- Quem você pensa que é para me impor alguma coisa? - Imediatamente após a pergunta dele a raiva explodiu em mim. - Desculpe. - Ele respirou fundo. - Eu não costumo ser contrariado. - Exatamente como um macho alfa! - Acusei. Ele passou a mão na testa e bebeu um gole do vinho. Segui o seu exemplo, e senti o corpo relaxar depois do gole. - Vamos começar de novo. - Eu esperei. - É preciso que você seja honesta, para chegarmos a um acordo. - Eu sou honesta, Marcone! - Ele fechou os olhos e levantou um dedo. - Preciso fazer apenas um comentário. - Ele abriu os olhos e me encarou. - Quando diz o meu nome eu fico de p4u duro imediatamente. - Fiquei surpresa e não sabia o que dizer. - Quando me chama de Marcone, sua voz, o tom que usa, confesso que me enlouquece. Dito isso, cuidado quando

