estou tentando. Estou me esforçando muito. Acha que quis falar tudo aquilo. — Não deveria. — Me aproximei, olhando nos olhos. — Jogou a bomba da gravidez sem antes falar comigo. — Porque age como uma criança amedrontada. — Não sou uma criança. — Sim, você é. Ele estava a poucos passos de mim. Me desafiando. Seu rosto enfurecido não me assustava

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