- Vou pegar o celular no carro. - Falei para o Marco assim que saímos na rua. - Se deixou no carro é porque não queria ser interrompida, e é melhor que continue assim. - Parei de andar e ele virou na minha direção. - Não me obrigue a te carregar. - Ele ameaçou. Refleti se ele falava sério e achei melhor não arriscar, seria um show e eu estava sem calcinha. - Tudo bem. - Caminhamos até um carro completamente diferente do que eu imaginava que ele teria. Era um conversível vermelho, com apenas dois lugares. - Um carro de solteiro? Estou surpresa. - Declarei. - Você não viu nada. - Ele abriu a porta para mim e eu entrei, ainda me perguntando se aquilo era uma boa ideia. Ele sentou no banco do motorista e sem demora saiu com o carro. - Aonde vamos? - Perguntei, quando percebi que não con

